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Companhia Riograndense de Telecomunicações
Corporate body · 1962-02-16/

A Companhia Riograndense de Telecomunicações (CRT) foi criada em 16 de fevereiro de 1962, durante o governo de Leonel Brizola, que cassou as concessões e estatizou a antiga Companhia Telefônica Nacional (na época, uma filial da estadunidense International Telephone and Telegraph), que atuava no estado. Entre os anos de 1972 a 1998, a CRT foi associada ao sistema Telebras.[4] Em 1993, foi considerada pela revista Exame como a melhor empresa de serviços públicos do país. Operava os serviços de telefonia fixa e móvel (com o nome de Celular CRT) em todo o estado do Rio Grande do Sul, exceto nas cidades de Pelotas e Capão do Leão, que eram atendidas pela CTMR. Em 1995, foi privatizada parcialmente e em 1998, foi vendida à Telefónica, durante o governo de Antonio Britto. Em julho de 2000, a Telefónica anunciou a venda da CRT para a Brasil Telecom pelo valor de US$ 800 milhões, sendo incorporada à empresa em dezembro do mesmo ano.[6] Em 2008, a Brasil Telecom foi vendida à Oi.[5] O sistema celular continuou como Telefônica Celular, que em 2003 foi uma das formadoras da Vivo[7].

Colpo, Danieli Pizzatto, 1988/
Person · 1988/03/19

Possui graduação em Engenharia Química pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, (2010). Possui especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho pelo Centro Universitário Franciscano, UNIFRA, (2013). Possui mestrado em Engenharia de Processos pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, (2013). Foi admitida como Assistente em Administração pela Universidade Federal de Santa Maria, atuando na Coordenadoria de Comunicação Social (2015). Atualmente exerce o cargo de Assistente em Administração na Divisão de Almoxarifado Central, DEMAPA, UFSM (2018).

Colling, Ana Maria

Professora Universidade Federal da Grande Dourados - UFGD, Doutora em História.

Corporate body · 04-04-1967/

É constituído por um conjunto de 3 blocos de um pavimento único, abrangendo uma área de 1600 m². No bloco leste, estão situadas as salas de aula e laboratórios, no central, situa-se a parte administrativa com biblioteca, secretaria, sala do diretor e professores. Ligando estes 2 blocos acha-se os sanitários feminino e masculino. Na parte posterior oeste, acham-se o pavilhão e o industrial com oficinas e a cantina. Entre os pavilhões existem 2 áreas internas ajardinadas e na fachada sul encontra-se uma cx dágua elevada com 18 m de altura e com capacidade para 30.000 litros. Este conjunto encontra-se na Cidade Universitária, à direita da Avenida Principal.

Colégio Politécnico da UFSM, 1961/
Corporate body · 1961/

O Colégio Agrícola de Santa Maria foi fundado em 1961. Com a reestruturação...
(INSERIR A TRANSIÇÃO DE COLÉGIO AGRÍCOLA PARA POLITÉCNICO)
A estrutura organizacional do Colégio Politécnico da UFSM é composta pelo Colegiado, Direção, Departamentos (Departamento de Ensino, Departamento de Administração e Departamento de Pesquisa e Extensão), pelas Coordenações de Curso, Secretarias e Setores. Os Departamentos, Secretarias e Setores são equipados segundo suas especificidades, exercendo atividades de ensino, pesquisa e extensão. O Colégio conta com uma Cooperativa Escola que se destina a proporcionar aos educandos conhecimentos e vivências sobre o sistema cooperativista.

O Colégio Politécnico da UFSM dispõe de uma área de 192,87 hectares, sobre a qual existem edificações totalizando 7.986,92 m² que compreendem: aviários, galpões para máquinas, oficinas, apiários, estábulos, depósitos, salas ambientes, salas de aula, laboratórios de ciências físicas, químicas, biológicas, informática; biblioteca, área de lazer e de circulação, sanitários, salas de professores, anfiteatro, almoxarifado, sala da Cooperativa-Escola, salas administrativas, cozinha, agroindústria, entre outros.

Colégio Metodista Centenário
Corporate body · 1922/

O Colégio Centenário foi fundado em 1922 por missionárias metodistas norte-americanas, as quais por meio dos princípios da Igreja Metodista buscavam atender às exigências espirituais, intelectuais, culturais, sociais e materiais da sociedade. O segundo hino do Ginásio Centenário foi de autoria de João Belém em parceria com Garibaldi Poggetti. O professor Belém é citado com muito carinho em um álbum mantido no educandário, como um mestre com muita dedicação e responsabilidade, cujas aulas eram de grande riqueza vocabular, clareza de expressão e abordava qualquer assunto; procurando sempre orientar seus alunos a quem chamava de “filhos espirituais”. Nas décadas de 60 e 70 o auditório do Colégio Metodista Centenário era usado para muitas apresentações artísticas - coral da UFSM, concertos de piano dos formandos da Faculdade de Belas Artes, e outros eventos da universidade. No ano de 2007 ocorreu um sinistro com fogo no colégio sendo que além do prédio, a quase totalidade de seu acervo documental e histórico foi perdido.

