Com o tema em discussão “Drogas no Âmbito Educacional: Redução de Danos”, o Projeto Ítaca - ERD – Escola de Redução de Danos, juntamente com Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM e a Pró-reitoria de Extensão, realizaram mais uma edição do evento Diálogos. A conversa trouxe a apresentação do conceito de Redução de Danos construído pelo Projeto ÍTACA, de Santa Maria. Além disso, houve a contextualização da forma com a qual os usuários de droga são tratados: sempre à margem da sociedade. O encontro também proporcionou a socialização de experiências pessoais e foi introduzido com a intervenção apresentada por Gabit box, integrante do Coletivo de Resistência Artística e Periférica (Co-rap Santa Maria). Dentre os convidados estavam: Deni Ladi - Educador em redução de danos e Produtor cultural; Douglas Casarotto de Oliveira – Psicólogo, Mestre em Educação e integrante Coordenação da Escola de Redução de Danos Ítaca; Elisandra Gimenez – Licenciada em Ciências Sociais, Especialização em dependência química e agente redutora de danos; Guilherme Corrêa, professor da UFSM licenciado em Química, antigo coordenador do Projeto Ítaca, mestre em Educação e doutor em Ciências Sociais. Fotografia de Priscila Aguiar.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Bairro Camobi / Santa Maria
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Com o tema em discussão “Drogas no Âmbito Educacional: Redução de Danos”, o Projeto Ítaca - ERD – Escola de Redução de Danos, juntamente com Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM e a Pró-reitoria de Extensão, realizaram mais uma edição do evento Diálogos. A conversa trouxe a apresentação do conceito de Redução de Danos construído pelo Projeto ÍTACA, de Santa Maria. Além disso, houve a contextualização da forma com a qual os usuários de droga são tratados: sempre à margem da sociedade. O encontro também proporcionou a socialização de experiências pessoais e foi introduzido com a intervenção apresentada por Gabit box, integrante do Coletivo de Resistência Artística e Periférica (Co-rap Santa Maria). Dentre os convidados estavam: Deni Ladi - Educador em redução de danos e Produtor cultural; Douglas Casarotto de Oliveira – Psicólogo, Mestre em Educação e integrante Coordenação da Escola de Redução de Danos Ítaca; Elisandra Gimenez – Licenciada em Ciências Sociais, Especialização em dependência química e agente redutora de danos; Guilherme Corrêa, professor da UFSM licenciado em Química, antigo coordenador do Projeto Ítaca, mestre em Educação e doutor em Ciências Sociais. Fotografia de Priscila Aguiar.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2014, num universo de 8.721.946 de inscritos, apenas 95, se identificaram enquanto pessoas trans e reivindicaram o uso de seu nome social. Esse dado leva a um questionamento pouco feito durante o cotidiano: onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, promoveu o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”. Fotografia de Priscila Aguiar.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2014, num universo de 8.721.946 de inscritos, apenas 95, se identificaram enquanto pessoas trans e reivindicaram o uso de seu nome social. Esse dado leva a um questionamento pouco feito durante o cotidiano: onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, promoveu o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”. Fotografia de Priscila Aguiar.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2014, num universo de 8.721.946 de inscritos, apenas 95, se identificaram enquanto pessoas trans e reivindicaram o uso de seu nome social. Esse dado leva a um questionamento pouco feito durante o cotidiano: onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, promoveu o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”. Fotografia de Priscila Aguiar.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2014, num universo de 8.721.946 de inscritos, apenas 95, se identificaram enquanto pessoas trans e reivindicaram o uso de seu nome social. Esse dado leva a um questionamento pouco feito durante o cotidiano: onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, promoveu o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”. Fotografia de Priscila Aguiar.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2014, num universo de 8.721.946 de inscritos, apenas 95, se identificaram enquanto pessoas trans e reivindicaram o uso de seu nome social. Esse dado leva a um questionamento pouco feito durante o cotidiano: onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, promoveu o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”. Fotografia de Priscila Aguiar.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2014, num universo de 8.721.946 de inscritos, apenas 95, se identificaram enquanto pessoas trans e reivindicaram o uso de seu nome social. Esse dado leva a um questionamento pouco feito durante o cotidiano: onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, promoveu o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”. Fotografia de Priscila Aguiar.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2014, num universo de 8.721.946 de inscritos, apenas 95, se identificaram enquanto pessoas trans e reivindicaram o uso de seu nome social. Esse dado leva a um questionamento pouco feito durante o cotidiano: onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, promoveu o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”. Fotografia de Priscila Aguiar.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotografia de Fernanda Nunes da Silva Arispe.
