O primeiro diretor do Departamento de Comunicação foi Antonio Abelin, de maio de 1968 a novembro de 1971. Era constituído das seguintes unidades: Rádio Universidade, Televisão Educativa e Rede de Telecomunicações do MEC-RETEMEC. Na década de 70 a Rádio produzia programas para divulgar a Escola do Ar com os cursos de Madureza e Educação Moral e Cívica; além de divulgar cursos de inglês, francês e alemão com a colaboração dos respectivos consulados. Também manteve intercâmbio de programas com a Voz da América, Deutsche Welle, Office de Radiodifusion Television Française, Rádio Nederland, British Information Services e Rádio. A equipe da Televisão Educativa (convênio com a TV Imembuí) produzia reportagens cinematográficas 16mm negativo a serem projetadas nos Programas Universidade Aberta e Noticiário da Universidade, além de outros documentários sobre unidades da UFSM. A equipe era constituída de dois assessores, um redator, um engenheiro, um correspondente, dois coordenadores, um escriturário, quatro locutores, três operadores de estúdio, um repórter, um produtor e um discotecário.
Foi admitido como professor responsável pela cadeira de Anatomia em 02 de janeiro de 1962.
Em 13 de dezembro de 1968 foi nomeado diretor, com mandato de 3 anos do Instituto de Anatomia.
Aposentou-se em 21 de agosto de 1967.
Miranda foi advogado, jurista, filósofo, matemático, sociólogo, magistrado, diplomata e escritor brasileiro. Estudou Direito na Faculdade do Recife, onde se bacharelou em 1911, com 19 anos. Estreou aos 20 anos com o ensaio filosófico “A moral do futuro”, prefaciado por José Veríssimo. A partir dessa época não cessou de escrever a sua grande obra, que abrange os campos da Sociologia, da Filosofia, da Matemática e, acima de tudo, do Direito.
Em 08 de agosto de 1970 recebeu o Título Honoris Causa ada UFSM e ministrou a conferência “Importância do Direito para a Humanidade” para o Curso de Direito da UFSM.
Natural de Marcelino Ramos, De Grandi fez sua carreira na Capital, onde trabalhou nos principais jornais da cidade, desde repórter até diretor de Redação. Começou a vida profissional no Diário de Notícias, em agosto de 1961. Em 1970, atuou por alguns meses como chefe de reportagem na Zero Hora e logo assumiu a direção da sucursal do jornal carioca Correio da Manhã em Porto Alegre.
Em 1982 Celito e seu irmão Luizinho De Grandi compraram o Jornal A Razão, de Santa Maria. Em 1988, Luizinho foi assassinado e Celito teve que assumir o comando do jornal. Quatro anos depois - 1992, decidiu dar novos rumos para a vida profissional: se aposentou da função de jornalista concursado do governo estadual e se afastou também do Jornal A Razão, com a venda de sua parte societária no negócio.
Ocupou o cargo de delegado regional do Trabalho do RS de 1975 a 1978 e de 1979 até 1982. Foi o coordenador-geral da Assessoria de Comunicação Social do Governo do RS em 2004 e superintendente de Comunicação Social da Assembleia Legislativa.
Recebeu o Prêmio Açorianos de Literatura como Autor-Revelação com o livro Loureiro da Silva, o Charrua (Literatis, 2002).
Formado em Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Professor do curso de Medicina da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) por 30 anos.
Médico psiquiatra e homeopata, foi um dos fundadores – junto com os irmãos Flammarion e Paulo – do Serviço de Assistência Médica Particular (Sampar) e do Centro Médico Hospitalar, do qual foi diretor-presidente até 2006. Além disso, Denizard Souza foi e trabalhou no Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (Samdu), uma clínica pública fechada pelo governo federal em 1955 por motivos políticos.
Na primeira metade do século, fundou a Aliança Espírita Santa-Mariense. Na segunda, dedicou-se ao estudo de seres extraterrestres.
José Pedro Pinto Esposel nasceu em 22 de outubro de 1931, no Rio de Janeiro, Brasil.
Formado em 1965 pelo Curso Permanente de Arquivos, ministrado no Arquivo Nacional, que daria origem ao atual curso superior na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), tinha também graduação em história, geografia e direito. Colaborou na implantação do curso de graduação em arquivologia na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), onde proferiu a aula inaugural, em 1977.
Foi um dos fundadores e primeiro presidente da Associação dos Arquivistas Brasileiros (AAB), em 1971.
Chefe do Arquivo do Banco Central (BC), no Rio de Janeiro, lançou o primeiro periódico destinado à área arquivística no Brasil, a revista “Arquivo & Administração”. Militou pela criação dos primeiros cursos de nível superior em arquivologia e pela regulamentação das profissões de arquivista e técnico de arquivo, obtida através da Lei nº 6.546/78.
Sempre lutando pela profissão e pela arquivologia, ficou famoso seu discurso em defesa da competência dos arquivistas, proferido durante o V CBA, realizado no Hotel Glória, no Rio de Janeiro, em 1982.
Em 2002 foi homenageado pelo Diretório Acadêmico de Arquivologia (DACAR) da UNIRIO, que passou a se denominar oficialmente “Diretório Acadêmico José Pedro Esposel” e instituiu um prêmio com seu nome. Em 2004, quando da fundação da Associação dos Arquivistas do Estado do Rio de Janeiro (AAERJ), foi agraciado com o título de Sócio Benemérito, sendo o primeiro signatário da ata de fundação.
Foi o criador do curso de graduação em arquivologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) em 1978. Esposel foi professor titular da UFF com sua tese “Introdução a Arquivologia: roteiro de ensino” (1980) e Livre-Docência com a tese “Noções prévias para elaboração de um manual de arquivo” (1975), sendo o organizador dos Anais do I Congresso Brasileiro de Arquivologia no Rio de Janeiro realizado em 1972.
Ainda na UFF, em 1983 projetou o primeiro curso de pós-graduação em arquivo, para aperfeiçoamento de professores de arquivologia e fundou o Arquivo Central, em 1985. Entre outros livros, publicou “Arquivos: uma questão de ordem” (1994). Em 2001, contou um pouco a sua experiência enquanto diretor do NDC/UFF.
Ele faleceu em 2 de julho de 2018, em Niterói, Rio de Janeiro, Brasil, com 86 anos.