Yeda Pinheiro Dick foi a primeira professora mulher do Instituto e Química da UFRGS e também a primeira mulher a fazer parte do Conselho do CNPq. Foi homenageada com seu nome na Biblioteca do Instituto de Química da UFRGS. Foi casada com Tuiskon Dick, reitor da UFRGS de 1990 a 1992.
A atividade aérea teve início em 1921 em Santa Maria, sendo o campo de aviação localizado no sítio do Boi Morto - atualmente território do bairro São Valentim, e posteriormente, transferido para Camobi. Em 1922 foi realizado o primeiro vôo em Santa Maria. O atual local escolhido para a atividade aeronáutica (Camobi), foi em função da localização próxima da rede rodoviária e ferroviária.
O Aeroporto Civil foi inaugurado em 1945 e a Base Aérea foi inaugurada em 1971. O aeroporto, dista em 11 km do Centro de Santa Maria, localizado no bairro de Camobi. O aeroporto é vizinho à Universidade Federal de Santa Maria e possuía voos comerciais direto para Porto Alegre e demais cidades do Rio Grande do Sul, bem como aos estados de Santa Catarina e do Paraná. O Aeroporto Civil, a Base aérea, bem como o aeroclube ocupam o mesmo espaço geográfico, onde utilizam a mesma pista de pouso e decolagem. Hoje o único voo operado é o da rota Porto Alegre/Santa Maria, em dias alternados.
Natural de Santa Maria, RS. Iniciou os estudos em Design de Produto (UFN, 2004). Acadêmico do curso de Bacharelado em Letras, pela UFSM em 2021. Artista autodidata, trabalhou como ilustrador em agências de publicidade, e como muralista e quadrinista.
Cada obra tem seu processo específico de acordo com a forma e a função, apropriando-se das referências culturais que compõem sua identidade, “temos que aprender a desaguar nossos conteúdos”, este é o seu método. A pintura do mural “O Machado Esquece; a Árvore Recorda” localizado no hall do prédio 74C do Centro de Ciências Sociais e Humanas em 2018 é considerada pelo artista uma oportunidade de conversar com a juventude universitária.
Nasceu em Porto Alegre, filho de João Baptista Marques Pereira e de Clara de Castilhos Marques Pereira. Foi aluno do Colégio Júlio de Castilhos, de Porto Alegre, onde obteve toda sua formação pré-universitária. Cursou a Faculdade de Medicina na Universidade Federal do RS, graduando-se em 1929, quando defendeu tese sobre O Parasita da Tuberculose e o BCG, obtendo o título de Doutor em Medicina. Esse trabalho outorgou-lhe o prêmio Medalha de Ouro Osvaldo Cruz. Ao longo do curso de medicina foi monitor de histologia, interno do Instituto Pereira Filho e da Assistência Pública de Porto Alegre, atual Pronto Socorro Municipal. Casou-se em 29.07.1929 com Zilda Maria Fontoura Escobar, com quem teve sete filhos: Ruth Maria, João Pedro, Francisco, Sílvio Antônio, Clara Maria, Roque Antônio e Virgínia Maria. Em 1930, médico recém formado, exerceu sua profissão na cidade de Boa Vista do Erechim, hoje Erechim. Em 1932, incorporou-se ao serviço de saúde da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul, no posto de 1º Tenente Médico, participando ativamente da revolução do mesmo ano. Em 1933 obteve o título de Livre Docente da cadeira de Histologia e Embriologia, da UFRGS. Em 1938, foi promovido a Capitão Médico e nomeado Chefe do Laboratório de Pesquisas Médicas da Brigada Militar. Em 1945, foi promovido ao posto de Major Médico e nomeado diretor do Hospital Geral da Brigada Militar de Porto Alegre. No mesmo ano prestou concurso para Professor Catedrático de Histologia e Embriologia da Faculdade de Medicina da UFRGS, sendo nomeado em 1946. No ano de 1948, fundou o Laboratório de Análises Clínicas Marques Pereira. Já no posto de Tenente-Coronel Médico da Brigada Militar, foi designado Chefe do Serviço de Saúde da Instituição, cargo exercido até 1955. Em 1964, foi eleito Diretor da Faculdade de Medicina da UFRGS, sendo reeleito em 1968. No ano de 1967, foi convidado a assumir a Secretaria dos Negócios de Saúde do Estado do RS, no governo de Walter Peracchi de Barcellos. No período em que esteve à testa dessa pasta reestruturou o serviço, criando vários postos de saúde, em PA e em municípios do interior do RS. Em 9 de julho de 1972, ainda no exercício da direção da Faculdade de Medicina, faleceu, na cidade do Rio de Janeiro, vítima de ruptura de aneurisma aórtico abdominal.
