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Marçal, Ayrton Vallandro
Person · /2005/02/15

Formou-se na 1ª turma do Curso de Administração da UFSM, com mais 17 formandos em dezembro de 1970. Foi admitido em 30 de setembro de 1966 na Universidade Federal de Santa Maria. Em agosto de 1987 foi designado como sub-chefe substituto do Departamento de Ciências Administrativas. Foi Pró Reitor de Administração na década de 80. Aposentou-se em 03 de setembro de 1991.

BR UFSM · Corporate body · 14 de dezembro de 1960 até hoje

A Universidade Federal de Santa Maria, idealizada e fundada pelo Prof. Dr. José Mariano da Rocha Filho em 14 de dezembro de 1960 e instalada solenemente em 18 de março de 1961, foi a primeira universidade instalada fora do eixo das capitais do estado no Brasil com a denominação de Universidade de Santa Maria.
A UFSM é uma Instituição Federal de Ensino Superior constituída como Autarquia Especial vinculada ao Ministério da Educação. 
A UFSM, por meio do Programa de Ingresso ao Ensino Superior - PEIES, desenvolve acompanhamento intensivo a 925 escolas participantes do ensino médio, trinta CRE's e os estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e São Paulo.
A UFSM possui, hoje, em pleno desenvolvimento, cursos, programas e projetos nas mais diversas áreas do conhecimento humano. A Instituição mantém 66 cursos de Graduação Presenciais, 10 cursos de Educação a Distância e 72 cursos de Pós-Graduação Permanente.

Person · 1915-11-07/1990-08-19

Filho de Sylvia Leal de Moraes nasceu em Santa Maria no dia 07/11/1915. Casado com Soeny Pereira Marques de Moraes.
Em 1962 foi admitido para atuar como Professor Adjunto da Faculdade de Medicina de Santa Maria. Foi membro da junta médica em 1963.
Em 20 de janeiro de 1965 foi designado para organizar o funcionamento do Instituto de Higiene e Saúde Pública.
Em 13 de janeiro de 1970 foi designado para presidir a comissão organizadora das festividades alusivas ao 10º aniversário da UFSM.
No ano de 1970 foi nomeado Professor titular do Departamento de Medicina – CCB, onde permaneceu até 1979 quando foi designado para o Departamento de Saúde da Comunidade – CCS.
Aposentou-se setembro de1980. Faleceu em 19/08/1990.

<b>Fonte Consultada: </b>
UFSM. SIE – Sistema de Informações para o Ensino. Recursos Humanos (Módulo 4). Ocorrência por Matrícula (4.99.02.20.02) de Antonio Carlos Machado. Acesso em: 04 out. 2011.

<b>Pesquisa realizada por</b>
Rodrigo Vieira em 05/10/2011
Dhion Hedlund em 10/10/2011

Costa, Ary Bento, 1899/1969
Person · 1902-02-18/

Filho de Manoel G. da Luz Costa e Hermidia Bento Costa. Nascido em 08/02/1902. Natural de Pelotas/RS. Foi empossado Professor da disciplina de Química Analítica da Faculdade de Farmácia de Santa Maria, no dia 25 de Agosto de 1951. Permaneceu em exercício como Professor até 1962, quando houve a implementação do Curso de Agronomia do qual foi o primeiro Diretor. Atuou na direção da Faculdade de Agronomia até 1964. Aposentou-se em 1965.

Person · 1900-08-07/1989-03-15

As vitórias de Attílio Fontana e o sucesso empresarial que ele alcançou após fundar a Sadia escondem uma trajetória marcada por muitas dificuldades e uma impressionante perseverança. Antes de vencer com a Sadia, ele perdeu o pai aos 21 anos, faliu como comerciante e ficou viúvo. Nascido no município de Silveira Martins no Rio Grande do Sul, filho de Romano Fontana e de Theresa Dalle Rive Fontana. Avô de Luiz Fernando Furlan.
O empresário só chegou em Concórdia em 1942 e criou a Sadia, a partir de uma fábrica de farinha e um frigorífico em construção, dois anos mais tarde. Em 15 de março de 1989, quando faleceu, Attilio Fontana havia transformado um pouco atraente investimento numa das maiores agroindústrias da América Latina.
Depois de 1944, a vida de Attilio Fontana mudou de forma impressionante. Somou-se ao sucesso empresarial a carreira política. Foi prefeito de Concórdia (1951-1954), deputado federal (1955-1959 e 1959-1963), secretário estadual da Agricultura, senador e vice-governador. Sob seu comando, a Sadia não parou de crescer. No livro "História da Minha Vida", publicado em 1980 e escrito pelo próprio Attilio, fica claro que boa parte do sucesso do empresário se deve ao seu senso de oportunidade. Ele estudou só até o terceiro ano do primário.
Na justificava para colocá-lo entre os 20 maiores empresários do século 20 no Brasil, a revista "Exame" chamou Attilio de "obstinado". E o rótulo lhe cai bem. Contra todas as indicações da época, ele preferiu construir uma indústria no interior, longe dos incentivos do governo e do trigo que chegava abundantemente nos portos do litoral. Depois, decidiu manufaturar a carne que comprava dos produtores rurais e levá-la até os consumidores de avião. Tudo isso na época em que o carro de boi ainda era o meio de transporte predominante no interior de Santa Catarina.

Person · 1928-03-16/

Filho de Gennaro Galvão e Ayda Collares Galvão, nasceu em Montenegro no dia 16/03/1928.
Formou-se em Agronomia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Sua relação com a UFSM começou em 1962 quando foi convidado para ser professor na Faculdade de Agronomia - curso do qual viria a ser coordenador. Nesta época ainda trabalhava como engenheiro agrônomo no Instituto Rio - Grandense do Arroz (Irga). Foi nomeado e empossado em 01/03/1962, no cargo de instrutor de Ensino Superior, e reconduzido para o exercício em 1963.
Em janeiro de 1966 foi Presidente do IRGA a disposição da Universidade por um ano e também respondeu pela Chefia do Departamento de Engenharia Rural da Faculdade de Agronomia. Em 19 de maio de 1966 tomou posse no cargo de diretor dessa Faculdade.
Em 3 de junho de 1969 foi designado diretor da Operação Oswaldo Aranha. Em 17 de dezembro de 1969 foi declarado membro do COPERTIDE da UFSM. Foi designado para tomar e propor medidas administrativas e didáticas ao plano de reestruturação da UFSM, aprovado pelo Conselho Federal de Educação. Em janeiro de 1970 foi encarregado das festividades alusivas do 10º Aniversário da UFSM. A partir de março de 1970 passou a responder pelo Centro de Ciências Rurais. Em julho de 1970 participou da Comissão do anteprojeto de Regimento Geral da UFSM. Em 25 de setembro de 1970 foi designado para diretor nacional do projeto UNDP/FAO/SF/BRA-33 - Educação e Pesquisa Agrícola na UFSM - Projeto Oswaldo Aranha. Em março de 1972 foi designado para presidir festejos comemorativos ao Sesquicentenário da Independência Política do Brasil. Em março de 1972 foi designado para a Segunda Conferência Nacional de Tecnologia da Educação Aplicada ao Ensino Superior, realizada de 14 a 19 de janeiro de 1983. Em outubro de 1972 foi designado para Comissão de Honra do 1º Encontro Nacional de Cartografia.
Em fevereiro de 1973 foi executor do termo aditivo ao convênio assinado entre CENAFOR e a UFSM.
Em abril de 1974 foi designado para a comissão permanente para trabalhar, organizar e preparar as exposições feiras agropecuárias de Santa Maria. Em setembro de 1974 foi designado Pró Reitor dos cursos de Pós Graduação para formar comissão para classificar candidatos ao sexto curso de Pós Graduação em Educação. Em outubro de 1974 presidiu a comissão para realizar levantamentos dos danos acusados pelo temporal que se abateu no campus da cidade universitária, colégios de Alegrete, Frederico Westphalen, São Vicente do Sul e Jaguari, na madrugada de 24 de outubro de 1974.
Foi Presidente do VII Festival Hípico da UFSM ocorrido de 3 a 5 de dezembro de 1976. Galvão foi o terceiro reitor da UFSM, tendo sido antecedido no cargo pelo fundador da universidade, José Mariano da Rocha Filho (1960-1973), e por Hélios Homero Bernardi (1973- 1977). O período em que Derblay Galvão administrou a reitoria da UFSM (11-12-1977 a 10-12-1981) coincidiu com a segunda metade do governo de Ernesto Geisel. Essa época abriga atos de considerável arbitrariedade, como o Pacote de Abril e a Lei de Segurança Nacional, mas também o início do enfraquecimento do poder militar, com, por exemplo, a revogação do AI5. Derblay Galvão fala que durante sua gestão “as dificuldades orçamentárias eram muitas. Havia uma luta constante pela obtenção de recursos”. Porém, Derblay aponta diversos avanços para a época, como a “conclusão do Hospital Universitário e do centro de convivências do Restaurante Universitário, além da urbanização, a qual deu um tom bastante paisagístico à Universidade”.
Mudou-se para Brasília em 1982 quando foi convidado para assumir um cargo no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), alternando este trabalho com outros cargos no Ministério da Educação. Casado com Margarida Odete Galvão, aposentado e pai de sete filhos, hoje ele atua voluntariamente como uma espécie de representante e "embaixador" da UFSM em Brasília.
No dia 18 de maio de 2010 foi agraciado com a Medalha Coração do Rio Grande concedida para os cidadãos que contribuíram para o progresso de Santa Maria.

