Foi admitido como auxiliar de ensino da UFSM em 15 de abril de 1966. Em 19 de março de 1971 foi lotado no Departamento de Agricultura do Centro de Ciências Rurais e em 01 de março de 1979 no Departamento de Solos. Foi coordenador substituto do Curso de Pós-Graduação em Agronomia em 1978. Aposentou-se por invalidez permanente em 26 de abril de 1984. Faleceu em 2014.
O Cine-Teatro Imperial foi inaugurado em 26 de junho de 1935, com 1.170 lugares e localizado à Rua Dr. Bozano. Abrigou a Escola de Teatro Leopoldo Fróes (ETLF), dirigida por Edmundo Cardoso, que dividia o espaço com as exibições de películas. O prédio foi reformado e, atualmente, é ocupado pela Loja de Calçados – Casas Eny.
A necessidade de um Hospital Escola surgiu com a criação do Curso de Medicina, em 1954. Também nos anos 50, uma equipe do Serviço Nacional de Combate à Tuberculose visitou Santa Maria e constatou um alto índice de tuberculosos na região, a partir disso o jornalista Bicca Larré realiza oito reportagens no jornal A Razão sobre o tema e, segundo o autor, são essas reportagens que embasam a campanha para a construção de um hospital especializado no combate à doença. O deputado Fernando Ferrari é um dos líderes dessa campanha, na Câmara Federal, e o jornal A Razão, em Santa Maria, ocupa a liderança local. Em 1959 inicia a construção do que seria o Hospital Regional de Tisiologia, mas, logo depois, as obras passam para o controle da recém criada UFSM. Por intermédio da lei 3958/61, a UFSM obteve autorização para executar as obras do Hospital Regional de Tuberculose, que se iniciaram em 1959. Então, foi criado o Hospital Universitário Setor Centro (HUSC) que surgiu de uma estrutura (fase inicial) de construção localizada em um terreno cedido pelo Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo (HCAA) abandonada por anos devido à falta de déficit de recursos financeiros. A obra era do Estado e foi financiada pelo Serviço Nacional de Combate à Tuberculose, já que se destinava à instalação do Hospital Regional de Tisiologia.
Em 1962, o Ministério da Saúde cede o local e a obra para o Ministério da Educação e a UFSM fica encarregada da finalização e uso do hospital. Com o aproveitamento da área construída e com as adaptações realizadas, ela serviria de Hospital Escola aos alunos da Faculdade de Medicina. Nesse período, essas instituições tinham como objetivos principais o ensino e a pesquisa clínica. A Universidade retoma as obras, realiza adaptações no projeto, adequando-o às funções de hospital universitário e o inaugura em 1969 com o nome de Hospital de Tisiologia-Tórax.
A inauguração aconteceu no ano de 1970, contando o prédio com oito pavimentos e capacidade para 120 leitos, funcionando os serviços do Departamento de Administração Hospitalar, Serviços Técnicos, Serviços Complementares de Diagnóstico e Tratamento, Departamento de Clínica Médica; Departamento de Clínica Cirúrgica e Departamento de Pediatria.
Ele funcionou até 1982 no centro de Santa Maria, quando a distância dos departamentos de ensino da UFSM – localizados no campus em Camobi –, a grande demanda de atendimento e o reduzido espaço foram superados com inauguração do HUSM.
O TUSM (Teatro Universitário de Santa Maria) foi um grupo que se originou como Teatro Universitário da Federação dos Estudantes da Universidade de Santa Maria, órgão de representação dos universitários da cidade, passando depois a ser um setor do DCE-UFSM.
Iniciou seus trabalhos em sua sede própria a partir de 14 de abril de 1962, inaugurada pelo Exmo Sr. Embaixador Paschoal Carlos Paschoal Magno. Seu primeiro diretor foi o então acadêmico Pedro Freire Júnior.
Transformou-se no Teatro Universitário Independente, no Espaço Cultural Victorio Faccin.
(Santa Maria, 09 de outubro de 1968. Of. nº 517 - 67/68. Arquivo DCE-UFSM. O ofício confere esclarecimentos endereçados à imprensa local)
Mestre em Patrimônio Cultural pela Universidade Federal de Santa Maria (2015), Bacharel em Turismo pela Universidade Franciscana - UFN (2006). Atuou no setor do Turismo de 2003 a 2009. Desde 2010 é servidora pública e atua na área de comunicação e marketing da Editora da Universidade Federal de Santa Maria.
Em janeiro de 1969, após ordem do Comandante Geral da Brigada Militar, à época, Coronel Iriovaldo Maciel de Vargas, foi publicado em Boletim Geral uma resolução que determinava a criação da Escola de Formação de Graduados da Brigada Militar (EsFG), em Santa Maria.
No dia 13 de maio de 1970, através do Dec. 20.277 do Exmº Sr Governador Cel Walter Perachi Barcellos, foi criada a Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Graduados (EsFAG).
Quatro anos depois, a EsFAG passa a denominar-se EsFAS – Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Sargentos. Além de promover a formação e o aperfeiçoamento dos policiais militares da Brigada Militar, a Escola também acolhia alunos de diversas polícias militares do Brasil. Pela qualidade do ensino oferecido, se tornou reconhecida nacionalmente.
Em 2000, recebeu a denominação de Escola Técnica de Polícia Militar (ETPM).
