Chefe de Gabinete.
Militar, nascido na cidade de Fortaleza, estado do Ceará, em 20 de setembro de 1897. Estudou no Colégio Militar de Porto Alegre, na Escola Militar de Realengo, na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Armada, na Escola de Estado-Maior e na Escola de Aviação Militar. Integrou a Seção de Planejamento e Operações da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na campanha da Itália durante a Segunda Guerra Mundial. Foi subchefe do Estado-Maior das Forças Armadas (EMFA), comandante da Escola de Estado-Maior e diretor do departamento de estudos da Escola Superior de Guerra (ESG). Promovido a general-de-exército (1962), foi nomeado comandante do IV Exército, em Recife (1962-1963), e designado chefe do Estado-Maior do Exército (1963-1964). Foi um dos principais articuladores do golpe militar de 1964, que depôs o presidente João Goulart. Através de eleição indireta passou a exercer o cargo de presidente da República em 15 de abril de 1964. Faleceu no Ceará, em 18 de julho de 1967, em acidente aéreo.
Foi admitida como Auxiliar de Ensino na UFSM em março de 1966. Foi a primeira coordenadora do Curso de Graduação em Arquivologia da Universidade Federal de Santa Maria, designada pela Portaria n.º 9.673/1976. Aposentou-se em julho de 1986. Em 11 de abril de 2017 na Seção Entrevista do Jornal Diário. Em 2003 coordenou como produtora cultural o projeto da Festa do Carreteiro em São Valentim aprovado pelo Prócultura RS.
Possui graduação em Letras - Licenciatura - Espanhol e Literaturas de. pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), (2008). Possui especialização em MBA-Gestão de Pessoas pela Universidade Norte do Paraná (UNOPAR), (2013). Possui mestrado profissional em Administração pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), (2016). Foi aprovada em primeiro lugar no concurso para o cargo de Secretária Executiva da Universidade Federal de Santa Maria-RS, (2012), como aluna especial de mestrado na disciplina de Língua e Produção do Conhecimento Linguístico-PPGL-UFSM-Santa Maria-RS, (2009), no Teste de Suficiência em Língua Estrangeira-Espanhol - UFSM, realizado em 22/05/2015 e no Teste de Suficiência em Língua Estrangeira-Inglês - UFSM, realizado em 09/10/2015. Foi admitida como secretária executiva pela Universidade Federal de Santa Maria no ano de 2012 e atualmente permanece no cargo (2018).
Natural da cidade de Penápolis, São Paulo. Formado em Licenciatura em Desenho e Plástica na Fundação Educacional de Penápolis - FUNEPE, com Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado na área de Artes Plásticas na Universidade de Sorbonne de Paris, França. Foi professor do Departamento de Artes Visuais, Diretor do Centro de Artes e Letras por dois mandatos, Coordenador do Curso de Desenho e Plástica e coordenador do Atelier de Pintura 1338. Em 2009 lançou Pirâmides do Tempo, um livro de lembranças e experiências sobre suas andanças e impressões pelo mundo. Ao mesmo tempo, abriu uma mostra de trabalhos que fazem uma espécie de retrospectiva de sua produção, com obras criadas dos anos 70 até hoje (algumas na França). Antes disso, as exposições individuais mais recentes de Casanova foram Arte-Erotismo-Tecnologia, no Museu de Arte de Santa Maria (Masm), e Tu me Olhas e Eu te Olho, na Associação dos Professores Universitários de Santa Maria (APUSM).
Possui graduação em Ciências Econômicas (2002), especialização em Estatística Aplicada (2006) e mestrado em Engenharia de Produção (2012) pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Foi admitido como economista do quadro de técnico-administrativos da UFSM (2004) e, atualmente, continua no cargo, atuando como Pró-Reitor de Planejamento (2018). Recebeu os seguintes prêmios e títulos: "Distinção CACISM, Câmara de Comércio e Indústria de Santa Maria" (2002), "Menção Honrosa como primeiro lugar com o trabalho apresentado no 1º Fórum Internacional Ecoinovar, intitulado 'Universidade Empreendedora e o Desenvolvimento Regional Sustentável: Proposta de um modelo'." (2012) e "Menção Honrosa como terceiro lugar com o trabalho apresentado no 2º Fórum Internacional Ecoinovar, intitulado 'ITSM: um caso de sucesso do Modelo Tríplice Hélice'." (2013).
A Casa do Estudante Universitário I (CEU-I) Está localizada na Rua Professor Braga, nº 79 no centro de Santa Maria/RS. Oferece moradia gratuita a 230 acadêmicos da UFSM dos cursos de graduação. Destaca-se pela sua grande diversidade cultural, com acadêmicos das mais diversas áreas provenientes de todas as regiões do estado e de várias regiões do país.
