Fotografia de Rafael Happke.
UntitledFotografia de Rafael Happke.
UntitledFotografia de Germano Molardi.
UntitledFotografia de Germano Molardi.
UntitledFotografia de Germano Molardi.
UntitledFotografia de Germano Molardi.
UntitledFotografia de Germano Molardi.
UntitledFotografia de Germano Molardi.
UntitledFotografia de Germano Molardi.
UntitledFotografia de Germano Molardi.
UntitledFotografia de Germano Molardi.
UntitledFotografia de Germano Molardi.
UntitledFotografia de Germano Molardi.
UntitledCom o tema em discussão “Drogas no Âmbito Educacional: Redução de Danos”, o Projeto Ítaca - ERD – Escola de Redução de Danos, juntamente com Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM e a Pró-reitoria de Extensão, realizaram mais uma edição do evento Diálogos. A conversa trouxe a apresentação do conceito de Redução de Danos construído pelo Projeto ÍTACA, de Santa Maria. Além disso, houve a contextualização da forma com a qual os usuários de droga são tratados: sempre à margem da sociedade. O encontro também proporcionou a socialização de experiências pessoais e foi introduzido com a intervenção apresentada por Gabit box, integrante do Coletivo de Resistência Artística e Periférica (Co-rap Santa Maria). Dentre os convidados estavam: Deni Ladi - Educador em redução de danos e Produtor cultural; Douglas Casarotto de Oliveira – Psicólogo, Mestre em Educação e integrante Coordenação da Escola de Redução de Danos Ítaca; Elisandra Gimenez – Licenciada em Ciências Sociais, Especialização em dependência química e agente redutora de danos; Guilherme Corrêa, professor da UFSM licenciado em Química, antigo coordenador do Projeto Ítaca, mestre em Educação e doutor em Ciências Sociais. Fotografia de Priscila Aguiar.
UntitledCom o tema em discussão “Drogas no Âmbito Educacional: Redução de Danos”, o Projeto Ítaca - ERD – Escola de Redução de Danos, juntamente com Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM e a Pró-reitoria de Extensão, realizaram mais uma edição do evento Diálogos. A conversa trouxe a apresentação do conceito de Redução de Danos construído pelo Projeto ÍTACA, de Santa Maria. Além disso, houve a contextualização da forma com a qual os usuários de droga são tratados: sempre à margem da sociedade. O encontro também proporcionou a socialização de experiências pessoais e foi introduzido com a intervenção apresentada por Gabit box, integrante do Coletivo de Resistência Artística e Periférica (Co-rap Santa Maria). Dentre os convidados estavam: Deni Ladi - Educador em redução de danos e Produtor cultural; Douglas Casarotto de Oliveira – Psicólogo, Mestre em Educação e integrante Coordenação da Escola de Redução de Danos Ítaca; Elisandra Gimenez – Licenciada em Ciências Sociais, Especialização em dependência química e agente redutora de danos; Guilherme Corrêa, professor da UFSM licenciado em Química, antigo coordenador do Projeto Ítaca, mestre em Educação e doutor em Ciências Sociais. Fotografia de Priscila Aguiar.
UntitledCom o tema em discussão “Drogas no Âmbito Educacional: Redução de Danos”, o Projeto Ítaca - ERD – Escola de Redução de Danos, juntamente com Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM e a Pró-reitoria de Extensão, realizaram mais uma edição do evento Diálogos. A conversa trouxe a apresentação do conceito de Redução de Danos construído pelo Projeto ÍTACA, de Santa Maria. Além disso, houve a contextualização da forma com a qual os usuários de droga são tratados: sempre à margem da sociedade. O encontro também proporcionou a socialização de experiências pessoais e foi introduzido com a intervenção apresentada por Gabit box, integrante do Coletivo de Resistência Artística e Periférica (Co-rap Santa Maria). Dentre os convidados estavam: Deni Ladi - Educador em redução de danos e Produtor cultural; Douglas Casarotto de Oliveira – Psicólogo, Mestre em Educação e integrante Coordenação da Escola de Redução de Danos Ítaca; Elisandra Gimenez – Licenciada em Ciências Sociais, Especialização em dependência química e agente redutora de danos; Guilherme Corrêa, professor da UFSM licenciado em Química, antigo coordenador do Projeto Ítaca, mestre em Educação e doutor em Ciências Sociais. Fotografia de Priscila Aguiar.
