Possui graduação em Geologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1964), mestrado em Geologia de Engenharia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1973) e doutorado em Geologia Geral e de Aplicação pela Universidade de São Paulo (1979). Foi admitido como professor do Magistério Superior pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) (1967). Foi homenageado no 7º Simpósio Brasileiro de Cartografia Geotécnica e Ambiental (2010) e na Associação Brasileira de Geologia de Engenharia (Viktor Leinz) (1998). Aposentou-se em 1994. É autor do livro "Introdução à Geologia de Engenharia" (2014).
Foi designado, sem vínculo, para chefe do Gabinete do Reitor em 19 de fevereiro de 1971, atuando nesta função até 26 de maio de 1973.
Foi nomeado como Assessor Especial de Segurança e Informações em 26 de maio de 1973. Já respondia pela Divisão de Segurança e Informações (DSI), tendo sido designado pela Portaria 5181 de 09 de outubro de 1971. Em junho de 1971 (pela portaria 4937/71) todos os guardas e inspetores de guardas vinculados ao Serviço de Vigilância e Limpeza haviam sido transferidos para a DSI, junto ao Gabinete do Reitor.
Entrou em licença afastamento em 29 de novembro de 1972 paa fazer estágio na Escola Nacional de Informações, por 21 dias, por convocação da Divisão de Segurança e Informações do MEC.
Foi coordenador geral do 1º encontro Nacional de Cartografia em 24 de outubro de 1972, e coordenador do IV Festival Hípico em setembro de 1973.
Foi exonerado em 27 de fevereiro de 1974.
Nasceu em Salvador, na Bahia. Pianista, descendente de uma família de artistas passionais. O pai engenheiro, mas violinista por paixão. A mãe, pianista autodidata. Egas Moniz Barreto de Aragão, já falecido, grande médico, poeta e fundador da academia de letras da Bahia, mais conhecido pelo pseudônimo Pethion de Villar, era seu avô. A avó, Maria Eliza de Lacerda Valente Moniz de Aragão, foi ilustre pianista formada pelo conservatório de Lisboa, Portugal. Aproximou-se do piano pela primeira vez aos cinco anos. Nessa idade, se contentava em ficar apenas observando a prima de 11 anos tocar o instrumento. Aprendeu piano com sua avó Maria Eliza. Fez o primeiro recital aos 14 anos, pelo Instituto de Música ligado a Universidade Católica de Salvador, estudando com mestres como Manuel Augusto dos Santos, Sebastian Benda, Guilherme Fontainha e Arnaldo Estrella. Aos 24 anos, participou do Seminário Livre de Música, um congresso de dois meses, onde conheceu o então futuro marido, Harry Oscar Schroeter, que estudava violino. Casaram-se, tiveram três filhos, Harry fundou uma orquestra em Santa Maria e se solidificou como maestro, falecendo em 1997. Dos quatro filhos de Maria Helena, dois são músicos renomados. Harry Oscar Schroeter Filho, violinista e Guilherme Schroeter, pianista. Mora em Joinville desde 2006.
Membro da banda de Reggae brasileiro, Chimarruts.
Médico cardiologista e professor brasileiro. Rubens Maciel marcou a geração de médicos do seu tempo. Desde que ingressou na universidade, ocupou diferentes cargos na diretoria do Centro Acadêmico da Faculdade de Medicina da Universidade de Porto Alegre e formou-se como primeiro aluno da turma de 1937. Mais tarde, tornou-se professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e nos cursos de pós-graduação do Instituto de Cardiologia, presidiu a Sociedade Brasileira de Cardiologia, da qual foi também sócio fundador. Foi diretor do Programa Universitário da CAPES, membro do Conselho Federal de Educação, bolsista da Fundação Rockfeller para Educação Médica, delegado do Brasil na XVIII Assembleia Geral das Nações Unidas e consultor da Organização Pan-Americana de Saúde. Foi também membro titular da Academia Nacional de Medicina e da Academia Rio-Grandense de Medicina e presidente da Associação Brasileira de Educação Médica durante os anos de 1970 a 1972.
Possui graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM (1983), mestrado em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC (2001) e doutorado em Ciências, Programa de Pós-Graduação em Administração, área Administração pela Universidade de São Paulo, USP (2014). Foi admitido pela UFSM como Assistente em Administração (1994), onde atualmente é professor Adjunto e Coordenador "Pró-Tempore" do Curso de Ciências Contábeis do Centro de Ciências Sociais e Humanas, CCSH (2018). Na UFSM já atuou como Chefe do Departamento de Ciências Contábeis (2005-2007) e Coordenador do Programa de Apoio Tecnológico às Micro e Pequenas Empresas - PATME e Programa via Design, objeto de Contrato de Cooperação Técnico-Financeiro, firmado entre a UFSM e o SEBRAE/RS (2003).
Possui graduação em Física Licenciatura pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM (1976). Foi admitido como professor do Magistério Superior pela UFSM (1979), onde já atuou como representante do Conselho do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão-CEPE (1990), representante da UFSM no Fórum Estadual Permanente de Apoio à Formação Docente - DEPAD (2016), Vice-diretor do CCNE (2002-2013) e Pró-reitor substituto de Graduação (2014-2017).