Colégio Agrícola de Frederico Westphalen (CAFW), 1957/
Corporate body · 1957/

O Colégio Agrícola de Frederico Westphalen - CAFW é uma unidade básica de ensino da Universidade Federal de Santa Maria, vinculada à Coordenadoria de Ensino Médio e Tecnológico. A instituição tem por finalidade oferecer ensino profissional técnico e tecnológico para alunos de ambos os sexos, em regime de externato, semi-internato e internato.

A instituição foi criada pela Lei nº 3.215, de 19 de julho de 1957, denominada, inicialmente Escola de Iniciação Agrícola de Frederico Westphalen. Na época, foi vinculada à Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário do Ministério da Agricultura, conforme Diário Oficial de 23 de julho de 1957. Pelo Decreto nº 60.731, de 19 de maio de 1967, é transferido do Ministério da Agricultura para a Diretoria do Ensino Agrícola (DEA) do Ministério da Educação e Cultura. O estabelecimento abriu suas portas no dia 11 de abril de 1966 como Ginásio Agrícola, quando recebeu a primeira turma. Foi incorporado à Universidade Federal de Santa Maria através do Decreto nº 62.178, de 25 de janeiro de 1968, transformando-se em Colégio Agrícola. Pelo Decreto nº 64.827, de 16 de julho de 1969, é estabelecido que a orientação Didático-Pedagógica seria exercida pela Universidade Federal de Santa Maria. Pelo Decreto Lei nº 627, de 13 de junho de 1969, o quadro de pessoal pertencente ao Ministério da Educação e Cultura, lotado no Colégio Agrícola de Frederico Westphalen é transferido para a Universidade Federal de Santa Maria.

O Colégio Agrícola de Frederico Westphalen, de 1966 a 1997 sempre ofereceu o ensino na área agrícola. Em decorrência de exigências da LDB, a partir de 1997, o nome do curso mudou de Curso Técnico em Agropecuária para Curso Técnico Agrícola com habilitação Plena em Agropecuária, conforme ata do Colegiado de nº 02/97, de 1º de abril de 1997, baseada na normativa 044/92 do Conselho Federal de Engenharia Arquitetura e Agronomia.
Em 03 de agosto de 1998, o Colégio Agrícola iniciou dois cursos novos: o Curso Técnico em Informática e o Curso Técnico Agrícola com Habilitação em Agroindústria.
Os cursos foram aprovados pelas Portarias de nº 41 e 42, respectivamente, de 03 de agosto de 1998, publicada no Diário Oficial da União do dia 04 de agosto de 1998 e reconhecida pela Portaria nº 103 de 29/12/1999, processo 23000.017310 de 13/12/1999. O Curso Técnico em Informática foi reconhecido pela portaria de nº 4 de 12/01/2000 e processo nº 23000.017308/99. O Curso Técnico Agrícola com habilitação em agroindústria foi reconhecido pela portaria de nº 102 de 29/12 1999 e processo de nº 23000.017310.

Em 1996, com a nova LDB nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, decretada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República, novas bases para a Educação Nacional são estabelecidas. Nesse sentido o Colégio Agrícola passa a implantar a Reforma e separar o ensino Médio da Educação Profissional. A partir de 2000, se iniciou a Reforma da Educação Profissional e do Ensino Médio para atender a Legislação vigente.

Em agosto de 2002, iniciou-se o Curso Técnico em Química com Habilitação em Carnes e Derivados. A partir de 2003, após a implantação da reforma da Educação Profissional, os cursos sofreram alterações nos seus planos de curso sendo denominados da seguinte forma: Técnico em Agropecuária com Habilitação em Agricultura, Técnico em Agropecuária com Habilitação em Pecuária, Técnico em Agropecuária com Habilitação em Agroecologia, Técnico Agroindustrial na área profissional da Agropecuária, Técnico em Informática na área profissional da Informática.
Em março de 2003 o CAFW recebe a primeira turma do Curso de Técnico em Agropecuária com Habilitação em Agropecuária com funcionamento noturno e duração de 2 anos.

Em 2007, foi implantado o PROEJA – Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na modalidade de Educação de Jovens e Adultos – atendendo ao Decreto Federal nº 5.480 de 13 de julho de 2006.
Em agosto de 2009, o CAFW abre suas portas para as primeiras turmas dos Cursos Superiores. A partir de então a instituição passa a oferecer o Curso Superior em Tecnologia de Alimentos e o Curso Superior em Sistemas para Internet.