UntitledFotografia de Victória Lopes.
UntitledFotografia de Victória Lopes.
UntitledFotografia de Victória Lopes.
UntitledFotografia de Luis Fernando Filho.
UntitledFotografia de Luis Fernando Filho.
UntitledFotografia de Luis Fernando Filho.
UntitledFotografia de Luis Fernando Filho.
UntitledFotografia de Luis Fernando Filho.
UntitledPlaca de sinalização na Avenida Roraima.
Fotografia de Raquel Elise de Moraes.
Placa de sinalização da entrada da UFSM.
Fotografia de Raquel Elise de Moraes.
Placa de sinalização em direção ao Hospital Universitário.
Fotografia de Raquel Elise de Moraes.
Pista Multiuso ao lado do prédio 17.
Fotografia de Raquel Elise de Moraes.
O Ministro da Educação do Brasil Jarbas Gonçalves Passarinho participou da reunião.
UntitledO Ministro da Educação do Brasil Jarbas Gonçalves Passarinho participou da reunião.
UntitledO Ministro da Educação do Brasil Jarbas Gonçalves Passarinho participou da reunião.
UntitledO evento ocorreu de 5 a 10 de junho, realizado pelo Departamento de Arquivo Geral (DAG) da UFSM, em conjunto com a programação do Arquivo Nacional em parceria do Ministério da Cultura e a Casa Rui Barbosa.
O DAG se integrou à iniciativa com a promoção de duas atividades: a exposição Ações Arquivísticas na UFSM, que permaneceu até o dia 12 de junho no hall da Administração Central, e a mesa-redonda "Arquivo, Cultura e Fotografia".
Ao final da mesa-redonda, foram apresentados dados sobre os trabalhos do Arquivo Fotográfico da UFSM, que conta com mais de 85 mil imagens em arquivo analógico de 1958 a 2002. Já o acervo digital possui mais de 7 mil fotos distribuídas em CDs e 21 mil fotos digitais do período de 1998 a 2017.
Ao longo do evento, o estudante Rafael Falk, do curso de Artes Visuais da UFSM, apresentou duas intervenções artísticas com temáticas ligadas à Semana de Arquivos.
O evento ocorreu de 5 a 10 de junho, realizado pelo Departamento de Arquivo Geral (DAG) da UFSM, em conjunto com a programação do Arquivo Nacional em parceria do Ministério da Cultura e a Casa Rui Barbosa.
O DAG se integrou à iniciativa com a promoção de duas atividades: a exposição Ações Arquivísticas na UFSM, que permaneceu até o dia 12 de junho no hall da Administração Central, e a mesa-redonda "Arquivo, Cultura e Fotografia".
Ao final da mesa-redonda, foram apresentados dados sobre os trabalhos do Arquivo Fotográfico da UFSM, que conta com mais de 85 mil imagens em arquivo analógico de 1958 a 2002. Já o acervo digital possui mais de 7 mil fotos distribuídas em CDs e 21 mil fotos digitais do período de 1998 a 2017.
