Apresentação de pôster no 7º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária - UFOP.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem.
Primeira sessão de lançamento da coletânea Recontando Contos.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem.
Última sessão de lançamento da coletânea Recontando Contos.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem.
Diário de Santa Maria.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem.
Jornalista por 1 dia FEISMA.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem.
Jornalista por 1 dia FEISMA.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
Terceira Sessão de Lançamento da 5ª coletânea.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.ufsm.br/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017).
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
VII Mostra Pedagógica da Escola Municipal de Ensino Fundamental Santos Dumont.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.ufsm.br/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017).
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
VII Mostra Pedagógica da Escola Municipal de Ensino Fundamental Santos Dumont.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.ufsm.br/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017).
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
42ª Feira do Livro .
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.ufsm.br/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017). Fotografia de Paola Brum.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
42ª Feira do Livro .
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.ufsm.br/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017). Fotografia de Paola Brum.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
Primeira Sessão de Lançamento da 5ª coletânea.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.ufsm.br/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017).
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
Terceira Sessão de Lançamento da 5ª coletânea.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.ufsm.br/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017).
Fotografia de Laura Coelho de Almeida.
Troca de lâmpadas em salas de aula.
Fotografia de Laura Coelho de Almeida.
Troca de lâmpadas em salas de aula.
Fotografia de Laura Coelho de Almeida.
Troca de lâmpadas em salas de aula.
Fotografia de Laura Coelho de Almeida.
Troca de lâmpadas em salas de aula.
Fotografia de Laura Coelho de Almeida.
Troca de lâmpadas em salas de aula.
Fotografia de Danusa Frazzon da Cunha.
O projeto de construção de um polo de formação técnico e profissional é uma parceria entre o Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM) e o Colégio Politécnico. Os destinos dos centros são: um foi instalado na Região Oeste de Santa Maria, no Tecnoparque, e outro na Quarta Colônia, em Silveira Martins. Os Centros Vocacionais de Tecnologia (CVTs) foram planejados visando à parceria entre os dois colégios. Tanto o Politécnico quanto o CTISM atuam nos dois locais de instalação. Cada um trabalha com a área de maior afinidade, sendo o primeiro mais voltado a cursos da área da saúde e o segundo prioriza a parte industrial. A administração do centro também é compartilhada. O projeto foi um dos poucos a ser aprovado pelo Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações no país, nesta demanda.
Projeto desenvolvido para instrução de Professores.
Fotografia de Victória Lopes.
O projeto Circulação aconteceu dia 30 de outubro de 2018 e tem por objetivo incentivar a doação de sangue entre a comunidade acadêmica. É desenvolvido pelos Programas de Educação Tutorial (PETs) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com o Hemocentro Regional De Santa Maria, a Prograd e no ano de 2018 contou com o apoio da Empresa de Consultoria, Inovações Tecnológicas em Engenharia de Processos (ITEP Jr).
Fotografia de Victória Lopes.
O projeto Circulação aconteceu dia 30 de outubro de 2018 e tem por objetivo incentivar a doação de sangue entre a comunidade acadêmica. É desenvolvido pelos Programas de Educação Tutorial (PETs) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com o Hemocentro Regional De Santa Maria, a Prograd e no ano de 2018 contou com o apoio da Empresa de Consultoria, Inovações Tecnológicas em Engenharia de Processos (ITEP Jr).
Fotografia de Victória Lopes.
O projeto Circulação aconteceu dia 30 de outubro de 2018 e tem por objetivo incentivar a doação de sangue entre a comunidade acadêmica. É desenvolvido pelos Programas de Educação Tutorial (PETs) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com o Hemocentro Regional De Santa Maria, a Prograd e no ano de 2018 contou com o apoio da Empresa de Consultoria, Inovações Tecnológicas em Engenharia de Processos (ITEP Jr).
Fotografia de Victória Lopes.
O projeto Circulação aconteceu dia 30 de outubro de 2018 e tem por objetivo incentivar a doação de sangue entre a comunidade acadêmica. É desenvolvido pelos Programas de Educação Tutorial (PETs) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com o Hemocentro Regional De Santa Maria, a Prograd e no ano de 2018 contou com o apoio da Empresa de Consultoria, Inovações Tecnológicas em Engenharia de Processos (ITEP Jr).
Fotografia de Victória Lopes.
O projeto Circulação aconteceu dia 30 de outubro de 2018 e tem por objetivo incentivar a doação de sangue entre a comunidade acadêmica. É desenvolvido pelos Programas de Educação Tutorial (PETs) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com o Hemocentro Regional De Santa Maria, a Prograd e no ano de 2018 contou com o apoio da Empresa de Consultoria, Inovações Tecnológicas em Engenharia de Processos (ITEP Jr).
O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o Campus Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a idéia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.ufsm.br/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017. Oficina Escola Verde.
O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o Campus Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a ideia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.ufsm.br/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017. Coleta Seletiva foi discutida durante muitas oficinas e no programa radiofônico Alô Rondon.
Fotografia de Luciele Rocha de Oliveira.
A Projetar Empresa Júnior é uma empresa composta por alunos do curso de Desenho Industrial da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que realiza serviços de programação visual e projetos de produtos. A maioria dos trabalhos realizados pela empresa é de dentro da própria Universidade, porém ela atende também micro, pequenas e médias empresas de Santa Maria, além de já ter atendido clientes de Porto Alegre.
Fotógrafo desconhecido.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotógrafo desconhecido.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotógrafo desconhecido.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotógrafo desconhecido.
Restaurante Universitário faz parte do Programa Fazendo Arte.
Fotógrafo desconhecido.
Restaurante Universitário faz parte do Programa Fazendo Arte.
Fotógrafo desconhecido.
Helio Augusto Tubino Mela participa do Programa Fazendo Arte da Rádio Universidade.
Fotógrafo desconhecido.
Programa Fazendo Arte entrevista Edemur Casanova, artista plástico e professor aposentado da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que em 2009, na Feira do Livro de Santa Maria, lançou o livro Pirâmides do Tempo e fez seu relançamento na sala Claúdio Carriconde do Centro de Artes e Letras (CAL) da UFSM, onde, simultaneamente, ocorria a inauguração da exposição de obras desenvolvidas pelo artista durante o decorrer de sua vida.
Fotógrafo desconhecido.
João Chagas Leite participa do programa Fazendo Arte da Rádio Universidade.
Fotógrafo desconhecido.
João Chagas Leite participa do programa Fazendo Arte da Rádio Universidade.
Fotógrafo desconhecido.
A banda "Banda on the Run" comparecem à Rádio Universidade para participar do programa "Fazendo Arte".
Fotógrafo desconhecido.
Francisco Mariano da Rocha participa do programa Fazendo Arte da Rádio Universidade.
Fotógrafo desconhecido.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotógrafo desconhecido.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotógrafo desconhecido.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotógrafo desconhecido.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotógrafo desconhecido.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotógrafo desconhecido.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotógrafo desconhecido.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)