Person · 1912-12-07/1981-10-20

Nasceu em 07/12/1912. Filho de Laura Fenner Bernardi e Virgílio Bernardi. Natural de Alegrete, casado com Angelina Almeida Bernardi. Teve dois filhos, Selene e Leonardo.
Ingressou na UFSM em 20/02/1934. Foi efetivado em 04/12/1950 como Professor Catedrático da faculdade de Química.
Em 30/08/1967 foi nomeado pelo Presidente da República como membro do Conselho Deliberativo da Coordenação de Aperfeiçoamento do Nível Superior.
Em 08/03/1961 foi designado para Diretor da Faculdade de Farmácia e Bioquímica. Manteve-se por 4 anos no cargo.
Em 27/03/1967 realizou viagem de estudos para os EUA e México. Em dezembro de 1967 para Alemanha.
Em 19/03/1971 foi lotado no Departamento de Bioquímica e Farmácia (antiga Faculdade de Farmácia) - CEB.
Em dezembro de 1969 presidiu a comissão de implantação do Plano Reestrutural da UFSM.
Em janeiro de 1970 presidiu a comissão para programação das festividades alusivas aos 10 anos da UFSM.
Em 22/07/1970 foi extinto o cargo de Diretor da Faculdade de Farmácia e Bioquímica da UFSM.
Exerceu o cargo de Vice-reitor da UFSM de 1970 a 1973.
Foi nomeado e tomou posse como reitor em 11/12/1973 a 10/12/1977.
Em 1979 foi designado para diretor do NPPN do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE).
De 01/10/1978 a 08/11/1978 esteve em Portugal.
De 08/10/1980 a 30/11/1980 esteve no México.
Aposentou-se em 20/04/1971. Faleceu em 20/10/1981.

Person · 1918-01-15/1999-12-24

Militar, nascido na cidade do Rio de Janeiro, em 15 de janeiro de 1918. Estudou no Colégio Militar de Porto Alegre, na Escola Militar de Realengo, na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército e na Escola Superior de Guerra. Durante o governo Jânio Quadros integrou a Secretaria Geral do Conselho de Segurança Nacional. Participou do movimento político-militar que originou o golpe de 1964, tendo sido nomeado chefe da agência do Serviço Nacional de Informações (SNI) no Rio de Janeiro (1964-1966). Foi comandante da Força Pública de São Paulo (1966-1967), do 1ºRegimento de Cavalaria de Guardas – Dragões da Independência (1967-1969) e chefe do estado-maior do III Exército (1969). Chefe do Gabinete Militar do governo Médici (1969-1974), tornou-se ministro-chefe do SNI durante o governo Geisel (1974-1979), sendo promovido a general-de-exército em 1977. Através
de eleição indireta, passou a exercer o cargo de presidente da República em 15 de março de 1979. Faleceu no Rio de Janeiro, em 24 de dezembro de 1999.

Person · 1925-10-20/1994-11-28

José Francisco de Moura Cavalcanti nasceu no dia 20 de outubro de 1925, no engenho Cipó Branco, então município de Macaparana, hoje São Vicente Ferrer, agreste de Pernambuco. Filho do Coronel João Francisco de Melo Cavalcanti e Áurea Moura Cavalcanti, iniciou seus estudos em Macaparana. Transferiu-se para o Recife, onde estudou nos colégios Osvaldo Cruz e Nóbrega. Ingressou na Faculdade de Direito e no curso de Geografia e História da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Manuel da Nóbrega. Abandonou os estudos e voltou à Macaparana para ser eleito o prefeito mais jovem do Brasil, aos 18 anos. Retomou o curso de Direito no início dos anos 50, concluindo-o em 1954. Foi indicado pelo então presidente da República Jânio Quadros, governador do Amapá. Após a renúncia de Jânio, em agosto de 1960, Cavalcanti foi destituído do cargo. Retornou a Pernambuco e exerceu o cargo de secretário da Administração e da Coordenação Política durante o governo de Paulo Guerra. No governo seguinte, de Nilo Coelho, exerceu a presidência da Comissão do Desenvolvimento do Vale do Siriji. No governo Médici, Moura Cavalcanti chegou ao plano federal, exercendo a presidência do INCRA (Instituto de Colonização e Reforma Agrária). Em seguida, foi indicado também por Médici, para ocupar o Ministério da Agricultura no período de 10 de maio de 1973 a 15 de março de 1974.
Por indicação de Geisel, então presidente da República, foi nomeado governador de Pernambuco. Em 28 de novembro de 1994, adoeceu e, depois de várias complicações, faleceu no Recife.

Person · 1927-01-04/ 2016-07-14

Nasceu em Santa Maria no dia 04/01/1927. Filho de José Isaia e Clara Remtte Isaia. Casou-se com Lygia de Menezes Isaia. Teve três filhos: Luiz Gonzaga Junior, Letícia e Ricardo, este último já falecido.
Cursou o primeiro grau no Colégio São Luiz (Irmãos Maristas). Concluiu o segundo grau e após se formou contador no Ginásio Santa Maria (1946). Antes, em 1944, iniciou com colegas uma campanha para criar a Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas.
Em 1948, integrou a Comissão que criou a Associação Santa-mariense Pró-Ensino Superior (ASPES).
Em 1951, graduou-se na Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas da PUC-RS.
Em 1952, retornou à campanha Pró-Faculdade de Economia de Santa Maria, tornando-se diretor-fundador da mesma em 1953, aos 26 anos de idade.
Em 1957, criou o Instituto de Estudos e Pesquisas Econômicas (IEPE), onde promoveu a criação do Parque de Exposições da UFSM.
Em 1958, promoveu a criação da Faculdade de Direito de Santa Maria que começou a funcionar em 1960.
Ao lado de Mariano da Rocha, atuou a favor da criação da USM, que se materalizou em dezembro de 1960.
Em 16 de Maio de 1962, assumiu a Administração Central da USM, onde permaneceu no cargo por oito anos.
Em 1970, Assumiu o cargo de Diretor-fundador do Centro de Ciências Jurídicas, Econômicas e Administrativas (CCJEA, hoje CCSH).
Ainda em 1970, foi o autor da criação do primeiro Gabinete de Projetos da UFSM e do Curso de Comunicação Social.
Como membro fundador da Sociedade Brasil Alemanha, trouxe os primeiros recursos para a Fundação Educacional e Cultura (FUNDAE), que foi instituída em 21 de Outubro de 1978, pela ASPES.

<b>Fontes consultadas:</b>
UFSM. SIE – Sistema de Informações para o Ensino. Recursos Humanos (Módulo 4). Ocorrência por Matrícula (4.99.02.20.02) de Luiz Gonzaga Isaia. Acesso em: 04 out. 2011.

ISAIA, Luiz Gonzaga. UFSM: Memórias. Santa Maria: Editora Pallotti, 2006.

<b>Pesquisa realizada por:</b>
Neiva Pavezi e Rodrigo Vieira em 04/10/2011.

