Fundado em 1948, além de ser o primeiro Santuário da Mãe e Rainha de Schoenstatt do Brasil, tem uma conotação internacional, especialmente por ter iniciado junto dele a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, pelo Servo de Deus João Luiz Pozzobon.
Os Santuários de Schoenstatt no mundo inteiro são cópias fiéis do primeiro Santuário da Mãe e Rainha, em Schoenstatt/Alemanha, conhecido como o ‘Santuário Original’. Cada um, porém, tem um nome próprio, expressando sua originalidade e missão.
O Santuário de Schoenstatt de Santa Maria chama-se Santuário Tabor. Este nome se inspira na cena da transfiguração de Jesus e nasceu da reflexão sobre uma oração escrita pelo Fundador, Padre José Kentenich, quando da sua prisão no Campo de Concentração de Dachau. Nela, Padre Kentenich estimula a vermos na luz da transfiguração o mundo que Maria, a partir da Aliança de Amor e pela sua atuação educadora, quer formar a partir dos seus Santuários de Schoenstatt: “lar de amor, prodígio em pleno brilho do Tabor”.
É um projeto de extensão que atua desde 2000 anos na preparação de estudantes para o ingresso no ensino superior, por meio de aulas ministradas por alunos de universidades da região interessados em ensinar e fortalecer a própria formação pedagógica. Totalmente gratuito, o curso busca a democratização do acesso à educação.
O curso incentiva a participação de aspirantes ao ensino superior sem condições socioeconômicas de financiar um curso pré-universitário particular, bem como de acadêmicos que buscam reunir experiências de atuação como professores. O grupo de educandos é constituído por pessoas que estão cursando o terceiro ano do ensino médio ou que concluíram o ensino básico, aprovadas no processo seletivo do projeto; enquanto o de educadores, por alunos de graduação e pós-graduação da UFSM e demais instituições ou egressos que atuam como professores/monitores.
Em 2023 ofertou 120 vagas, sendo as aulas nas noites de segunda à sexta-feira e nas tardes de sábado.
Atuou com administrador na UFSM.
Foi presidente do Centro dos Funcionários da USM em 1962.
Luiz Bezerra nasceu em 1924 em Pernambuco. Formado Químico Industrial em 1946, tornou-se especialista em solos em 1955 pela UFRRJ. Trabalhou no DNOCS- Departamento Nacional de Obras contra as Secas, na Seção de Solos do Instituto Augusto Trindade de Souza no IPEANE – Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias do Nordeste e na Embrapa, onde permaneceu até se aposentar em 1994. Em sua longa carreira, também atuou como professor convidado na UFRPE e UFSM. Destacou-se por suas pesquisas em solos do Nordeste brasileiro com ênfase em Física do Solo. Publicou mais de 60 trabalhos científicos tornando-se referência obrigatória para quem estuda porosidade e água em solos nordestinos.
É autor do livro Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, um olhar sobre sua história, impresso pela primeira vez em 2004 e reeditado em 2007. O livro é uma contribuição inestimável à memória da SBCS porque registra todos os eventos já promovidos pela SBCS e como foram evoluindo e se transformando através dos tempos. Muitos foram fotografados pelo próprio Dr. Bezerra presente a quase todos até hoje.
É considerado a memória viva da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo. Seu nome consta na história oficial da SBCS desde 1965 quando ingressou na diretoria como conselheiro. Antes disso, já participava dos eventos e era um entusiasta da ideia de reunir pessoas interessadas na ciência do solo no Brasil. Tornou-se sócio honorário da SBCS em 1997, durante o XXVI Congresso Brasileiro de Ciência do Solo.
Uma de suas grandes contribuições à Ciência do Solo foi a coordenação da equipe que publicou o Manual de Métodos de Análise de Solo que teve sua primeira edição produzida pelo então Serviço Nacional de Levantamento e Conservação de Solos da Embrapa.
Acadêmico do Curso de Música da UFSM em 1972. Estudou violino com Irmã Wilfried e viola clássica com Nicolau Richter.
Agricultor, comerciante e industrial, Emídio Perondi iniciou suas atividades políticas como vereador no município de Ijuí (RS), eleito em novembro de 1962. Empossado em fevereiro de 1963, permaneceu na Câmara de Vereadores até janeiro de 1969. Em 1972, tornou-se membro da Sociedade Civil do Bem-Estar Familiar no Brasil (Benfam). Foi prefeito da cidade de Ijuí entre 1973 e 1976 e deputado federal pelo Rio Grande do Sul de 1979 a 1987. Foi um dos fundadores do Jornal da Manhã em Ijuí em 1974. Foi vice-presidente e posteriormente presidente da Federação Gaúcha de Futebol, entre 1991 e 2004
É graduado em Comunicação Visual (1983) pela Universidade Federal de Santa Maria, instituição onde exerce o cargo de Programador Visual desde 1986.
Foi patrono da 45ª Feira do Livro de Santa Maria, em 2018.
Durante dois anos, a partir de agosto de 2021, produziu e apresentou o programa semanal Memória, na Rádio CDN, constituído de entrevistas com convidados que tratavam sobre Santa Maria antiga, sob as mais variadas perspectivas.
Pesquisa literatura de viagem no Rio Grande do Sul e o passado santa-mariense, sobretudo por meio da imprensa e da fotografia. Como organizador ou pesquisador, contribuiu em diversas obras relacionadas ao passado de Santa Maria. É autor de diversos livros.
Em 1997, com José Newton Marchiori, publicou "Santa Maria: relatos e impressões de viagem" pela Editora da UFSM, reeditado em 2008.
Em 2004, com Sérgio da Costa Franco, publicou "Os viajantes olham Porto Alegre" (2 vol.) pela Editora Anaterra, obras agraciadas com o Prêmio Açorianos de Literatura - categorias Especial e Livro do Ano, em 2005.
Em 2008, com José Newton Marchiori e Paulo Fernando Machado publicou "Do céu de Santa Maria", edição da Prefeitura Municipal de Santa Maria.
Em 2017, com Sergio Faraco, publicou "Francisco Ricardo: uma tragédia esquecida" pela Editora L&PM (finalista dos prêmios Açorianos e Minuano, em 2018)
Em 2018, com Silvia Paraense, organizou "Santa Maria: o passado pitoresco, em prosa fluida!" pela Editora da UFSM, que reúne crônicas de Romeu Beltrão.
Maria Zaira Silveira de Grandi era Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria. Proprietária do Grupo A Razão, de Santa Maria, empresa que dirigiu por 26 anos.
Zaira e o marido, Luizinho de Grandi, adquiriram A Razão - que pertencera à cadeia dos Diários e Emissoras Associados - em 1982, e constituíram a Empresa Jornalística De Grandi Ltda. Ela assumiu a direção da empresa após a morte do marido, assassinado em 1988, durante assalto à casa da família, dando continuidade ao processo de modernização do veículo que também integrava A Razão Editora e Rádio Santamariense.
Nasceu em São Sepé. Formou-se em Medicina na Universidade Federal de Santa Maria em 1962. Especialista em Psiquiatria na Clínica Pinel pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1965. Realizou formação analítica na Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre (SPPA) entre 1976 a 1979 e foi presidente da entidade de 1998 a 1999.
Foi dirigente da Equipe de Saúde Mental da Secretaria da Saúde de Santa Maria em 1979.