Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.
Sem títuloPromovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes.Fotografia de Franciele Oliveira.
Sem títuloFotografia de Rojas Lima de Lima.
Convidadas analisam apresentação de stand de alunos na nona edição do CEHCAB, de tema “negros e negras nas ciências”, desenvolvido pelos alunos do terceiro ano dos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio do CTISM.
Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.
Sem títuloPromovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.
Sem títuloPromovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.
Sem títuloFotografia de Rojas Lima de Lima.
Convidadas analisam apresentação de stand de alunos na nona edição do CEHCAB, de tema “negros e negras nas ciências”, desenvolvido pelos alunos do terceiro ano dos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio do CTISM.
Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.
Sem títuloPromovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.
Sem títuloPromovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Disponível em http://site.ufsm.br/noticias/exibir/viva-o-campus-retoma-atividades-neste-domingo. Fotografia de Jaciele Carine.
Sem títuloPromovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Franciele Oliveira.
Sem títuloPromovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.
Sem títuloFotografia de Rojas Lima de Lima.
Pronunciamento de convidada na nona edição do CEHCAB, de tema “negros e negras nas ciências”, desenvolvido pelos alunos do terceiro ano dos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio do CTISM.