Person · 1918-09-24 /2019-10-08

Uma mulher que participa ativamente do seu tempo e realiza múltiplas tarefas, simultaneamente, com dedicação extrema. Casou aos 18 anos, teve 12 filhos, foi professora universitária e diretora do Museu Educativo Gama D’Eça, da UFSM. Mãe e esposa dedicada lutou ao lado de seu marido pela interiorização do ensino superior no Brasil e cuidou da formação intelectual dos filhos, com perseverante permanência.
Filha de Patrício Dias Ferreira e Manuela Velho Dias, nasce em 24 de setembro de 1918, em Caçapava do Sul. Aos nove anos vai estudar em Bagé, no Colégio Espírito Santo, e dois anos após segue para Porto Alegre, para continuar seus estudos no Colégio Bom Conselho, onde se destaca tanto pela liderança quanto pelo desenvolvimento de múltiplas atividades extra-classe: participa do grêmio estudantil, joga tênis e tem aulas de latim, grego, pintura e poesia. Desde a adolescência costuma fazer anotações nos livros, discutindo e atualizando dados, quando diverge do autor.
Em Porto Alegre conhece José Mariano da Rocha Filho, por intermédio de sua irmã Maria Clara Mariano da Rocha, também interna do Colégio Bom Conselho. No mesmo dia em que a conheceu, José Mariano a pediu em casamento. Ela tinha apenas 14 anos.
Após terminar o ginásio, Maria Zulmira cursa o Pré-médico, onde é colega do santa-mariense Antonio Isaia. A aspiração de cursar medicina é interrompida pelo casamento, em 1938, quando vem morar em Santa Maria. A partir desse ano, Maria Zulmira concilia as atividades de mãe, esposa, e parceira de José Mariano, ao fazer o clipping das notícias e organizar as repercussões do movimento pela interiorização do ensino superior na mídia, além de encarregar-se da correspondência e datilografar textos e discursos para o marido. Ao mesmo tempo, é uma mãe presente na vida dos filhos e acompanha o seu desenvolvimento intelectual, desde os deveres de casa até a execução dos trabalhos.
Após o nascimento de seus doze filhos, decide completar os estudos superiores e presta vestibular para Geografia em 1965. Em 1969, ingressa no quadro docente da UFSM, lotada no Departamento de Geociências, lecionando as disciplinas Biogeografia e Geografia do Brasil.
Em 1971, é indicada por Hélios Homero Bernardi, vice-reitor no exercício da Reitoria, para organizar o Museu Educativo e tomar as providências administrativas cabíveis, sem ônus para a UFSM (portaria nº 4856/71). No mesmo ano participa da Comissão Organizadora da Reunião do Conselho Deliberativo do Grupo Universitário Latino-Americano para Reforma e Aperfeiçoamento do Ensino (GULERPE) que ocorreu em Santa Maria.
Durante todo o período em que Mariano da Rocha esteve à frente da reitoria, liderou a organização do Natal dos Filhos dos Operários da UFSM, com festa e distribuição de presentes. Como Presidente da Associação dos Amigos do Museu Educativo Gama d’Eça (AAME), promove anualmente a campanha “Ponha Cristo em Seu Natal”, com o objetivo de lembrar e prestigiar o Aniversariante, campanha que tem a cada ano mais adeptos.
Maria Zulmira também liderou o movimento para a criação da Creche da UFSM, conseguindo doações da comunidade e a adesão incondicional dos funcionários e professores, que doavam mensalmente contribuições para a construção.

Person · ?

Engenheiro da superintendência do desenvolvimento dos Estados do Sul do País – SUDESUL. (1969)
Como Superintendente do SUDESUL recebeu em 18/02/1975 medalha de bronze por Mérito, honraria denominada Mérito Anita Garibaldi.

<b>Fonte consultada:</b>
GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA. Casa Militar. Condecorações do Estado. Agraciados - Medalha de Mérito Anita Garibaldi. Disponível em: < http://www.casamilitar.sc.gov.br/agraciadosAG.htm>. Acesso em 14 out. 2011.

<b>Pesquisa Realizada por:</b>
Fabiana Fagundes Fontana

Person · 1927-11-16/

Filho de João Benites e Corina Ferreira Benites, nasceu em Bagé no dia 16/11/1927. Casado com Beatriz Marques Benites. Foi admitido, nomeado e empossado na UFSM em 01/08/1968.
Exerceu o cargo de Professor Auxiliar no Departamento de Educação até 19 de março de 1971, quando foi lotado no Departamento de Educação como Professor Assistente .
Em 21 de agosto de 1972 foi designado para presidir a comissão da fase definitiva de implantação no Campus Avançado de Roraima.
Em 18 de setembro 1974 assumiu a presidência da comissão para estudos de viabilidade e elaboração do projeto de implantação de um curso de Pedagogia integrada ao campo avançado de Roraima.
Em 01 de março de 1979 foi transferido do Departamento de Educação para o Departamento de Administração Escolar. Onde permaneceu até sua aposentadoria em 17/02/1993.

Person · 1914-05-15/1983-05-05

Filho de Vicente de Paula Dutra e Tarcília Morais Dutra nasceu em Porto Alegre/RS no dia 15/5/1914. Advogado, foi Deputado Federal em vários mandatos; Presidente do Diretório Regional do PSD, no Rio Grande do Sul, 1962. Foi Deputado estadual (1947 a 1950); Senador (1971 a 1978 e 1979 a 1983).
Ministro da Educação e Cultura, 1967-1969; Secretário de Governo, RS; Presidente do Departamento de Serviço Público, RS; Professor, Escola Nacional de Química.

O SEGUNDO HOMEM DA UFSM
O acréscimo de cinco artigos no texto da Lei 3.834-C permitiu que a UFSM fosse criada, em 14 de dezembro de 1960, em solenidade na cidade de Goiânia/GO. O objetivo inicial da lei em questão era criar a Universidade Federal de Goiás, cuja iniciativa partiu do então presidente Juscelino Kubitschek. A inclusão dos artigos que tratavam da UFSM foi iniciativa de um gaúcho dedicado à luta pela interiorização do ensino e pela criação de uma universidade em Santa Maria. Tarso de Moraes Dutra, advogado e político porto-alegrense, pela constante preocupação com a UFSM, tornou-se uma grande personagem na história da instituição.
Ao ver o projeto de lei que tramitava na Câmara dos Deputados, Tarso Dutra, em fins de outubro de 1960, tentou acrescentar uma emenda à Lei 3.834-C, a fim de que também a UFSM fosse criada. O deputado conseguiu acrescentar os artigos referentes a UFSM, mas mesmo assim, manteve-se em silêncio quanto à grande possibilidade que surgia – apenas José Mariano da Rocha Filho foi informado. Inesperadamente, em novembro de 1960, Tarso Dutra chegou à Santa Maria para comunicar as autoridades da Associação Pró Ensino Superior de Santa Maria (ASPES) e das Faculdades locais o êxito na emenda. Um dos presentes nesta reunião era Luiz Gonzaga Isaia, na época diretor da Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas. Ele recorda que a chegada do parlamentar foi uma surpresa, assim como a convocação para a reunião, que aconteceu na Secretaria do Bispado.
Uma das vindas de Tarso Dutra à cidade, datada de julho de 1960, quando a criação da USM ainda era expectativa. Créditos: Departamento de Arquivo Geral da UFSM.
No encontro, Tarso Dutra anunciou a possibilidade existente para a criação da Universidade de Santa Maria (USM), contudo, havia a necessidade de se discutir a viabilidade de reunir as faculdades já instaladas na cidade – a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, a Faculdade de Enfermagem, a Faculdade de Direito e a Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas. A possibilidade encontrada foi a organização da nova universidade em Faculdades Integrantes (Farmácia e Medicina) e Faculdades Agregadas (Filosofia, Direito, Economia e Enfermagem). A espera foi curta, e já em dezembro a solenidade de assinatura da lei foi marcada. Em 18 de dezembro de 1960, enfim, a batalha da ASPES era coroada com um desfecho feliz – a USM estava criada. Após 20 de agosto de 1965, as universidades foram qualificadas, passando a ser chamada Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).
José Mariano da Rocha Filho e Tarso Dutra foram dois grandes nomes na criação e instalação da UFSM. Créditos: Departamento de Arquivo Geral da UFSM.
A presença de Tarso Dutra, todavia, não ficou restrita a este momento. Sua relação com a cidade e com as aspirações locais começaram já na juventude. A família de Tarso Dutra era de Júlio de Castilhos, e ele veio para a cidade estudar. Como lembra o professor Isaia, Tarso Dutra completava o ginásio no Colégio Santa Maria e era colega de Hélios Bernardi, que seria professor do curso de Farmácia e assumiria, em 1973, a Reitoria da UFSM. Mariano da Rocha era mais moço que os dois, cursando séries anteriores. Mesmo assim, o convívio no ambiente escolar gerou proximidade entre Mariano e o parlamentar. Após completarem os anos escolares, ambos foram para a capital estudar. Mariano fez Medicina, enquanto Tarso Dutra optou pelo Direito.
Ao retornar para Santa Maria, em 1938, Mariano da Rocha Filho assume a disciplina de Microbiologia na Faculdade de Farmácia de Santa Maria, e em 1945, é eleito presidente da instituição. Para tentar contornar as dificuldades financeiras que a faculdade enfrentava, Mariano inicia a campanha para incorporar a instituição à Universidade de Porto Alegre (UPA). Nas tratativas pela interiorização, Mariano reencontra o amigo de juventude na Assembléia Legislativa – em 1947, Tarso Dutra era Deputado Estadual pelo Partido Social Democrático (PSD). “Mariano encontrou Tarso na Assembléia, e ele ajudou na incorporação da Faculdade de Farmácia de Santa Maria à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)”, lembra Isaia, que é autor do livro UFSM Memórias.
Tarso Dutra envolveu-se na incorporação à UFRGS da Faculdade de Farmácia, com o apoio desprendido para as ações da ASPES e também com os esforços para a aprovação das Faculdades de Medicina e de Ciências Políticas e Econômicas. A busca por verbas para a UFSM também contava com o apoio do parlamentar, lembrado por Isaia como o “vigilante Tarso”, sempre alerta para as questões locais. Através do parlamentar, por exemplo, a UFSM recebeu verbas para a construção do Centro Politécnico, hoje Centro de Tecnologia. Em agosto de 1959, Tarso Dutra trouxe a primeira de cinco parcelas de um total de 50 milhões de cruzeiros, sendo as demais partes recebidas anualmente. A entrega do cheque para Mariano da Rocha aconteceu na área que seria doada pelas famílias Tonetto e Behr para a construção do campus, que somavam 40 hectares no bairro Camobi.
O então deputado Federal se faz presente no acompanhamento das obras do Instituto Eletrotécnico, primeiro prédio do Centro Politécnico.
A amizade entre Mariano e Tarso Dutra foi importante para a UFSM. “Tarso Dutra era o braço político do professor Mariano”, destaca José Mariano da Rocha Neto, angiologista e filho de Mariano. Mariano da Rocha Neto conheceu o parlamentar em 1962, quando ainda era estudante de Medicina, e lembra que Tarso Dutra era um deputado atuante, especialmente no campo da educação. “A amizade com meu pai era antiga, especialmente porque eles compartilhavam o desejo de interiorizar o Ensino Superior”, lembra ele, que destaca também o apoio sem precedentes de Tarso Dutra para Santa Maria. Mariano da Rocha Neto lembra que quando assumiu a direção do Hospital Universitário, em 1969, Tarso Dutra auxiliou na organização. O parlamentar intervinha na obtenção de materiais e equipamentos, que vinham especialmente da Europa, para a instalação do hospital. A medicina sempre ganhou atenção de Tarso Dutra, já que ele completou cinco anos do curso antes de decidir-se pelo Direito.
“Tarso Dutra era uma pessoa dedicada a Santa Maria, e que auxiliou em outras áreas, não somente no Ensino Superior”, lembra Isaia. A atenção e o zelo para os assuntos da cidade Santa Maria, em especial para a UFSM, garantiram a Tarso Dutra um lugar especial na história da Universidade. Assim que a UFSM foi criada, através da aprovação da Lei 3.834-C, uma série de festejos animou Santa Maria, dentre eles uma homenagem a Tarso Dutra. Souto Maior, deputado federal pelo estado de Pernambuco, destacou em sua fala a atuação ativa do parlamentar para a criação da UFSM.
Durante a formatura da primeira turma de médicos da Faculdade de Medicina de Santa Maria, em janeiro de 1960, novamente Tarso Dutra foi lembrado por Mariano da Rocha Filho, seu amigo de longa data. Em um grande e emocionado discurso, o futuro Reitor da UFSM lembrou-se de várias ações encabeçadas por Tarso Dutra – além do papel fundamental na integralização e na criação de faculdades locais, o parlamentar favoreceu obras como a do Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo e o Hospital de Tisiologia (atual Prédio de Apoio da UFSM). Por isso, nas palavras de Mariano da Rocha Filho, Santa Maria tornou-se a “Princesa Universitária” da época. Palmas prolongadas acompanhavam o discurso de Mariano, que foi seguido por uma fala agradecida de Tarso Dutra. Nela, ele se comprometia a sempre estar disponível para auxiliar Santa Maria, finalizando sua fala com uma promessa à terra que o acolheu: “contarás sempre comigo em tua jornada”.
O Ginásio Didático do Centro de Educação Física e Desportos, cujas obras iniciaram no final da década de 1960, é uma homenagem ao parlamentar. Mariano da Rocha Filho propôs ao Conselho Universitário a denominação “Estádio de Esportes Tarso Dutra”, aprovada sem ressalvas. Na edificação, assim como em placas e diversas homenagens posteriores, registrou-se a presença e dedicação de Tarso Dutra para a construção da UFSM. Independente de questões partidárias e políticas, havia uma comunhão de ideias – o objetivo era construir uma instituição de ensino superior na cidade. O dinamismo de Mariano da Rocha Filho fez com que ele reunisse pessoas engajadas na busca pela criação de uma universidade em Santa Maria. “Tarso Dutra foi o segundo homem dessa lista”, finaliza Isaia, que, não por acaso, fez parte também desse seleto grupo.
Faleceu em 05 de maio de 1983.

