João Gilberto Lucas Coelho é natural de Quaraí. Filho de Vicente Coelho e Celina Lucas Coelho, tem três irmãos, Eloá Coelho da Silva, João Érico Lucas Coelho e João Batista Lucas Coelho. Bacharelou-se em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de Direito da Universidade de Santa Maria. Advogado, radialista e professor de história, foi técnico contratado pela Prefeitura de Santa Maria entre 1969 e 1971. Foi eleito vereador em 1972 na legenda do Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Assumiu o mandato em fevereiro do ano seguinte, mas em novembro de 1974 elegeu-se deputado federal pelo Rio Grande do Sul pelo MDB e tomou posse na Câmara dos Deputados em fevereiro de 1975. Reeleito em novembro de 1978. Nas eleições de novembro de 1982 foi reeleito para Câmara dos Deputados na legenda do PMDB. Em seu terceiro mandato consecutivo, foi novamente membro da Comissão de Comunicação e da Comissão de Constituição e Justiça. Especialista em direito constitucional, defendeu a nova Constituição mesmo antes de se iniciarem os trabalhos para sua elaboração. Encerrou o mandato em janeiro de 1987. Depois de se filiar ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), nas eleições estaduais do Rio Grande do Sul em outubro de 1990 candidatou-se a vice-governador na chapa vitoriosa encabeçada por Alceu Colares, do Partido Democrático Trabalhista (PDT). Empossado no cargo em março de 1991, nele permaneceu até o fim do mandato, em 1º de janeiro de 1995. Casou-se com Albanise Pfeifer Coelho, com quem teve três filhos.
A “Sala de Exposições Helios Homero Bernardi” foi inaugurada em junho de 1977, criada com o objetivo de promover e divulgar as atividades culturais, em especial as artes plásticas e localizava-se no segundo andar do prédio da Administração Central (Reitoria). Esteve presente na cerimônia de inauguração o Prof. Luiz Inácio Medeiros, Diretor do Museu de Artes do Rio Grande do Sul. Além de exposições e obras de artistas locais, recebia também exposições itinerantes e era usada para lançamentos de livros, com palestras realizadas na sala 218, contígua ao espaço.
A Companhia Riograndense de Telecomunicações (CRT) foi criada em 16 de fevereiro de 1962, durante o governo de Leonel Brizola, que cassou as concessões e estatizou a antiga Companhia Telefônica Nacional (na época, uma filial da estadunidense International Telephone and Telegraph), que atuava no estado. Entre os anos de 1972 a 1998, a CRT foi associada ao sistema Telebras.[4] Em 1993, foi considerada pela revista Exame como a melhor empresa de serviços públicos do país. Operava os serviços de telefonia fixa e móvel (com o nome de Celular CRT) em todo o estado do Rio Grande do Sul, exceto nas cidades de Pelotas e Capão do Leão, que eram atendidas pela CTMR. Em 1995, foi privatizada parcialmente e em 1998, foi vendida à Telefónica, durante o governo de Antonio Britto. Em julho de 2000, a Telefónica anunciou a venda da CRT para a Brasil Telecom pelo valor de US$ 800 milhões, sendo incorporada à empresa em dezembro do mesmo ano.[6] Em 2008, a Brasil Telecom foi vendida à Oi.[5] O sistema celular continuou como Telefônica Celular, que em 2003 foi uma das formadoras da Vivo[7].
A Associação Beneficente dos Servidores da Universidade Federal de Santa Maria (ABS) foi fundada oficialmente em 1973, e a partir de 1978 deixou de ser apenas beneficente se tornando uma entidade de caráter sindical, sendo transformada em Associação dos Servidores da UFSM (ASSUFSM), com a função de representar os servidores técnico-administrativos da UFSM perante a universidade, comunidade e governo.
A Escola Pão dos Pobres iniciou suas atividades em 1931, idealizada e fundada pelo casal Carlos Martins e Alayde Pereira. A finalidade da instituição é o acolhimento de menores carentes em sistema de internato ou semi-internato, e a partir da 6ª serie os menores podem escolher uma oficina profissionalizante. Em 1981 era constituída por: Escola de ensino de 1º Grau, Creche Escolinha Padre Orlando, e setor de aprendizagem profissionalizante que oferecia cursos de Tipografia, Serralheria, Marcenaria, Horticultura e Artesanato em Ferro e em Madeira, com duração mínima de três anos. Contava ainda com atendimento médico e com um atendimento odontológico com a colaboração dos acadêmicos da UFSM. Hoje se denomina Escola Municipal de Ensino Fundamental Pão dos Pobres Santo Antônio.
O Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) foi criado em 1970, originalmente chamado de Centro de Ciências Jurídicas, Econômicas e Administrativas, por ser composto pelos cursos: Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas e Direito. Com a implementação dos cursos de Arquivologia e de Comunicação Social (Habilitação em Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda), ainda na mesma década, e do curso de História, o Centro passou a ter a denominação atual.
O curso de Psicologia foi inserido em 1996, seguido pelo de Ciências Sociais, em 1997. Os cursos de Filosofia Bacharelado, de Sociologia Licenciatura e de Relações Internacionais iniciaram no segundo de semestre de 2009. No vestibular de 2010, foram abertas as vagas para os cursos de Serviço Social e de Produção Editorial.
Essa atual configuração torna o CCSH o maior Centro de Ensino da UFSM, com 23 cursos de Graduação e 13 Programas de Pós-graduação, distribuídos em 12 departamentos. Os cursos que compõem o Centro fundamentam-se na capacitação social e humana dos seus acadêmicos e tem como principal preocupação garantir a qualidade em ensino superior, pesquisa e extensão.