No Brasil, no dia 29 de outubro, celebra-se o Dia Nacional do Livro. A data homenageia a transferência da Real Biblioteca portuguesa para o Rio de Janeiro que aconteceu neste mesmo dia no ano de 1810. Foi este ato que deu vida à Biblioteca Nacional.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A eliminação do racismo é uma luta cotidiana e, para reforçá-la, a ONU estabeleceu o dia 21 de março como Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Na UFSM, a data foi marcada pela abertura do evento “Negras e Negros na Cultura, na Ciência e nos Movimentos Sociais”, organizado pela Associação Ará Dudu e Pondá Assessoria.
Fotografia de Sendi Chiapinotto Spiazzi.
O evento de recepção contou com diversas atrações, foram elas: a apresentação musical da aluna Isabela Kuplich do Curso de Comunicação Social da UFSM e de Vitor Etchepare Vieira, a apresentação do professor de Zumba, Francis Vinicius de Oliveira Schirmer, a gincana entre as turmas, que terá como prêmio a Fuel Entretenimento em uma de suas festas de curso, e a distribuição de drinques não alcoólicos promovidos pela Fuel. Por fim, após a competição, o curso de Medicina apresentou sua Bateria Tirana. O evento teve o apoio, também, da Gustavo Fotos Formaturas, e o patrocínio da escola de idiomas Wizard e do Aplicativo Sniffer. O Centro de Ciências da Saúde possui sete cursos de graduação, mas apenas seis abriram novas turmas no segundo semestre letivo do ano de 2017. Foram eles: Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Odontologia e Terapia Ocupacional. Já a Fonoaudiologia só recebe novos alunos no início do ano.
Fotografia de Sendi Chiapinotto Spiazzi.
O evento de recepção contou com diversas atrações, foram elas: a apresentação musical da aluna Isabela Kuplich do Curso de Comunicação Social da UFSM e de Vitor Etchepare Vieira, a apresentação do professor de Zumba, Francis Vinicius de Oliveira Schirmer, a gincana entre as turmas, que terá como prêmio a Fuel Entretenimento em uma de suas festas de curso, e a distribuição de drinques não alcoólicos promovidos pela Fuel. Por fim, após a competição, o curso de Medicina apresentou sua Bateria Tirana. O evento teve o apoio, também, da Gustavo Fotos Formaturas, e o patrocínio da escola de idiomas Wizard e do Aplicativo Sniffer. O Centro de Ciências da Saúde possui sete cursos de graduação, mas apenas seis abriram novas turmas no segundo semestre letivo do ano de 2017. Foram eles: Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Odontologia e Terapia Ocupacional. Já a Fonoaudiologia só recebe novos alunos no início do ano.
Fotografia de Sendi Chiapinotto Spiazzi.
O evento de recepção contou com diversas atrações, foram elas: a apresentação musical da aluna Isabela Kuplich do Curso de Comunicação Social da UFSM e de Vitor Etchepare Vieira, a apresentação do professor de Zumba, Francis Vinicius de Oliveira Schirmer, a gincana entre as turmas, que terá como prêmio a Fuel Entretenimento em uma de suas festas de curso, e a distribuição de drinques não alcoólicos promovidos pela Fuel. Por fim, após a competição, o curso de Medicina apresentou sua Bateria Tirana. O evento teve o apoio, também, da Gustavo Fotos Formaturas, e o patrocínio da escola de idiomas Wizard e do Aplicativo Sniffer. O Centro de Ciências da Saúde possui sete cursos de graduação, mas apenas seis abriram novas turmas no segundo semestre letivo do ano de 2017. Foram eles: Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Odontologia e Terapia Ocupacional. Já a Fonoaudiologia só recebe novos alunos no início do ano.
Fotografia de Taísa Medeiros.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotografia de Taísa Medeiros.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotografia de Taísa Medeiros.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotografia de Taísa Medeiros.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotografia de Taísa Medeiros.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotografia de Taísa Medeiros.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotografia de Taísa Medeiros.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotografia de Taísa Medeiros.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotografia de Taísa Medeiros.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotografia de Taísa Medeiros.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)