Dalcin, Walmor Leal
Person · 1925-10-04

Major e aviador Walmor Leal Dalcin, Governador do território de Roraima, filho de tradicional família Cruzaltense do Rio Grande do Sul.

Person · 1929-04-04 / 1999-11-11 (ISO 8601)

Filho de João Henrique Lopes dos Santos e Maria de C. Xavier dos Santos, nasceu em Santa Maria no dia 04/04/1929. Casado com Alcy Canto dos Santos, foi admitido, nomeado e empossado na UFSM no dia 01/03/1959.
Em 03 de janeiro de 1967 foi designado para assumir a direção do Instituto de Medicina Preventiva.
Em 25 de maio de 1970 foi designado para assumir a chefia do Departamento de Higiene e Medicina Preventiva.
Em 19 de março de 1971 é lotado no Departamento de Medicina – CCB.
Aposentou-se em 15/09/1976 e faleceu em 11/11/1999.

<b>Fonte consultada:</b>
UFSM. SIE – Sistema de Informações para o Ensino. Recursos Humanos (Módulo 4). Ocorrência por Matrícula (4.99.02.20.02) de Zosymo Lopes dos Santos. Acesso em: 04 out. 2011.

<b>Pesquisa Realizada por:</b>
Dhion Hedlund em 04/10/2011
Neiva Pavezi em 04/10/2011

Corporate body · 1957/

O Colégio Agrícola de Frederico Westphalen - CAFW é uma unidade básica de ensino da Universidade Federal de Santa Maria, vinculada à Coordenadoria de Ensino Médio e Tecnológico. A instituição tem por finalidade oferecer ensino profissional técnico e tecnológico para alunos de ambos os sexos, em regime de externato, semi-internato e internato.

A instituição foi criada pela Lei nº 3.215, de 19 de julho de 1957, denominada, inicialmente Escola de Iniciação Agrícola de Frederico Westphalen. Na época, foi vinculada à Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário do Ministério da Agricultura, conforme Diário Oficial de 23 de julho de 1957. Pelo Decreto nº 60.731, de 19 de maio de 1967, é transferido do Ministério da Agricultura para a Diretoria do Ensino Agrícola (DEA) do Ministério da Educação e Cultura. O estabelecimento abriu suas portas no dia 11 de abril de 1966 como Ginásio Agrícola, quando recebeu a primeira turma. Foi incorporado à Universidade Federal de Santa Maria através do Decreto nº 62.178, de 25 de janeiro de 1968, transformando-se em Colégio Agrícola. Pelo Decreto nº 64.827, de 16 de julho de 1969, é estabelecido que a orientação Didático-Pedagógica seria exercida pela Universidade Federal de Santa Maria. Pelo Decreto Lei nº 627, de 13 de junho de 1969, o quadro de pessoal pertencente ao Ministério da Educação e Cultura, lotado no Colégio Agrícola de Frederico Westphalen é transferido para a Universidade Federal de Santa Maria.

O Colégio Agrícola de Frederico Westphalen, de 1966 a 1997 sempre ofereceu o ensino na área agrícola. Em decorrência de exigências da LDB, a partir de 1997, o nome do curso mudou de Curso Técnico em Agropecuária para Curso Técnico Agrícola com habilitação Plena em Agropecuária, conforme ata do Colegiado de nº 02/97, de 1º de abril de 1997, baseada na normativa 044/92 do Conselho Federal de Engenharia Arquitetura e Agronomia.
Em 03 de agosto de 1998, o Colégio Agrícola iniciou dois cursos novos: o Curso Técnico em Informática e o Curso Técnico Agrícola com Habilitação em Agroindústria.
Os cursos foram aprovados pelas Portarias de nº 41 e 42, respectivamente, de 03 de agosto de 1998, publicada no Diário Oficial da União do dia 04 de agosto de 1998 e reconhecida pela Portaria nº 103 de 29/12/1999, processo 23000.017310 de 13/12/1999. O Curso Técnico em Informática foi reconhecido pela portaria de nº 4 de 12/01/2000 e processo nº 23000.017308/99. O Curso Técnico Agrícola com habilitação em agroindústria foi reconhecido pela portaria de nº 102 de 29/12 1999 e processo de nº 23000.017310.

Em 1996, com a nova LDB nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, decretada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República, novas bases para a Educação Nacional são estabelecidas. Nesse sentido o Colégio Agrícola passa a implantar a Reforma e separar o ensino Médio da Educação Profissional. A partir de 2000, se iniciou a Reforma da Educação Profissional e do Ensino Médio para atender a Legislação vigente.