Na parte física conta com: 56 apartamentos com 4 pessoas cada, 6 apartamentos com 1 pessoa cada, 7 salas de estudos sendo uma por andar, quartos mistos, femininos e masculinos. No Hall de entrada você encontra: Biblioteca, Coordenação CEU I, LanHouse, Sala de estar com televisão, Laboratório de informática(LABINFO), Diretório Central do Estudante(DCE). Conta também com uma pequena área de lazer no subsolo: Quadra de vôlei, salão de festa (Catacumba), Churrasqueira.
Assim que foi inaugurada a Casa do Estudante, em outubro de 1963, um movimento das jovens fez chegar à Reitoria um pedido do Diretório Central dos Estudantes da UFSM, solicitando que fosse criada a Casa da Estudante. O pedido foi para o DAC – Departamento de Administração Central, que localizou um imóvel onde a parte superior do prédio estava disponível para alugar. O imóvel na Rua Floriano Peixoto n. 1244 foi alugado diretamente com o proprietário e a partir de março de 1967, as estudantes já dispunham do apartamento, com entrada pela Rua Floriano Peixoto, que chegou a acolher até oito meninas.
Em 1968, foi criada, no campus de Camobi, a CEU II. Surgiu da necessidade dos estudantes de baixa renda provenientes de toda a região em manter-se estudando. Inicialmente, resumia-se ao Bloco 11. Porém a crescente demanda por moradia estudantil evidenciava a necessidade de ampliação das vagas disponíveis para um contingente cada vez maior de jovens, o que aliado a presença das estruturas dos “escombros” inacabados pela velha “falta” de verbas, desde o inicio fez com que estes questionassem os “por quês” de tão poucas vagas.Acirradas discussões precederam a conquista da moradia feminina na CEU II. Até fins da década de 70 só rapazes podiam morar na Casa. Mas a partir do momento em que 4 gurias que não tinham onde morar para estudar na UFSM, superaram o preconceito vigente e resolveram ocupar um quarto no Bloco 12, de lá não saindo mais, acende-se uma polêmica na Casa: houve resistência por parte da reitoria e alguns moradores, mas a maioria questionava “por que só os machos precisam de assistência?”. Assim, graças a estas 4 pioneiras, de lá pra cá as mulheres tem permanência garantida na CEU II.
Em meados da década de 70 os moradores se organizam, mudam a linha política da Diretoria da Casa, encabeçam o Movimento Resistência, que culminou com as eleições diretas para o DCE (antes disso, o DCE era “eleito” pelo Reitor e seus Pró-Reitores), e participam ativamente da reorganização da UNE em 1979.
A partir da década de 80 avança-se na luta pela ampliação da Casa, que na época era constituída apenas pelos Blocos 11 ao 14. Em 1983, sob o mote “Moradia não se adia! Ocupação é a solução”, os pretendentes a vagas na Casa, já cansados de esperar, se organizam e ocupam o Bloco 15 por um semestre inteiro, com grande visibilidade na mídia local, forçando a reitoria a iniciar a sua conclusão. Já em 87, com a ocupação do Bloco 25, houve maior tensão e, de forma autoritária, o Reitor autorizou a Brigada a entrar lá alguns estudantes tiveram prisão decretada. Mas deu resultado: os estudantes foram libertados e o 25 concluído.
Como a cada inicio de semestre chegavam cada vez mais estudantes para morar na Casa, o pessoal tinha que se virar do jeito que desse, se amontoando nas salinhas dos blocos ou no apartamento de algum conhecido até conseguir a carência e uma vaga na CEU. Porém, em 1989 a situação passou dos limites: eram mais de 100 estudantes necessitando moradia! A solução encontrada não foi a de ocupar provisoriamente outro bloco de escombros, mas sim organizar uma ocupação permanente na União Universitária, que de um mero espaço recreativo para os mais abonados da universidade, passa a ser o principal meio de pressão para a conclusão da CEU II, um alojamento provisório. Na década de 90, sob a gestão do Reitor Odilon do Canto, após algumas mobilizações, reuniões e cobranças, consegue-se o término dos Blocos 24, 23, 22 e 21. O seu sucessor, o Reitor Paulo Jorge Sarkis, “eleito” por duas vezes, apesar de ter prometido em campanha terminar todos os blocos, foi apenas ante a pressão constante dos moradores da Casa e da União que se conquistou o término dos Blocos 40 e dos 31 e 32. Em 2006 tivemos o término do Bloco 33 e a maquiada externa dos Blocos 11 ao 15, que agora até parecem novos, mas é só por fora mesmo.Em 2007 o término dos Blocos 34 e 35 até fim de 2008 a reforma dos banheiros dos blocos 14 e 25, e a abertura de mais 2 laboratórios de informática na CEU.