McMeekan foi professor universitário da Nova Zelândia, cientista agrícola e administrador. Ele não se encaixava bem na faculdade conservadora de Lincoln e foi atraído para uma estação de pesquisa de animais em Ruakura em 1943. Ele perdeu o emprego em 1962 e depois trabalhou e foi presidente do Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), retornando à Nova Zelândia em 1966. Em 1972 ele se afogou no porto de Auckland depois que o barco afundou.
Médico traumatologista. Em 1965 assumiu a presidência da Sociedade Argentina de Periodontologia.
Nasceu em Lagoa Vermelha. Foi médico. Pai de Ivan Londero Hoffmann, que em 2020 é técnico em tecnologia da informação da UFSM.
Realizou o curso de humanidades em Atheneu Sergipense. Possui graduação em Direito pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro (1926). Foi revisor de jornal e tornou-se secretário particular de Coriolano de Góis, chefe de polícia do Distrito Federal no governo do presidente Washington Luís (1926-1930). Fundo a revista Festa (1927). Começou a advogar logo após a Revolução de 1930. Candidatou-se na legenda da União Republicana de Sergipe a deputado federal, obtendo apenas uma suplência (1934). Elegeu-se também deputado à Assembleia Constituinte sergipana, na qual foi empossado em março de 1935. Assinou, com restrição, a nova Constituição estadual (1935-07). Assumiu o mandato federal na vaga aberta pela posse de Augusto César Leite no Senado (1935-11). Permaneceu na Câmara dos Deputados até novembro de 1937. Lecionou psicologia educacional na Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Exerceu a crítica literária no Diário de Notícias, do Rio de Janeiro (1939-1941). Atuou como delegado de Sergipe no I Congresso Brasileiro de Escritores, promovido em São Paulo pela Associação Brasileira de Escritores e cujos debates assumiram um tom de clara reivindicação democrática (1945-01). Foi também um dos signatários do manifesto que lançou o movimento Resistência Democrática, publicado no número de A Ordem do segundo semestre de 1945. Chefiou o gabinete do ministro da Justiça, Miguel Seabra Fagundes (1954/12-1955/01). Foi membro do Conselho Federal de Educação, órgão que presidiu, integrando ainda a Comissão Geral de Investigações, instalada sob a presidência do general Taurino de Resende logo após o movimento político-militar de abril de 1964 para apurar denúncias de corrupção e subversão (1962-1964). Voltou a participar do Conselho Federal de Educação (1966-1968). Catedrático de psicologia educacional da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (fundador) e do Instituto de Educação. Foi ainda membro do Conselho Nacional de Educação e da Ordem dos Advogados do Brasil. Colaborou em Hierarquia, Rio Jornal, O Imparcial, O Brasil, O Sousa Cruz e O Norte do Rio de Janeiro, todos do Rio de Janeiro. Além de ensaios sobre Jackson de Figueiredo, Farias Brito e Sílvio Romero, publicou Catedral de ouro (1922), Sob o olhar malicioso dos trópicos (1929) e Introdução a Machado de Assis (1947).