Em agosto de 2002, iniciou-se o Curso Técnico em Química com Habilitação em Carnes e Derivados. A partir de 2003, após a implantação da reforma da Educação Profissional, os cursos sofreram alterações nos seus planos de curso sendo denominados da seguinte forma: Técnico em Agropecuária com Habilitação em Agricultura, Técnico em Agropecuária com Habilitação em Pecuária, Técnico em Agropecuária com Habilitação em Agroecologia, Técnico Agroindustrial na área profissional da Agropecuária, Técnico em Informática na área profissional da Informática.
Em março de 2003 o CAFW recebe a primeira turma do Curso de Técnico em Agropecuária com Habilitação em Agropecuária com funcionamento noturno e duração de 2 anos.

Em 2007, foi implantado o PROEJA – Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na modalidade de Educação de Jovens e Adultos – atendendo ao Decreto Federal nº 5.480 de 13 de julho de 2006.
Em agosto de 2009, o CAFW abre suas portas para as primeiras turmas dos Cursos Superiores. A partir de então a instituição passa a oferecer o Curso Superior em Tecnologia de Alimentos e o Curso Superior em Sistemas para Internet.

Corporate body · 1955-05-16/

A Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira – FACEM foi fundada no dia 16 de maio de 1955, o curso foi o primeiro de nível universitário no Rio Grande do Sul. Em 31/05/55 ocorreu a instalação da FACEM (Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira)e reconhecida pelo Decreto n. º 41.570 de 27 de maio de 1957. Foi agregada à Universidade Federal de Santa Maria, pela Lei n. º 3.384 – C, de 14 de dezembro de 1960.

Mantinha além do curso de graduação em Enfermagem e Obstetrícia, o curso profissionalizante de Auxiliar de Enfermagem e Técnico de Enfermagem.

Corporate body · 1970-10-25/

NA 5ª Reunião do Conselho Interamericano de Cultura, conseguiu-se a aprovação do Projeto da Faculdade Interamericana de Educação, que ocorreu em Maracay, Venezuela, com a presença do Ministro da Educação e Cultura Tarso de Moraes Dutra, como membro da delegação brasileira, resultou a aprovação do 1º curso de pós-graduação, colocando a UFSM em destaque internacional.

Foi o Dr. Tarso de Moraes Dutra foi quem indicou a UFSM para ser a primeira faculdade de caráter Multinacional em pós-graduação. A faculdade recebeu alunos-mestres de 11 Países Americanos. O Reitor, professor José Mariano da Rocha Filho com a colaboração do Coronel Milo Darci Aita instalaram oficialmente o curso em 27 de janeiro de 1970. Em quatro de fevereiro de 1970 o professor Dr. Francisco Céspedes, Diretor de Departamento de Assuntos Educativos da Organização dos Estados Americanos ministrou a aula inaugural do curso.

A Faculdade Interamericana de Educação tinha como objetivo a formação de técnicos da educação e administradores escolares em nível de pós-graduação, fornecendo-lhes possibilidades teorias e praticas de estudo concentrado de ciências e técnicas pedagógicas, assim estimulando pesquisas educacionais e treinamento de pesquisadores, gerando recursos humanos qualificados aos países Latino-Americanos. Promover o intercambio de diversos paises das Américas. Gerar 30 bolsistas de Países como Brasil, México, Chile, El Salvador, Nicarágua, Uruguai, Haiti, Barbados, Trinidad, Tobago, Colômbia, Paraguai, Estados Unidos da América do Norte, Republica Dominicana, Honduras, Peru, Argentina, Guatemala, Costa Rica, Bolívia, Panamá, Venezuela sendo dessas 30 bolsas 9 brasileiras.

No encerramento do primeiro período da faculdade foram apresentados 28 trabalhos, e destes 17 teses foram defendidas e aprovadas.

No início de março de 1968, a UFSM passou a sediar a Faculdade Interamericana de Educação. As atividades do Curso de Pós-graduação para Pessoal Especializado em educação tiveram início a 26 de janeiro de 1970.

Em seu segundo ano de funcionamento, a F.I.E ofereceu trinta vagas, sendo quinze destinadas a candidatos de países latino-americanos membros da OEA, e quinze reservadas a candidatos brasileiros. O curso, iniciado a 1º de março, teve a aula inaugural proferida,à 14 de abril, pelo Sr. Ministro da Educação e Cultura, Cel Jarbas Gonçalves Passarinho E Teve a duração de 10 meses e 20 dias.

Corporate body · 1901/

A história do Instituto Estadual de Educação Olavo Bilac (IEEOB) iniciou em 1901, há 110 anos atrás quando o então governador estadual, Borges de Medeiros, fundou o Colégio Distrital em Santa Maria, começando a funcionar em setembro do mesmo ano com três professores e 190 alunos. Cinco anos depois, o Colégio Distrital transformou-se em Escola Complementar, formando professores primários, e, no ano de 1910, as Escolas Complementares tornaram-se Colégio Elementares, contando apenas com ensino primário. Já no ano de 1916, houve criação do curso noturno destinado à alfabetização gratuita de adultos.

Admar Pozzobom enfatizou que a “Era Vargas” foi divisor de águas na história do país e também da instituição, pois, em 1932, aconteceu a formação da primeira turma de professores e, no ano de 1938, inauguração do prédio central com a denominação de denominada Olavo Bilac, em homenagem ao escritor brasileiro. Anos mais tarde, em 1962, quando Adelmo Simas Genro foi diretor do estabelecimento de ensino, o nome mudou para Instituto de Educação Olavo Bilac.
Atualmente, o Instituto Estadual de Educação Olavo Bilac (IEEOB) é uma das poucas escolas que oferecem o curso Normal em nível médio e pós-médio, além de Educação Infantil, Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos (EJA), Classe Especial e Ensino Médio Regular.

Localizado na rua Conde de Porto Alegre, 655 em Santa Maria.

<b>Fonte Consultada:</b>
Câmara de Vereadores de Santa Maria. Instituto de Educação Olavo Bilac recebe homenagem do Legislativo. Disponível em: < http://www.camara-sm.rs.gov.br/2010/?conteudo=noticia&id=675>. Acesso em 05 out. 2011.

<b>Pesquisa realizada por:</b>
Fabiana Fontana

Corporate body · 04-04-1967/

É constituído por um conjunto de 3 blocos de um pavimento único, abrangendo uma área de 1600 m². No bloco leste, estão situadas as salas de aula e laboratórios, no central, situa-se a parte administrativa com biblioteca, secretaria, sala do diretor e professores. Ligando estes 2 blocos acha-se os sanitários feminino e masculino. Na parte posterior oeste, acham-se o pavilhão e o industrial com oficinas e a cantina. Entre os pavilhões existem 2 áreas internas ajardinadas e na fachada sul encontra-se uma cx dágua elevada com 18 m de altura e com capacidade para 30.000 litros. Este conjunto encontra-se na Cidade Universitária, à direita da Avenida Principal.

Projeto Rondon, 1968 -
Corporate body · 1968 / 1989 (ISO 8601)

Em janeiro de 1968, foi levado à execução o Projeto Rondon n° 1, deslocando para Boa Vista, Roraima, equipes organizadas, levando representantes das Ciências Médicas, Técnicas e Sociais. O Projeto recebeu este nome em homenagem ao Marechal Cândido Rondon, um dos desbravadores da Amazônia e criador do Serviço de Proteção aos Índios. A regionalização do Projeto Rondon, originário do Ministério do Interior contou com a participação do Ministério do Exército e sob a aprovação da Presidência da República.

1ª Fase: Desenvolvida regionalmente. Os jovens que quisessem dirigir-se ao norte do país deveriam primeiramente, ter uma experiência "in loco" dos problemas de sua região. Criaram-se as coordenações regionais, ficando o R14111 no Grande do Sul dividido em duas partes: uma sob a responsabilidade da Universidade do Rio Grande do sul e Pontifícia Universidade Católica do Estado, a outra sob os cuidados da Universidade Federal de Santa Maria. Em suma, o Projeto Rondon, visa à ação dinâmica do estudante, participando dos problemas da comunidade, canalizando suas energias em benefício social da nossa pátria.

A subcoordenação do Projeto Rondon abriu em 13 de abril, as inscrições para os acadêmicos da Universidade Federal de Santa Maria e profissionais de nível universitário, interessados em participar no projeto regional n° 3, contando com 130 inscritos. O núcleo de integração foi responsável pelos contatos mantidos junto à UFSM, para obtenção de recursos necessários para a efetivação do 3° projeto regional. Dos acadêmicos inscritos e relacionados para o projeto regional foram deslocados 43 acadêmicos das seguintes áreas: Agronomia (11), Veterinária (2), Farmácia e Bioquímica (5), Enfermagem (1), Medicina (1), Odontologia (1), Educação (6), Administração (1).

