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Diálogos – Cotas Afro
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2014.025.007.PRE · · 2014-06-14
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

O Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM/UAB promoveu uma roda de conversa sobre o Programa de Ações Afirmativas da UFSM referente a Cotas AFRO com os seguintes participantes: Cesar Augusto Jacques, membro do Observatório de Ações Afirmativas para acesso e permanência nas Universidades Públicas da América do Sul (AFIRME); Elias Cósta, Educador Popular e integrante do Coletivo AFRONTA; Maria Rita Py Dutra, Alfabetizadora, pesquisadora e escritora; Nei D'Ogum, Coordenador do Núcleo de Ações Culturais e Educativas do Museu Treze de Maio. A mediação foi realizada por Alcir Martins, Licenciado em História, mestrando em Ciências Sociais no PPGCS-UFSM, Analista Educacional EMUAB/NTE. Houve também uma intervenção artística com interpretação de Poesias Negras de Oliveira Silveira e Cuti por Geanine Escobar, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/2012, garantindo 50% das vagas das universidades federais do país a estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio, das quais metade são para os estudantes com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita. Dentro dos critérios de preenchimento dessas vagas, as universidades deverão aplicar o percentual mínimo correspondente à proporção de autodeclarados pretos e pardos, de acordo com os dados do IBGE para cada estado. As instituições federais de ensino terão até 2016 para aplicar na íntegra do conteúdo da lei. Fotografia de Priscila Aguiar.

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BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.019.004.PRE · · 2015.03.28
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

Com o tema em discussão “Drogas no Âmbito Educacional: Redução de Danos”, o Projeto Ítaca - ERD – Escola de Redução de Danos, juntamente com Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM e a Pró-reitoria de Extensão, realizaram mais uma edição do evento Diálogos. A conversa trouxe a apresentação do conceito de Redução de Danos construído pelo Projeto ÍTACA, de Santa Maria. Além disso, houve a contextualização da forma com a qual os usuários de droga são tratados: sempre à margem da sociedade. O encontro também proporcionou a socialização de experiências pessoais e foi introduzido com a intervenção apresentada por Gabit box, integrante do Coletivo de Resistência Artística e Periférica (Co-rap Santa Maria). Dentre os convidados estavam: Deni Ladi - Educador em redução de danos e Produtor cultural; Douglas Casarotto de Oliveira – Psicólogo, Mestre em Educação e integrante Coordenação da Escola de Redução de Danos Ítaca; Elisandra Gimenez – Licenciada em Ciências Sociais, Especialização em dependência química e agente redutora de danos; Guilherme Corrêa, professor da UFSM licenciado em Química, antigo coordenador do Projeto Ítaca, mestre em Educação e doutor em Ciências Sociais. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Viva o Campus - Negruras Urbanas
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.011.012.PRE · · 2015.11.22
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

As atrações dessa edição do Viva o Campus foram pensadas especialmente para o Mês da Consciência Negra. Foi um domingo de muita dança, poesia, teatro, arte e Rap. A organização de atividades foi da Pró-Reitoria de Extensão e de Nei D’Ogum. Fotógrafo não identificado.

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Viva o Campus - Negruras Urbanas
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.011.011.PRE · · 2015.11.22
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

As atrações dessa edição do Viva o Campus foram pensadas especialmente para o Mês da Consciência Negra. Foi um domingo de muita dança, poesia, teatro, arte e Rap. A organização de atividades foi da Pró-Reitoria de Extensão e de Nei D’Ogum. Fotógrafo não identificado.

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Viva o Campus - Negruras Urbanas
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.011.025.PRE · · 2015.11.22
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

As atrações dessa edição do Viva o Campus foram pensadas especialmente para o Mês da Consciência Negra. Foi um domingo de muita dança, poesia, teatro, arte e Rap. A organização de atividades foi da Pró-Reitoria de Extensão e de Nei D’Ogum. Fotógrafo não identificado.

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Viva o Campus - Negruras Urbanas
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.011.014.PRE · · 2015.11.22
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

As atrações dessa edição do Viva o Campus foram pensadas especialmente para o Mês da Consciência Negra. Foi um domingo de muita dança, poesia, teatro, arte e Rap. A organização de atividades foi da Pró-Reitoria de Extensão e de Nei D’Ogum. Fotógrafo não identificado.

