Área de identificação
Tipo de entidade
Forma autorizada do nome
Forma(s) paralela(s) de nome
CACEE
Formas normalizadas do nome de acordo com outras regras
Outra(s) forma(s) de nome
identificadores para entidades coletivas
Área de descrição
Datas de existência
Histórico
O Centro de Atendimento Complementar em Educação Especial (CACEE) foi inaugurado em 1982, como produto de um convênio entre a Fundação Rio-Grandense de Atendimento ao Excepcional (FAERS), a 8ª Delegacia de Educação e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A iniciativa veio da necessidade de reformulação e ampliação do Serviço de Atendimento Complementar ao Deficiente Auditivo (SACDA) e tinha o objetivo de realizar estudos bio-psico-sociais e pedagógicos em alunos usuários de atendimento especializado e fornecer orientações para pais e professores visando melhor desenvolvimento e aprendizagem das crianças. O CACEE foi administrado pelo Centro de Educação e o atendimento era realizado por meio de professores, técnicos e alunos estagiários do Curso de Educação Especial. Ficava situado à Rua Floriano Peixoto, 1570 no sétimo andar.
Locais
Estado Legal
Funções, ocupações e atividades
Mandatos/fontes de autoridade
Estruturas internas/genealogia
Contexto geral
Área de relacionamentos
Área de pontos de acesso
Pontos de acesso de assunto
Pontos de acesso local
Ocupações
Área de controle
Identificador de autoridade arquivística de documentos
Identificador da entidade custodiadora
Regras ou convenções utilizadas
Estado atual
Nível de detalhamento
Datas de criação, revisão e eliminação
Registro de autoridade criado por Letícia Gaiardo em 26 de maio de 2017.
Registro de autoridade revisado por Cristina Strohschoen dos Santos em 25 de agosto de 2022.
Idioma(s)
Sistema(s) de escrita(s)
Fontes
Para melhorar aprendizagem UFSM cria Centro de Educação. Informativo Fatos, Santa Maria, ano 3, n. 21, p. 8, maio 1982.
MARQUEZAN, Reinoldo. Editorial. Revista Educação Especial, Santa Maria, n. 20, editorial, ed. 2002. Disponível em:
< http://coralx.ufsm.br/revce/ceesp/2002/02/editorial.htm>