2ª Fase: Desenvolvida nacionalmente. Houve um intercâmbio com as regiões Norte e Nordeste do Brasil. As operações aconteciam nas férias – as nacionais em janeiro e fevereiro, e as regionais, em julho. No campus de Roraima, o fluxo de atividades era constante durante o ano todo, havendo, a cada mês, uma nova equipe de estagiários embarcando para Boa Vista como partes das atividades acadêmicas. Em Roraima, as atividades desenvolvidas alcançavam diferentes áreas do conhecimento, com destaque para a atuação dos acadêmicos de cursos relacionados à saúde e a educação. Além dos atendimentos à comunidade, a UFSM oferecia cursos de extensão para qualificação dos professores locais. Os docentes santa-marienses iam para o campus nos períodos de férias da UFSM, deixando atividades programadas para todo o semestre.

3ª Fase: Campus avançado Roraima. Em abril de 1968, em um vôo de Brasília ao Rio de Janeiro, O Reitor da UFSM teve oportunidade de conversar com o Ministro Costa Cavalcanti. Entre os planos do Ministro do Interior estava o de reativar o “Projeto Rondon”. Não demorou para que Mariano manifestasse o interesse da UFSM em participar do Projeto. A idéia corporificou-se, ao regressar a equipe de acadêmicos da UFSM, que dentro da programação do Projeto Rondon, fora de Roraima, prestar seus serviços no período de férias escolares (Jan./fev. 1969). A idéia tomou forma através do contato do reitor com o Ten. Cel. Mauro da Costa Rodrigues, quando ficou estabelecido o lançamento das Universidades Brasileiras sobre a Amazônia, cabendo à UFSM, o assessoramento à Roraima. Para isso foi montado um Projeto, em que se estabeleciam as condições de execução, de trabalho e de montagem do, já então chamado "Campus Avançado". Este Projeto foi analisado pelo GT Rondon, aprovado, o planejamento final indicava a necessidade de uma "Fase-Piloto" que iniciou em agosto de 1969.
No dia 1° de agosto de 1969, foi assinado o Convênio do estabelecimento do Campus Avançado, em sessão solene presidida pelo Reitor Prof° Dr. José Mariano da Rocha Filho e com a presença dos senhores José Costa Cavalcanti Ministro do Interior, Walmor Leal Dalcin Governador do território de Roraima e o Tenente Coronel Mauro da Costa Rodrigues Coordenador do GT Rondon.

Em resumo o Convênio reunia várias Filosofias:

  • A do Governo Federal, de efetuar o desenvolvimento da Amazônia, a todo custo;
  • A do Governo do território de Roraima com o mesmo propósito;
  • A do GT Rondon, a de "integrar para não entregar";
  • A da UFSM, seguindo a sua diretriz de ser "Alavanca para o Progresso”.

O Campus Avançado é constituído de duas sedes: A urbana, com uma área de cerca de 10 hectares, situado no perímetro de Boa Vista e a Sede rural: localizada na Fazenda Boa Intento com uma área de 1.700 ha. O coordenador do Campus Avançado, Cel. Alexandre Amêndoa, fez com que a idéia tomasse corpo e concretizando-se mesmo com todas as dificuldades. Cabe destacar a atuação da FAB (Força Aérea Brasileira) que possibilitou o dificultoso transporte. O engenheiro Ivan Soares Gervini trabalhou durante todo o mês de novembro de 1969 em Roraima, fazendo o levantamento, estudos e projeto para a construção de um Colégio Agrícola Modelo no Campus de Roraima. As atividades no Campus Avançado de Roraima consagraram a idéia de extensão da Universidade, desafio vencido pelos pioneiros que aceitaram o plano de interiorizar a Educação no País.

O Campus avançado de Roraima funcionou até 1985. As instalações e o trabalho desenvolvido pela UFSM em Roraima foram o embrião para a criação da Universidade Federal de Roraima em 1989.

Em 2005, o nome Projeto Rondon foi resgatado e retomou suas atividades, sob coordenação do Ministério da Defesa.

Primavesi, Artur, 1918/
Person · 1918-02-09/

Filho de Artur Primavesi e Margarete Primavesi, nascido no dia 9 de fevereiro de 1918 em Jagerndorf, Áustria, naturalizado brasileiro em 26 de outubro de 1959, foi casado com Anna Maria Primavesi, com quem teve três filhos: Odo Maria Artur Primavesi, Carin Ana Claire Primavesi e Artur Maria Primavesi. Foi admitido para exercer as funções de Diretor do Instituto de Solos e Culturas e de professor nas cadeiras de Agricultura Geral e Práticas Agrícolas do Curso de Agronomia do Centro de Ciências Rurais da UFSM em 01 de março de 1962. Permaneceu como Diretor do Instituto até 30 de abril de 1970. Ainda em 1970 assumiu o cargo de professor titular de Geociências do Centro de Estudos Básicos. A partir de 1971 passou a exercer o cargo de coordenador do curso de Pós-Graduação em Biodinâmica e Produtividade do Solo. Arthur Primavesi permaneceu vinculado a UFSM até 1976, quando a pedido do mesmo, teve seu contrato rescindido.

Person · 1910-12-27/1988-10-04

Dom Frederico Didonet nasceu em Ivorá/RS/Brasil em 27 de dezembro de 1910 e morreu em Rio Grande/RS/Brasil em 04 de outubro de 1988, foi um bispo católico brasileiro e primeiro bispo da Diocese de Rio Grande.
Em 1º de janeiro de 1969 o bispo de Santa Maria, Dom Luiz Vitor Sartori, criava o Vicariato Episcopal de Cruz Alta, nomeava Vigário Episcopal Monsenhor Frederico Didonet. No dia 14 de julho de 1971 foi nomeado pelo Papa Paulo VI para primeiro bispo da Diocese de Rio Grande.

Person · 1937-08-23/1994-01-30

"Natural de Santa Maria/RS, nasceu em 23/08/1937. Foi admitido na UFSM no cargo de técnico em cinematografia em 02/01/1962. No período de 01/03/1973 a 08/05/1975, foi chefe do Serviço Fotográfico da Divisão de Serviços Auxiliares do Demasa. A 01/11/1974, passou a exercer o cargo de agente de cinefotografia e microfilmagem. Em 01/04/1987 o cargo que ocupava foi alterado para técnico em cinematografia. Bondarenko foi reconhecido pela sua eficiência na atividade como fotógrafo e também pela atenção e maneira prestativa e espontânea com que tratava os colegas. Aposentou-se em 12/04/1988 e faleceu em 30/01/1994."

Achutti, Bortolo, 1898/1977
Person · 1898-10-28/1977-11-19 (ISO 8601)

"Nasceu em 28/10/1898, em Santa Maria/RS, onde sempre viveu até o dia 18/11/1977. Em 1953, quando a atual UFSM era, ainda, USM vinculada à UFRGS, Achutti ocupou o cargo de técnico de laboratório da UFSM, onde foi admitido em 11/02/1953. Estava lotado no CCS, no Departamento de Farmácia Industrial (FID). Exerceu suas atividades na UFSM como fotógrafo, registrando as comemorações e festividades e também auxiliou na elaboração do material didático como diapositivos , além de colaborar em trabalhos científicos com ilustrações (micrografias e fotografias). Foi Membro da Comissão de Publicidade, Fotógrafo-chefe do Departamento de Fotografia e Chefe do Departamento Cultural. Recebeu a medalha de Mérito Universitário, outorgada a professores e técnicos administrativos pela colaboração com a obra do 12° aniversário da UFSM."

Person · 1926-07-15/1988-07-20

"Nasceu no dia 15/07/1926, na cidade de Rio Grande/RS. Foi operador de televisor da INET, na UFSM, que era vinculada à UFRGS. Foi reconduzido ao cargo nos anos 1959 e 1960. De acordo com a lei 3780, dec. 51.337 de 26/10/1961, passou a ocupar o cargo de técnico de telecomunicações. Em virtude da criação da UFSM, em 15/06/1962 foi transferido da UFRGS para a UFSM, onde permaneceu até aposentar-se em 03/07/1981. Faleceu em 20/07/1988"

Person · 1936-03-28/2002

"Natural de Santa Maria/RS nasceu em 28/03/1936. Foi proprietário de um estúdio fotográfico na cidade de Santa Maria. Era conhecido por todos como "Juca Penna". 'Foi contratado "<i>ad-referendum</i>" para cargo de fotógrafo no Departamento de Administração Central da Reitoria da UFSM a partir de 01/10/1965. Foi reconduzido no cargo até a data da nomeação dos habilitados no concurso para provimento do cargo de fotógrafo. Tendo sido nomeado para esse cargo, tomou posse e exercício em 09/09/1966 até ser exonerado a pedido em 01/03/1967. Faleceu em 2002."