Colégio Agrícola de Alegrete, 1970/
Corporate body · 1970/

Compõem a rede de Ensino Médio da UFSM os seguintes Colégios Integrados de Aplicação:
Agrícola de Alegrete, Agrícola de Frederico Westphalen, Agrícola de São Vicente do Sul, Agrícola de Santa Maria, Industrial de Santa Maria e Industrial de Irai. No ano de 1971 os seguintes Colégios possuíam regime de internato: Alegrete, São Vicente do Sul, Frederico Westphalen. Nos colégios agrícolas, tiveram destaque as culturas de feijão, trigo, soja, mandioca, cana de açúcar e produtos do setor de horticultura, como cenoura, repolho, ervilha, pepino, etc. Igualmente verificaram-se resultados nos setores de suinocultura, avicultura, apicultura e bovinocultura.

Em 1970 o total de alunos era de 218, sendo 34 cursando a 4ª série ginasial e 184 o curso técnico. A partir de 1971, funcionou apenas o Curso Técnico. O prédio possui entre outras dependências, salas de aula, almoxarifado e alojamento para os estudantes internos, biblioteca, prédios das máquinas e tratores.

Coelho, José Fidelis Ramos
1931/2007-04-20

O produtor de arroz José Fidélis Ramos Coelho era era um homem de convicção e sempre foi apaixonado pela agricultura, em especial o arroz. Ele teve atuação exemplar nas atividades políticas e exerceu mandato de deputado estadual, sendo um dos fundadores do Partido Democrático Trabalhista (PDT). Seu filho Pery Sperotto Coelho foi presidente do IRGA. Ele sofreu um infarto em sua propriedade rural no município de Minas do Leão.

Coelho, João Gilberto Lucas
Person · 1945-04-25/

João Gilberto Lucas Coelho é natural de Quaraí. Filho de Vicente Coelho e Celina Lucas Coelho, tem três irmãos, Eloá Coelho da Silva, João Érico Lucas Coelho e João Batista Lucas Coelho. Bacharelou-se em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de Direito da Universidade de Santa Maria. Advogado, radialista e professor de história, foi técnico contratado pela Prefeitura de Santa Maria entre 1969 e 1971. Foi eleito vereador em 1972 na legenda do Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Assumiu o mandato em fevereiro do ano seguinte, mas em novembro de 1974 elegeu-se deputado federal pelo Rio Grande do Sul pelo MDB e tomou posse na Câmara dos Deputados em fevereiro de 1975. Reeleito em novembro de 1978. Nas eleições de novembro de 1982 foi reeleito para Câmara dos Deputados na legenda do PMDB. Em seu terceiro mandato consecutivo, foi novamente membro da Comissão de Comunicação e da Comissão de Constituição e Justiça. Especialista em direito constitucional, defendeu a nova Constituição mesmo antes de se iniciarem os trabalhos para sua elaboração. Encerrou o mandato em janeiro de 1987. Depois de se filiar ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), nas eleições estaduais do Rio Grande do Sul em outubro de 1990 candidatou-se a vice-governador na chapa vitoriosa encabeçada por Alceu Colares, do Partido Democrático Trabalhista (PDT). Empossado no cargo em março de 1991, nele permaneceu até o fim do mandato, em 1º de janeiro de 1995. Casou-se com Albanise Pfeifer Coelho, com quem teve três filhos.

Coelho, Carlos Gouveia, 1907-1964
Person · 28/12/1907 - 07/03/1964

Dom Carlos Gouveia Coelho foi o 6º Bispo Diocesano da Arquidiocese de Niterói de 14/12/1954 à 23/04/1960.

Cine Teatro Independência
Corporate body · 1922/1995

O prédio do Cine-Theatro Independência foi construído na Praça Saldanha Marinho, no centro da cidade, em 1922. A principal atividade do espaço era a projeção de películas, mas
também possuía um palco e camarins para que ali fossem apresentados espetáculos teatrais e musicais. O local sofreu algumas reformas ao longo de sua existência. A última
aconteceu em 1956 e retirou as características principais do palco, deixando apenas um espaço em frente à tela de projeção para apresentações musicais. Nessa reforma, também foi modificada a fachada do local. A partir dessa reforma, o nome do espaço perdeu o título de Theatro, ficando simplesmente “Cine Independência”. Em 1995, suas atividades foram encerradas e o espaço foi alugado para Igreja Universal do Reino de Deus, que lá ficou até 2003. Em 16 de setembro de 2005, com a aprovação da Câmara de Vereadores do Município, assinou o contrato de compra do prédio do Cine Independência e em 2007 começaram as reformas no prédio. O Shopping Popular foi inaugurado em junho de 2010 e recebeu o nome de “Shopping Independência”.

Cine Teatro Imperial
Corporate body · 1935-06-26/1979-07-10

O Cine-Teatro Imperial foi inaugurado em 26 de junho de 1935, com 1.170 lugares e localizado à Rua Dr. Bozano. Abrigou a Escola de Teatro Leopoldo Fróes (ETLF), dirigida por Edmundo Cardoso, que dividia o espaço com as exibições de películas. O prédio foi reformado e, atualmente, é ocupado pela Loja de Calçados – Casas Eny.