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BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.019.001.PRE · · 2015.03.28
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

Fotografia de Priscila Aguiar.
Com o tema em discussão “Drogas no Âmbito Educacional: Redução de Danos”, o Projeto Ítaca - ERD – Escola de Redução de Danos, juntamente com Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM e a Pró-reitoria de Extensão, realizaram mais uma edição do evento Diálogos. A conversa trouxe a apresentação do conceito de Redução de Danos construído pelo Projeto ÍTACA, de Santa Maria. Além disso, houve a contextualização da forma com a qual os usuários de droga são tratados: sempre à margem da sociedade. O encontro também proporcionou a socialização de experiências pessoais e foi introduzido com a intervenção apresentada por Gabit box, integrante do Coletivo de Resistência Artística e Periférica (Co-rap Santa Maria). Dentre os convidados estavam: Deni Ladi - Educador em redução de danos e Produtor cultural; Douglas Casarotto de Oliveira – Psicólogo, Mestre em Educação e integrante Coordenação da Escola de Redução de Danos Ítaca; Elisandra Gimenez – Licenciada em Ciências Sociais, Especialização em dependência química e agente redutora de danos; Guilherme Corrêa, professor da UFSM licenciado em Química, antigo coordenador do Projeto Ítaca, mestre em Educação e doutor em Ciências Sociais.

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6º Fórum Internacional de Pedagogia
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2014.027.069.PRE · · 2014.08.01
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

O 6º Fórum Internacional de Pedagogia (Fiped) aconteceu de 30 de Julho a 1º de agosto no campus da Universidade Federal de Santa Maria e teve como tema central A Pesquisa como Prática Pedagógica na Formação Inicial do Pedagogo. O evento tem como missão ser um espaço de promoção e fortalecimento da pesquisa na graduação, possibilitando a divulgação de trabalhos de pesquisas produzidos por alunos de graduação em Pedagogia e áreas afins, de reflexão sobre política para a pesquisa, de divulgação e discussão de experiências de pesquisas realizadas em articulação com o ensino e com a extensão na graduação, em quaisquer disciplinas. Participaram graduandos, graduados e profissionais de universidades do Brasil, Portugal, Moçambique, México, Honduras e Costa Rica, além de países vizinhos. Fotografia de Camila Aguiar.

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Viva o Campus - Negruras Urbanas
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.011.026.PRE · · 2015.11.22
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

As atrações dessa edição do Viva o Campus foram pensadas especialmente para o Mês da Consciência Negra. Foi um domingo de muita dança, poesia, teatro, arte e Rap. A organização de atividades foi da Pró-Reitoria de Extensão e de Nei D’Ogum. Fotógrafo não identificado.

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BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.023.048.PRE · · 2015.05.30
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

[…] onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, realizaram o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”.
(Debate sobre travestis e transexuais na educação será neste sábado. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-debate-sobre-travestis-e-transexuais-na-e. Acesso em 23/06/2017). Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos – Cotas Afro
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2014.025.002.PRE · · 2014-06-14
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

O Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM/UAB promoveu uma roda de conversa sobre o Programa de Ações Afirmativas da UFSM referente a Cotas AFRO com os seguintes participantes: Cesar Augusto Jacques, membro do Observatório de Ações Afirmativas para acesso e permanência nas Universidades Públicas da América do Sul (AFIRME); Elias Cósta, Educador Popular e integrante do Coletivo AFRONTA; Maria Rita Py Dutra, Alfabetizadora, pesquisadora e escritora; Nei D'Ogum, Coordenador do Núcleo de Ações Culturais e Educativas do Museu Treze de Maio. A mediação foi realizada por Alcir Martins, Licenciado em História, mestrando em Ciências Sociais no PPGCS-UFSM, Analista Educacional EMUAB/NTE. Houve também uma intervenção artística com interpretação de Poesias Negras de Oliveira Silveira e Cuti por Geanine Escobar, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/2012, garantindo 50% das vagas das universidades federais do país a estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio, das quais metade são para os estudantes com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita. Dentro dos critérios de preenchimento dessas vagas, as universidades deverão aplicar o percentual mínimo correspondente à proporção de autodeclarados pretos e pardos, de acordo com os dados do IBGE para cada estado. As instituições federais de ensino terão até 2016 para aplicar na íntegra do conteúdo da lei. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos – Cotas Afro
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2014.025.008.PRE · · 2014-06-14
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

O Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM/UAB promoveu uma roda de conversa sobre o Programa de Ações Afirmativas da UFSM referente a Cotas AFRO com os seguintes participantes: Cesar Augusto Jacques, membro do Observatório de Ações Afirmativas para acesso e permanência nas Universidades Públicas da América do Sul (AFIRME); Elias Cósta, Educador Popular e integrante do Coletivo AFRONTA; Maria Rita Py Dutra, Alfabetizadora, pesquisadora e escritora; Nei D'Ogum, Coordenador do Núcleo de Ações Culturais e Educativas do Museu Treze de Maio. A mediação foi realizada por Alcir Martins, Licenciado em História, mestrando em Ciências Sociais no PPGCS-UFSM, Analista Educacional EMUAB/NTE. Houve também uma intervenção artística com interpretação de Poesias Negras de Oliveira Silveira e Cuti por Geanine Escobar, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/2012, garantindo 50% das vagas das universidades federais do país a estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio, das quais metade são para os estudantes com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita. Dentro dos critérios de preenchimento dessas vagas, as universidades deverão aplicar o percentual mínimo correspondente à proporção de autodeclarados pretos e pardos, de acordo com os dados do IBGE para cada estado. As instituições federais de ensino terão até 2016 para aplicar na íntegra do conteúdo da lei. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos – Cotas Afro
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2014.025.009.PRE · · 2014-06-14
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

O Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM/UAB promoveu uma roda de conversa sobre o Programa de Ações Afirmativas da UFSM referente a Cotas AFRO com os seguintes participantes: Cesar Augusto Jacques, membro do Observatório de Ações Afirmativas para acesso e permanência nas Universidades Públicas da América do Sul (AFIRME); Elias Cósta, Educador Popular e integrante do Coletivo AFRONTA; Maria Rita Py Dutra, Alfabetizadora, pesquisadora e escritora; Nei D'Ogum, Coordenador do Núcleo de Ações Culturais e Educativas do Museu Treze de Maio. A mediação foi realizada por Alcir Martins, Licenciado em História, mestrando em Ciências Sociais no PPGCS-UFSM, Analista Educacional EMUAB/NTE. Houve também uma intervenção artística com interpretação de Poesias Negras de Oliveira Silveira e Cuti por Geanine Escobar, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/2012, garantindo 50% das vagas das universidades federais do país a estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio, das quais metade são para os estudantes com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita. Dentro dos critérios de preenchimento dessas vagas, as universidades deverão aplicar o percentual mínimo correspondente à proporção de autodeclarados pretos e pardos, de acordo com os dados do IBGE para cada estado. As instituições federais de ensino terão até 2016 para aplicar na íntegra do conteúdo da lei. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Viva o Campus - Negruras Urbanas
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.011.013.PRE · · 2015.11.22
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

As atrações dessa edição do Viva o Campus foram pensadas especialmente para o Mês da Consciência Negra. Foi um domingo de muita dança, poesia, teatro, arte e Rap. A organização de atividades foi da Pró-Reitoria de Extensão e de Nei D’Ogum. Fotógrafo não identificado.

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Carnaval Muamba
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.017.018.PRE · · 2015.03.07
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

A festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.

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BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2017.003.005.PRE · · 2017-04-25
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

O Encontro de Abertura da Pré-Incubação reuniu o Colegiado Gestor da Incubadora Social da UFSM e os dez grupos selecionados para iniciar o período de pré-incubação. Um dos momentos mais importantes, no turno da manhã, foi a socialização dos grupos, que apresentaram seus produtos e atividades desenvolvidas em suas comunidades. Esse momento possibilitou que os grupos compartilhassem experiências e discutissem desafios a serem enfrentados para efetivar o processo de incubação. Na parte da tarde, os grupos apresentaram suas dúvidas e receberam orientação sobre o processo de pré-incubação. Por fim, organizou-se juntamente com os grupos um calendário de visitas às comunidades que serão realizadas pelo Colegiado Gestor ainda no mês de maio. Grupos pré-incubados: ARÁ DUDU – Coletivo de arte e cultura negra; Associação Comunitária Remanescentes quilombolas e de Júlio Borges; Associação de catadores de materiais recicláveis Palmeira Verde; Associação quilombola Linha Fão; Coletivo de resistência artística periférica- CORAP; Comunidade de terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; Grupo de agricultores orgânicos da região central- RS; Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã; Marias Bonitas fazendo história; NÍVEL 8**- Mulheres na construção Civil. Fotógrafo não identificado.

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Ensaio Pretinhosidades
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2012.055.052.AN · · 2012.11.05
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

Fotógrafo desconhecido.
O ensaio do mês de novembro do ano de 2012 foi dedicado a todos negros e negras que passam pela universidade e diariamente têm escrito sua história por meio do estudo e do trabalho. As imagens são espelhos que refletiram as “Pretinhosidades”, tema da 24ª Semana Municipal da Consciência negra, que remete aos princípios e valores africanos da oralidade, diversidade, integração, ancestralidade, circularidade, corporeidade, comunitarismo e solidariedade. Conduzindo a comunidade a visualizar o retrato de uma cultura construída, mantida e resistente ao longo destes quinhentos anos de luta.