Paschoal Carlos Magno foi diplomata e um importante animador cultural, além de dramaturgo, crítico e diretor teatral; personalidade fundamental na dinamização e renovação da cena brasileira no século XX. Filho dos imigrantes italianos Nicolau Carlos Magno e Filomena Campanella, iniciou sua carreira no teatro como ator na peça Abat-Jour em 1926. Ele se consagrou como crítico teatral no Correio da Manhã, jornal diário do Rio de Janeiro, onde assinou a coluna Teatro de 1946 a 1960. Formado em direito, atuou grande parte de sua vida também na causa estudantil. Esteve envolvido na fundação da Casa do Estudante do Brasil (TEB), inaugurada em 1929. Em 1938, lança o Teatro do Estudante do Brasil, grupo amador com o qual ganha grande projeção nacional, tornando-se uma referência central para conjuntos teatrais amadores e estudantis. Em 1952, além de realizar uma extensa turnê com o TEB pelo norte e nordeste do Brasil, Magno inaugurou o Teatro Duse (hoje Teatro Duse - Casa Pascoal Carlos Magno) em sua residência, em Santa Teresa. Trabalhou como Oficial de Gabinete da Presidência da República, no Governo Juscelino Kubistchek, estando ligado a assuntos culturais e os que envolviam a classe estudantil. Durante o período, realizou obras expoentes na difusão da cultura, como a Caravana da Cultura. Além desse grande evento, também foi idealizador e promotor do Encontro de Escolas de Dança do Brasil e do Festival Nacional de Teatro de Estudantes. Esse completou sete edições, distribuídas entre 1958 e 1975, configurando-se uma grande oportunidade de intercâmbio para jovens artistas de todo o Brasil. Os Festivais foram realizados em Recife, Santos (SP), Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Pati de Alferes (RJ). Nesse município, em 1965, ele inaugura a Aldeia de Arcozelo. Nela monta o anfiteatro Itália Fausta, com 1.200 lugares e o teatro Renato Viana, com 400 lugares. Paschoal Carlos Magno também é um dos patronos da Nova Jerusalém, em Pernambuco. Foi afastado da carreira diplomática pelo Golpe Militar de 1964. Em 1974, ainda lançou um novo projeto, a Barca da Cultura, que desceu o rio São Francisco de Pirapora a Juazeiro, porém sem a mesma dimensão grandiosa dos projetos anteriores. Em 16 de janeiro de 1976, ao completar 70 anos de idade, foi homenageado com uma crônica no Jornal do Brasil escrita por Carlos Drummond de Andrade. Em 1978, Paschoal vende a casa de Santa Teresa para pagar dívidas da Aldeia. Paschoal Carlos Magno morre em maio de 1980 e inúmeras homenagens lhe são prestadas. Em 5 de abril de 1982 foi inaugurado na cidade de Novo Hamburgo o Teatro Pachoal Carlos Magno, em sua homenagem. Com capacidade para 400 pessoas sentadas, o espaço já recebeu grandes nomes da cultura nacional. Diversas cidades do Brasil, tem auditórios que levam o seu nome lembrando sua atuação em prol do desenvolvimento e da difusão cultural nacional.
Atualmente é acadêmica do Curso de Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Maria, UFSM (2018).
É um empreendedor. Iniciou sua carreira na empresa Cotrijal (1972), onde atuou como membro da diretoria administrativa e financeira (1989) e eleito a presidente da organização (1995). Foi também eleito diretor de crédito rural do sistema de crédito e fez parte da fundação do Sicredi de Não-Me-Toque (1981). Participou da 15ª Expodireto Cortijal (2014).
Wilson Mânica foi vereador pela ARENA de 31 03 1969 a 31 01 1973. vice-prefeito de Emídio Perondi de fevereiro de 1973 a janeiro de 1977, prefeito de Ijuí de janeiro de 1977 a janeiro de 1983, e em outubro de 1990. Foi deputado estadual por três mandatos, em 1986, 1992 e 1994. Abandonou a vida política para se dedicar as suas duas emissoras de rádio: Rádio Repórter e Iguatemi FM. Entre suas obras: conclusão da Praça do Imigrante onde era o cemitério velho; aquisição do Bosque dos Capuchinhos e do Bosque Dr. Bozano; término da construção do Ginasião e colaboração na implantação do Bairro Modelo.
Possui doutorado em Aquisição e Ensino da Segunda Língua da Universidade do Arizona e mestrado em Educação - Universidad del Norte. Professor Associado do Departamento de Línguas. Pesquisador do grupo Linguagem e Educação em disciplinas de aquisição de segunda língua, análise de discurso, análise crítica de discurso, ensino e aprendizagem de leitura e escrita, construção de ideologias no discurso, construção de identidade na escrita, crenças dos professores, gramática funcional sistêmica, gêneros discursivos, formação de professores.
Formou-se na 1ª turma do Curso de Administração da UFSM, com mais 17 formandos em dezembro de 1970. Foi admitido em 30 de setembro de 1966 na Universidade Federal de Santa Maria. Em agosto de 1987 foi designado como sub-chefe substituto do Departamento de Ciências Administrativas. Foi Pró Reitor de Administração na década de 80. Aposentou-se em 03 de setembro de 1991.
Secretário da Agricultura
Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, (1977), mestrado em Fitotecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS (1982), doutorado em Fitotecnia pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, USP/ESALQ, (1991) e pós-doutorado pela Texas A & M University, TAMU, Estados Unidos (2007). Foi admitido como professor do Magistério Superior pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, (1977) e, atualmente, continua no cargo (2018). Recebeu prêmios e títulos como professor homenageado, paraninfo, patrono, entre outros, nos anos de 1982 a 2014.