Em 2010 através do Dec. 47.165/10 de 07 de abril, retorna a denominação de EsFAS, anseio de seus integrantes e de todos que conheciam sua trajetória como unidade de ensino.
Em 2014, na comemoração de 44 anos, era comandada pelo Tenente Coronel Gedeon Pinto da Silva.
Em 13 de janeiro de 2005 foi realizada uma Audiência Pública para tornar possível a instalação de duas extensões da UFSM no norte do Rio Grande do Sul - Campus Frederico Westphalen e Palmeira das Missões. O ato foi realizado no Colégio Agrícola de Frederico Westphalen (CAFW) e reuniu mais de 800 pessoas. Na ocasião, a proposta recebeu parecer favorável do então Ministro da Educação, Tarso Genro, que aprovou, de forma oficial, a expansão da universidade para a região norte do RS.
Dando continuidade às tratativas, em 28 de fevereiro de 2005, o então reitor da UFSM, Paulo Jorge Sarkis, designou um grupo de trabalho responsável por elaborar o projeto de instalação dos novos campi. Coube a esse grupo planejar as bases acadêmicas e administrativas que sustentariam a presença da UFSM no Norte do estado.
O projeto avançou ao longo do ano e, em 20 de julho de 2005, o Conselho Universitário da UFSM aprovou o Parecer nº 031/2005, autorizando a criação do Centro de Educação Superior Norte-RS da UFSM (CESNORS). Em 10 de novembro de 2005, por meio da Resolução nº 014/2005, foi, então, oficialmente criado o CESNORS, com sede em Frederico Westphalen e extensão em Palmeira das Missões.
Em 28 de julho de 2005 ocorreu a solenidade de instalação do CESNORS no ginásio de esportes de Frederico Westphalen, com participação do Ministro da Educação Tarso Genro, do Reitor Paulo Sarkis e de Paulo Pimenta.
Em dezembro de 2005, o então presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva assinava um contrato que estabelecia um convênio entre o Governo Federal e a UFSM, que permitia o repasse de recursos da União para o início das obras. Posteriormente, em março de 2006, estavam abertas as inscrições para o primeiro vestibular do Campus em Frederico Westphalen e, também, do Campus em Palmeira das Missões. Já em julho de 2007, ocorria a inauguração oficial dos primeiros prédios da UFSM na região Norte do Rio Grande do Sul.
Próximo de completar 10 anos de história, ocorreu a separação estrutural da unidade CESNORS/UFSM no início de 2016.
O Departamento de Administração Hospitalar, sob direção do Dr. José Mariano da Rocha Netto, abrangia, em 1970, em sua estrutura física: o Hospital Universitário com 450 leitos, o Hospital de Neuropsiquiatria com 192 leitos, o Hospital do Tórax com 120 leitos, o Hospital de Clínicas Veterinárias com capacidade de atendimento a 253 animais. Na estrutura organizacional estava assim estruturado. Direção Geral: Diretor da Divisão de Serviços Técnicos, Diretor da Divisão Administrativa, Diretor Clínico do Hospital Universitário Setor Centro, Diretor Clínico do Hospital Universitário Setor de Psiquiatria, Diretor do Hospital de Clínicas Veterinárias e assistente do diretor de administração hospitalar. Divisão administrativa: secretaria, seção de material e patrimônio, seção de contabilidade e orçamento, seção de manutenção e reparos, zeladoria, lavanderia, rouparia, costura. Divisão de Serviços Técnicos: Serviços complementares de diagnóstico e tratamentos: Serviços de Laboratório a Análises Clínicas, Serviço de Radiologia, de Hematologia e transfusão, de Plantão< de Eletrocardiografia e de Eletroencefalografia. Departamento de Clínica Médica: Ambulatórios de Angeologia, de Cardiologia, de Clínica Geral, de dermatologia, de Endoclinologia, de Gastroentereologia, de Gincecologia e Obstetrícia, de Nefrologia, de Pediatria, de Pneumologia e Nutrição e de Reumatologia.
Nascido em Pelotas, graduou-se na Faculdade de Medicina de Santa Maria em 1959, especializando-se em Ginecologia, e doutorou-se em Medicina pela mesma instituição em 1968.
Sua defesa de doutoramento em 1967, Santa Maria foi focada pelos holofotes da imprensa internacional graças à presença, na sua banca examinadora, do ilustre convidado Hermann Goergen, um doutor em Filosofia famoso nos meios intelectuais alemães e, depois, especialmente por arriscar a vida para salvar fugitivos do nazismo nos anos 1940.
Por ter sido o aluno melhor colocado na turma de formandos, foi escolhido por Mariano da Rocha Filho à condição de professor em 1960. Dez anos depois, na condição de professor titular, organizava o serviço de Ginecologia da faculdade na qual foi eleito diretor em 1984. Foi professor Titular do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia do Centro de Ciências da Saúde, diretor Clínico do Hospital Universitário e coordenador do Curso de Medicina da UFSM. Aposentou-se em 1991.
Em 1984 foi presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana. Em 2005 recebeu o título de professor visitante da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Rosário (Argentina). Foi presidente da Sociedade Brasileira do Climatério. É Membro Honorário de Sociedades Científicas da Guatemala, Venezuela, Peru, Bolívia, Equador, Chile e Uruguai.
Em 2012 assumiu como diretor Técnico do Hospital de Caridade (HC) Dr. Astrogildo de Azevedo – em substituição a Flávio Brum, que assumiu a Secretaria Municipal de Saúde.