Penna, Orozimbo Ramos, 1938/
Person · 1938-03-06/

"Jornalista formado pela UFSM em 1978, nasceu em Santa Maria/RS, a 06/03/1938. Foi convidado por Armando Bondarenko para fotografar eventos da UFSM, onde ingressou com contrato de trabalho para o cargo de fotógrafo. Em 06/10/1973 ocupava o cargo de agente de cinefotografia e microfilmagem e estava lotado no DEMAPA. Participou da Comissão de Divulgação do VII Festival Hípico da UFSM em 1976. Em 01/08/1979 foi transferido do DEMAPA para o Departamento de Divulgação da UFSM e em 01/04/1987 foi enquadrado no cargo de técnico em cinematografia e também passou a ser o diretor de fotografia. Logo em seguida, a 10/06/1987 foi lotado no Gabinete do Reitor. A 20/12/1993 foi transferido da Pró-Reitoria de Extensão para o Departamento de Engenharia Rural do Centro de Ciências Rurais. Aposentou-se em 29/05/2006."

Person · 1929/2016-11-14

Nasceu em 1929, em Porto Alegre/ RS. Em 1953, foi contratado pela Revista e Jornal Hoje. Entre 1956 e 1969, atuou como assistente técnico da Secretaria de Educação e Cultura.
Trabalhou também como repórter fotográfico e ajudou a fundar Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do RS (Arfoc), em 1956.
Trabalhou na Revista do Globo entre 1955 e 1958.
Na década de 60 Léo Guerreiro, Pedro Flores e Sioma Breitman montaram um estúdio especializado em painéis nos pavilhões da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.
Atuou como professor do Curso de Desenho Industrial do Centro de Artes e Letras (CAL) da UFSM onde criou a disciplina de fotografia. Foi professor contratado por notório saber. Fotografou a UFSM em várias oportunidades e grande parte das imagens de vistas aéreas é de sua autoria.
Foi contratado como auxiliar de Ensino do Centro de Artes da UFSM em abril de 1970.
Integrou a comissão para estudar a implantação do Curso de Comunicação Social da UFSM e formular o seu primeiro currículo, nomeada pela Portaria nº 5051 de 1971. A comissão era composta pelos professores Léo Pinto Guerreiro e Norberto Pinheiro Bozetti, presidida pelo professor Manoel Braga Gastal e secretariada pelo jornalista Antônio Abelin.Em dezembro de 1974 foi designado por portaria para dirigir, sem ônus, a Revista O Quero Quero.
Em maio de 1977 foi designado por portaria a presidente do Conselho Superior de Exposições.
Em julho de 1978 foi designado por portaria a integrar o Curso de Arquivologia do CCSH UFSM.
Em 1978 foi responsável pela implantação e organização do laboratório e Serviço de Microfilmagem da UFSM.
Na década de 70 foi autor, com Jose Antônio Machado do livro "Uma Unidade de Imprensa na Estrutura Universitária".
Aposentou-se como Professor Assistente da UFSM em agosto de 1982.
Participou dos conselhos fiscal e deliberativo da Associação Riograndense de Imprensa (ARI), e, além de fotografar, trabalhou com restauração de fotos.
A Coleção Fotográfica de Léo Guerreiro e Pedro Flores adquirida em 1997 pela Secretaria Municipal da Cultura integra hoje a Fototeca Sioma Breitman do Museu Joaquim Felizardo (MJJF) de Porto Alegre. O acervo de 1200 fotografias de Porto Alegre de 1949 a 1980 possibilita perceber o processo de urbanização e suas marcas na configuração do espaço territorial da cidade.
Faleceu em 14 de novembro de 2016, em Porto Alegre, onde residia após ter se aposentado.

Noal, Valter Antonio
Person · 1936-12-11/

Graduado em 1963, na quarta turma da Faculdade de Medicina da UFSM.
Foi professor do Curso de Medicina da Universidade Federal de Santa Maria de junho de 1966 a março de 1994.

Cardoso, Edmundo, 1917/2002
Person · 1917-01-29/2002-12-05

Edmundo Cardoso nasceu em 29 de janeiro de 1917, em Santa Maria.
Diplomou-se no Curso de Guarda-Livros pelo Colégio Fontoura Ilha em 1932. Iniciou sua carreira jornalística no jornal Diário do Interior em 1933. Também foi representante dos jornais Diário de Notícias e Diário do Estado, de Porto Alegre. A partir de 1934, com a fundação do jornal A Razão – Santa Maria, passou a colaborar com a produção de artigos e crônicas sobre a história da cidade. Entre as décadas 1970-1980 foi cronista na Rádio Imembuí, em um programa diário que abordava temas relevantes do cotidiano.
A contribuição de Edmundo Cardoso para o desenvolvimento do teatro e cinema em Santa Maria tem como destaque a criação de duas importantes instituições: A Escola de Teatro Leopoldo Fróes, em 1943, que encenou mais de 40 peças teatrais ao longo dos 40 anos de sua existência; e o Clube de Cinema de Santa Maria, fundado em 1951 com o apoio de outros amantes do cinema, que promovia a exibição de filmes seguidos de debates entre os associados, além de caracterizar-se como o primeiro clube do gênero na cidade.
Edmundo atuou como jornalista, memorialista, teatrólogo e pesquisador durante toda sua vida. Como funcionário da Justiça Estadual, foi Avaliador Judicial e Escrivão do 2° Cartório de Cívil e Crime da Comarca de Santa Maria.
Em 1946, comprou a casa situada na Rua Pinheiro Machado 2712, no centro da cidade, na qual viveu e criou o espaço para guardar seu acervo, constituído de livros, revistas, jornais, documentos, fotografias, objetos antigos e pinacoteca. Com sua morte, a organização deste acervo justificou-se pelo fato de ter preservado uma parcela significativa de documentos relativos à memória e história de Santa Maria, que datam especialmente da segunda metade do século XIX e primeira metade do século XX, bem como ter contribuído com sua obra pessoal e seu intenso trabalho pela arte e cultura de Santa Maria, especialmente entre o período de 1938-1985. Nesta casa funciona a Casa de Memória Edmundo Cardoso.
Edmundo casou-se, pela primeira vez, em 1943, com Edna Mey Budin (1919-1979), com quem teve dois filhos: Gilda May e Cláudio. Edna Mey atuou profissionalmente em diversas funções ligadas a área educacional e participou como atriz das atividades da Escola de Teatro Leopoldo Fróes. Em 1985, Edmundo casou-se, em segundas núpcias, com Therezinha de Jesus Pires Santos, que o acompanhou por quase duas décadas e foi a idealizadora da Casa de Memória em sua homenagem.
Edmundo faleceu em 5 de dezembro de 2002, aos 85 anos de idade.

Fortes, Breno Borges (Gal.)
Person · 1908-02-26/1982-12-19

Nasceu em São Gabriel (RS) filho do general João Borges Fortes e de Maria Manuela Ferraz Borges Fortes. Foi casado com Iolanda Correia Borges Fortes, com quem teve três filhos. Transferindo-se para o Rio de Janeiro, então Distrito Federal, estudou no Colégio Militar dessa cidade e em abril de 1926 sentou praça, ingressando na Escola Militar do Realengo, de onde saiu aspirante-a-oficial da arma de artilharia em janeiro de 1929. Em julho deste último ano foi promovido a segundo-tenente, chegando a primeiro-tenente em fevereiro de 1931 e a capitão em maio de 1937. Em 1941 integrou a primeira turma de oficiais brasileiros enviada aos Estados Unidos para estudar na Field Artillery School, em Fort Still. Regressando ao Brasil, recebeu em junho de 1943 a patente de major, tornando-se tenente-coronel em junho de 1951 e coronel em março de 1955. Em julho de 1964, após a vitória do movimento político-militar de março desse ano que depôs o presidente João Goulart, foi promovido a general-de-brigada, passando a general-de-divisão em novembro de 1966. Chegando ao posto de general-de-exército em novembro de 1969, foi designado vice-chefe do Estado-Maior do Exército (EME). Ainda nesse mesmo mês passou a comandar o III Exército, sediado em Porto Alegre, em substituição ao general Emílio Garrastazu Médici, que se licenciou para assumir a presidência da República. No exercício desse comando destacou-se por seus pronunciamentos contra o comunismo. Em maio de 1972 deixou o III Exército e assumiu a chefia do EME, sucedendo ao general Alfredo Souto Malan. Em novembro do ano seguinte passou para a reserva, e em dezembro deixou a chefia do EME, sendo substituído interinamente pelo general-de-divisão Dilermando Gomes Monteiro até a posse do general-de-exército Vicente de Paula Dale Coutinho. Em maio de 1974 foi eleito presidente da Indústria de Celulose Borregaard em Porto Alegre. Foi presidente do conselho de administração da Rio Grande Companhia de Celulose do Sul (Riocell), cargo que exerceu até maio de 1982. Ao longo de sua carreira militar ligou-se ainda à área do ensino, tendo sido instrutor e professor da Escola Militar Provisória, destinada aos oficiais anistiados em 1930, do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR) do Rio de Janeiro, da Escola Militar do Realengo e da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), entre outras. Faleceu em Porto Alegre.