Ao longo do evento, o estudante Rafael Falk, do curso de Artes Visuais da UFSM, apresentou duas intervenções artísticas com temáticas ligadas à Semana de Arquivos.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
A TechVec Júnior é uma das Empresas Júnior existentes na UFSM. Foi criada em 2009 e é composta em sua maioria por acadêmicos do curso de Medicina Veterinária. A empresa tem seus serviços voltados à assessoria e ao gerenciamento em produção animal e busca auxiliar produtores rurais pelo conhecimento adquirido em sala de aula. São realizadas atividades como pesquisas de mercado, administração e organização de propriedades, planejamento de nutrição animal, manejo reprodutivo, sanitário e vacinal de rebanhos e controle parasitário. Além dos serviços convencionais, a empresa desenvolve projeto de capacitação para detentos da Penitenciária Estadual de Santa Maria (PESM).
A Pró-Reitoria de Extensão promoveu mais uma edição do Viva o Campus. A programação contou com show com a banda Heaphones - tributo aos Mamonas Assassinas; show com a banda Inseto social; Lançamento da 21ª edição da revista experimental e observação de aves com o projeto "Olha o Passarinho". Ao longo do evento, ocorreu divulgação e orientações do projeto de extensão Pacto, da Terapia Ocupacional da UFSM. Fotógrafo não identificado.
UntitledFotografia de Gerônimo Souto Lima.
O projeto Inspira – idealizado pela Polícia Federal, há 3 anos – e acolhido por vários órgãos de segurança pública, como SUSEPE, Brigada Militar, Polícia Civil e forças armadas, além da Universidade Federal de Santa Maria e da Universidade Franciscana, proporciona encontros semestrais entre as detentas do regime fechado e seus filhos. Durante um dia inteiro, os pequenos participam de atividades recreativas e educativas na companhia das mães. Nessa edição participaram oito detentas e 20 crianças, entre 02 e 14 anos.
Fotografia de Gerônimo Souto Lima.
O projeto Inspira – idealizado pela Polícia Federal, há 3 anos – e acolhido por vários órgãos de segurança pública, como SUSEPE, Brigada Militar, Polícia Civil e forças armadas, além da Universidade Federal de Santa Maria e da Universidade Franciscana, proporciona encontros semestrais entre as detentas do regime fechado e seus filhos. Durante um dia inteiro, os pequenos participam de atividades recreativas e educativas na companhia das mães. Nessa edição participaram oito detentas e 20 crianças, entre 02 e 14 anos.
Fotografia de Gerônimo Souto Lima.
O projeto Inspira – idealizado pela Polícia Federal, há 3 anos – e acolhido por vários órgãos de segurança pública, como SUSEPE, Brigada Militar, Polícia Civil e forças armadas, além da Universidade Federal de Santa Maria e da Universidade Franciscana, proporciona encontros semestrais entre as detentas do regime fechado e seus filhos. Durante um dia inteiro, os pequenos participam de atividades recreativas e educativas na companhia das mães. Nessa edição participaram oito detentas e 20 crianças, entre 02 e 14 anos.
Fotografia de Gerônimo Souto Lima.
O projeto Inspira – idealizado pela Polícia Federal, há 3 anos – e acolhido por vários órgãos de segurança pública, como SUSEPE, Brigada Militar, Polícia Civil e forças armadas, além da Universidade Federal de Santa Maria e da Universidade Franciscana, proporciona encontros semestrais entre as detentas do regime fechado e seus filhos. Durante um dia inteiro, os pequenos participam de atividades recreativas e educativas na companhia das mães. Nessa edição participaram oito detentas e 20 crianças, entre 02 e 14 anos.
Fotografia de Gerônimo Souto Lima.
O projeto Inspira – idealizado pela Polícia Federal, há 3 anos – e acolhido por vários órgãos de segurança pública, como SUSEPE, Brigada Militar, Polícia Civil e forças armadas, além da Universidade Federal de Santa Maria e da Universidade Franciscana, proporciona encontros semestrais entre as detentas do regime fechado e seus filhos. Durante um dia inteiro, os pequenos participam de atividades recreativas e educativas na companhia das mães. Nessa edição participaram oito detentas e 20 crianças, entre 02 e 14 anos.