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6º Fórum Internacional de Pedagogia
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2014.027.076.PRE · · 2014.07.31
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

O 6º Fórum Internacional de Pedagogia (Fiped) aconteceu de 30 de Julho a 1º de agosto no campus da Universidade Federal de Santa Maria e teve como tema central A Pesquisa como Prática Pedagógica na Formação Inicial do Pedagogo. O evento tem como missão ser um espaço de promoção e fortalecimento da pesquisa na graduação, possibilitando a divulgação de trabalhos de pesquisas produzidos por alunos de graduação em Pedagogia e áreas afins, de reflexão sobre política para a pesquisa, de divulgação e discussão de experiências de pesquisas realizadas em articulação com o ensino e com a extensão na graduação, em quaisquer disciplinas. Participaram graduandos, graduados e profissionais de universidades do Brasil, Portugal, Moçambique, México, Honduras e Costa Rica, além de países vizinhos. Fotografia de Camila Aguiar.

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Diálogos – Cotas Afro
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2014.025.004.PRE · · 2014-06-14
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

O Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM/UAB promoveu uma roda de conversa sobre o Programa de Ações Afirmativas da UFSM referente a Cotas AFRO com os seguintes participantes: Cesar Augusto Jacques, membro do Observatório de Ações Afirmativas para acesso e permanência nas Universidades Públicas da América do Sul (AFIRME); Elias Cósta, Educador Popular e integrante do Coletivo AFRONTA; Maria Rita Py Dutra, Alfabetizadora, pesquisadora e escritora; Nei D'Ogum, Coordenador do Núcleo de Ações Culturais e Educativas do Museu Treze de Maio. A mediação foi realizada por Alcir Martins, Licenciado em História, mestrando em Ciências Sociais no PPGCS-UFSM, Analista Educacional EMUAB/NTE. Houve também uma intervenção artística com interpretação de Poesias Negras de Oliveira Silveira e Cuti por Geanine Escobar, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/2012, garantindo 50% das vagas das universidades federais do país a estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio, das quais metade são para os estudantes com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita. Dentro dos critérios de preenchimento dessas vagas, as universidades deverão aplicar o percentual mínimo correspondente à proporção de autodeclarados pretos e pardos, de acordo com os dados do IBGE para cada estado. As instituições federais de ensino terão até 2016 para aplicar na íntegra do conteúdo da lei. Fotografia de Priscila Aguiar.

Sem título
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.023.033.PRE · · 2015.05.30
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

[…] onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, realizaram o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”.
(Debate sobre travestis e transexuais na educação será neste sábado. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-debate-sobre-travestis-e-transexuais-na-e. Acesso em 23/06/2017). Fotografia de Priscila Aguiar.

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Viva o Campus - Negruras Urbanas
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.011.028.PRE · · 2015.11.22
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

As atrações dessa edição do Viva o Campus foram pensadas especialmente para o Mês da Consciência Negra. Foi um domingo de muita dança, poesia, teatro, arte e Rap. A organização de atividades foi da Pró-Reitoria de Extensão e de Nei D’Ogum. Fotógrafo não identificado.

Sem título
Carnaval Muamba
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.017.016.PRE · · 2015.03.07
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

A festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.

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BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.019.028.PRE · · 2015-03-28
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

Com o tema em discussão “Drogas no Âmbito Educacional: Redução de Danos”, o Projeto Ítaca - ERD – Escola de Redução de Danos, juntamente com Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM e a Pró-reitoria de Extensão, realizaram mais uma edição do evento Diálogos. A conversa trouxe a apresentação do conceito de Redução de Danos construído pelo Projeto ÍTACA, de Santa Maria. Além disso, houve a contextualização da forma com a qual os usuários de droga são tratados: sempre à margem da sociedade. O encontro também proporcionou a socialização de experiências pessoais e foi introduzido com a intervenção apresentada por Gabit box, integrante do Coletivo de Resistência Artística e Periférica (Co-rap Santa Maria). Dentre os convidados estavam: Deni Ladi - Educador em redução de danos e Produtor cultural; Douglas Casarotto de Oliveira – Psicólogo, Mestre em Educação e integrante Coordenação da Escola de Redução de Danos Ítaca; Elisandra Gimenez – Licenciada em Ciências Sociais, Especialização em dependência química e agente redutora de danos; Guilherme Corrêa, professor da UFSM licenciado em Química, antigo coordenador do Projeto Ítaca, mestre em Educação e doutor em Ciências Sociais. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Viva o Campus - Samba Campus
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.001.019.PRE · · 2015.03.29
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Disponível em http://site.ufsm.br/noticias/exibir/viva-o-campus-retoma-atividades-neste-domingo. Fotografia de Jaciele Carine.