Person · 1936-03-07/2010-11-21

Filho de Pedro Londero e Maurilia Dias Londero, nasceu em 07/03/1936, em Santa Maria/RS. Em 16/02/1966, foi admitido e empossado no cargo de motorista da UFSM.
Em 1970, recebeu elogio coletivo de Alberto H. Schmidt. No ano de 1972, recebeu Medalha de Prata comemorativa ao décimo aniversário da UFSM pelos serviços prestados à instituição. No ano seguinte, recebeu certificado referente a relevantes serviços ao desenvolvimento brasileiro e a integração, através do Projeto Rondon, na qualidade de colaborador.
Em 1974, recebeu elogio coletivo por louvar pelo zelo e pelo elevado senso de responsabilidade em suas tarefas. Cinco anos depois, foi elogiado pelo diretor do CCR por suas capacidade e responsabilidade.
Aposentou-se em 10/08/1990 e faleceu vinte anos depois, em 21/11/2010. Em 26/11/2010, a UFSM prestou auxílio funeral à família.

Person · 1942-10-22/1999-04-05

Nasceu em 22/10/1942, em Porto Alegre/RS, filho de Raul Sansone e Zulmira Martins Sansone. Em 14/02/1966, foi admitido e empossado no cargo de motorista da UFSM. No ano de 1974, recebeu elogio coletivo por louvar pelo zelo e pelo elevado senso de responsabilidade em suas tarefas.
Aposentou-se em 24/10/1994 e faleceu em 05/04/1999. Em 07/04/1999, a família recebeu auxílio funeral da UFSM.

Person · 1935-03-04/1999-03-28

Nasceu em 04/03/1935, em Santa Maria/RS, filho de Dorval Petry e Layde Martins Petry. Em 19/10/1965, foi admitido e empossado no cargo de motorista da UFSM, sendo nomeado em 09/09/1966.
Aposentou-se em 28/02/1992 e faleceu em 28/03/1999. No mesmo dia, a UFSM prestou auxílio funeral à família.

Person · 1934-09-06/2001-11-05

Nasceu em 06/09/1934, em Santa Maria/RS, filho de Alcides e Alice Ritzel. Em 01/03/1965, foi nomeado, admitido e empossado no cargo de professor da UFSM, no Centro de Ciências Sociais e Humanas. Atuou no Departamento de Ciências Econômicas.
Aposentou-se em 16/04/1985 e faleceu em 05/11/2001.

Sarkis, Paulo Jorge, 1944/
Person · 1944-06-29

Possui graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM (1967), especialização em Curso de Pós Graduação de Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ (1969), especialização em Concreto Protendido e Pontes pela Agência Para Cooperação Técnica e Econômica do Governo Francês, ACTIM, França (1975), especialização em Análise não linear / Estruturas de Concreto pelo Centro de Estudos Nucleares de Saclay, CENS, França (1988) e mestrado em Engenharia Civil pela UFRJ (1970). Foi admitido como professor do Magistério Superior pela UFSM (1968), onde aposentou-se (2003). Durante seu período na UFSM, atuou como Chefe do Departamento de Estruturas e Construção Civil do Centro de Tecnologia, CT (1971-1973), Presidente da seleção de candidatos a função de Auxiliar de Ensino, Disc. Mec. (1973), Presidente de Comissão Setorial de Extensão do Departamento de Estruturas e Construção Civil do CT (1983), Coordenador e Supervisor dos estágios do Curso de Engenharia Civil (1986), representante dos professores titulares no Conselho Universitário (1988), Presidente da Comissão Examinadora do Concurso Interno para professor titular na área de Estrutura de Concreto Armado (1991), Diretor de Unidade do CT (1991-1995), Diretor de Sub-unidade do Laboratório de Ciências Espaciais do CT (1995-1997) , Presidente do Comitê Executivo para Gerenciamento Griffe-UFSM (1998) e foi nomeado e tomou posse como reitor em 23/12/1997 a 20/12/2001 e em 21/12/2001 a 20/12/2005.

Beltrão, Romeu
Person · 1913-06-26/1977-11-15

Romeu Beltrão nasceu em Santa Maria, filho de Pedro da Silva Beltrão e Henriqueta Calderan Beltrão. Seu pai foi um dos mais prósperos comerciantes de calçados da região. Transferiu-se para Porto Alegre aos 15 anos, onde cursou Medicina na Faculdade de Medicina de Porto Alegre em 1934. Após concluir o curso, retorna para Santa Maria em 1935 e, em 1937, passa a residir em São Pedro do Sul a fim de exercer sua profissão. Especializa-se em Otorrinolaringologia e Oftalmologia. Em 1935 casou-se com Nilza Álvares Niederauer, bisneta do coronel João Niederauer Sobrinho.Em 1938, inicia sua carreira como docente na Faculdade de Farmácia de Santa Maria – futura Universidade Federal Santa Maria - na área de Botânica Aplicada à Farmácia. Foi também professor de Historia do Rio Grande do Sul na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Imaculada Conceição de Santa Maria. Beltrão era um incansável pesquisador das áreas de história, botânica, paleontologia, além de um grande escritor. Sua obra de maior destaque é a Cronologia Histórica de Santa Maria e do Extinto Município de São Martinho (1787 – 1930), publicada pela primeira vez em 1958 pelo próprio autor. A obra, que tem suas raízes nas colunas do autor no jornal A Razão na década de 50, teve sua 3ª edição publicada pela Editora UFSM, em 2013, durante a Feira do Livro de Santa Maria. Foi membro dos Institutos Históricos e Geográficos do Pará, Rio Grande do Sul e Santa Maria. Colaborou assiduamente com a imprensa santamariense, redigindo textos e assinando colunas.

Londero, Alberto Thomas
Person · 1921

Alberto Thomaz Londero nasceu em Santa Maria em 03 de junho de 1921, filho de José Londero e Matghilde Bortoluzzi. Cursou o primário e o primeiro ano secundário no Colégio Santa Maria, em Santa Maria (l928-1932), e o restante do curso secundário no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora em Bagé (l933-1937). Complementou o curso secundário no curso pré-médico no Colégio Júlio de Castilhos em Porto Alegre (l939-1940). Cursou Medicina na Faculdade de Medicina da UFRGS, colando grau em 1945. Ingressou na carreira docente em 1946 como auxiliar de ensino na Faculdade de Farmácia de Santa Maria, integrada à UFRGS em 1951. Por Concurso Público de Títulos e Provas, foi empossado como professor Catedrático de Zoologia e Parasitologia em 1956. Com a criação da Universidade Federal de Santa Maria, passou a catedrático de Parasitologia e Micologia. Aposentou-se em 1991. Ingressou como professor regente da disciplina de Parasitologia e Micologia, na novel Faculdade de Medicina de Santa Maria, então pertencente à UFRGS, em 1956. Incorporada à UFSM, em 1960, passou a professor Titular. Por aceitar o regime de dedicação exclusiva e tempo integral, licenciou-se da Faculdade de Medicina UFSM e, em 1974, em razão da nova legislação de acúmulo de cargos, aposentou-se. Por concurso de títulos, ocupou a direção do Instituto de Parasitologia e Micologia da UFSM, de sua criação até sua extinção (1961-1970). Pesquisador Conferencista do Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico (CNPq) de 1968 a 1975. Com a restruturação do CNPq, passou a Pesquisador 1-A de l976 a 1991.

Junqueira
Person

Professor

Corporate body · 1972 - 1979

O Centro Rural Universitário de Treinamento e Ação Comunitária (CRUTAC) nasceu em 1965 e objetivava um treinamento de estudantes, concluentes dos cursos de graduação das universidades, à ser realizado nas áreas rurais. Na UFSM o CRUTAC foi instalado em 29 de junho de 1972, sob a coordenação de Valter Antoninho Bianchini. Sua criação foi aprovada pela 163ª sessão plenária do CONSU, em 22 de outubro de 1972. Vinculado a Pró-Reitoria de Extensão (PRE), funcionava na sala 939, no 9º andar do prédio da Administração Central. O órgão executor do convênio com o CRUTAC na UFSM foi o Núcleo de Integração e Desenvolvimento (NID), adscrito a PRE. Em novembro de 1973, o prof. Eduardo Perceverano Peres Nogueira, assessor técnico do CRUTAC apresentou comunicação no II Encontro Nacional de Programas CRUTAC. Nos anos de 1975 e 1976 atuou na área dos municípios da Associação dos Municípios do Vale do Jaguari - AMJAGUARI, que congrega 10 municípios, com prioridade nos municípios de São Pedro do Sul, Júlio de Castilhos e Tupanciretã. A meta s er alcançada foi a de treinar alunos dos Cursos de Agronomia, Veterinária, Engenharia Florestal, Medicina, Zootecnia, Enferamgem, Farmácia e Bioquímica, Odontologia, Administração, Engenharia Civil, Artes e outros.