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Viva o Campus - Samba Campus
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.001.021.PRE · · 2015.03.29
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.

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Diálogos – Cotas Afro
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2014.025.003.PRE · · 2014-06-14
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

O Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM/UAB promoveu uma roda de conversa sobre o Programa de Ações Afirmativas da UFSM referente a Cotas AFRO com os seguintes participantes: Cesar Augusto Jacques, membro do Observatório de Ações Afirmativas para acesso e permanência nas Universidades Públicas da América do Sul (AFIRME); Elias Cósta, Educador Popular e integrante do Coletivo AFRONTA; Maria Rita Py Dutra, Alfabetizadora, pesquisadora e escritora; Nei D'Ogum, Coordenador do Núcleo de Ações Culturais e Educativas do Museu Treze de Maio. A mediação foi realizada por Alcir Martins, Licenciado em História, mestrando em Ciências Sociais no PPGCS-UFSM, Analista Educacional EMUAB/NTE. Houve também uma intervenção artística com interpretação de Poesias Negras de Oliveira Silveira e Cuti por Geanine Escobar, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/2012, garantindo 50% das vagas das universidades federais do país a estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio, das quais metade são para os estudantes com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita. Dentro dos critérios de preenchimento dessas vagas, as universidades deverão aplicar o percentual mínimo correspondente à proporção de autodeclarados pretos e pardos, de acordo com os dados do IBGE para cada estado. As instituições federais de ensino terão até 2016 para aplicar na íntegra do conteúdo da lei. Fotografia de Priscila Aguiar.

Sem título
Diálogos – Cotas Afro
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2014.025.006.PRE · · 2014-06-14
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

O Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM/UAB promoveu uma roda de conversa sobre o Programa de Ações Afirmativas da UFSM referente a Cotas AFRO com os seguintes participantes: Cesar Augusto Jacques, membro do Observatório de Ações Afirmativas para acesso e permanência nas Universidades Públicas da América do Sul (AFIRME); Elias Cósta, Educador Popular e integrante do Coletivo AFRONTA; Maria Rita Py Dutra, Alfabetizadora, pesquisadora e escritora; Nei D'Ogum, Coordenador do Núcleo de Ações Culturais e Educativas do Museu Treze de Maio. A mediação foi realizada por Alcir Martins, Licenciado em História, mestrando em Ciências Sociais no PPGCS-UFSM, Analista Educacional EMUAB/NTE. Houve também uma intervenção artística com interpretação de Poesias Negras de Oliveira Silveira e Cuti por Geanine Escobar, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/2012, garantindo 50% das vagas das universidades federais do país a estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio, das quais metade são para os estudantes com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita. Dentro dos critérios de preenchimento dessas vagas, as universidades deverão aplicar o percentual mínimo correspondente à proporção de autodeclarados pretos e pardos, de acordo com os dados do IBGE para cada estado. As instituições federais de ensino terão até 2016 para aplicar na íntegra do conteúdo da lei. Fotografia de Priscila Aguiar.

Sem título
Ensaio Pretinhosidades
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2012.055.053.AN ·
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

Fotógrafo desconhecido.
O ensaio do mês de novembro do ano de 2012 foi dedicado a todos negros e negras que passam pela universidade e diariamente têm escrito sua história por meio do estudo e do trabalho. As imagens são espelhos que refletiram as “Pretinhosidades”, tema da 24ª Semana Municipal da Consciência negra, que remete aos princípios e valores africanos da oralidade, diversidade, integração, ancestralidade, circularidade, corporeidade, comunitarismo e solidariedade. Conduzindo a comunidade a visualizar o retrato de uma cultura construída, mantida e resistente ao longo destes quinhentos anos de luta.

Sem título
Ensaio Pretinhosidades
BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2012.055.012.AN · · 2012.11.05
Parte de Universidade Federal de Santa Maria

Fotógrafo desconhecido.
O ensaio do mês de novembro do ano de 2012 foi dedicado a todos negros e negras que passam pela universidade e diariamente têm escrito sua história por meio do estudo e do trabalho. As imagens são espelhos que refletiram as “Pretinhosidades”, tema da 24ª Semana Municipal da Consciência negra, que remete aos princípios e valores africanos da oralidade, diversidade, integração, ancestralidade, circularidade, corporeidade, comunitarismo e solidariedade. Conduzindo a comunidade a visualizar o retrato de uma cultura construída, mantida e resistente ao longo destes quinhentos anos de luta.

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