Fotografia de Andressa Motter.
UntitledFotografia de Gabriela Martins Pagel.
UntitledPlantio de árvores nativas no Bosque das Nações.
Fotografia de Gabriela Martins Pagel.
Plantio de árvores nativas no Bosque das Nações.
Fotografia de Gabriela Martins Pagel.
Fotografia de Gabriela Martins Pagel.
UntitledFotografia de Olivar Braunstein.
UntitledFotografia de Armando Bondarenko.
UntitledFotografia de Armando Bondarenko.
UntitledFotografia de Armando Bondarenko.
UntitledFotografia de Armando Bondarenko.
UntitledFotografia de Armando Bondarenko.
UntitledO programa Viva o Campus edição ''Rock no laguinho'', da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), contou com as apresentações das bandas de rock “In coma” e “Brisocks”. No repertório, músicas autorais e versões de clássicos do rock. Fotógrafo não identificado.
UntitledO programa Viva o Campus edição ''Rock no laguinho'', da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), contou com as apresentações das bandas de rock “In coma” e “Brisocks”. No repertório, músicas autorais e versões de clássicos do rock. Fotógrafo não identificado.
UntitledO Viva o Campus edição "Rock no laguinho" contou com a apresentação das bandas de rock “In coma” e “Brisocks”. No repertório, músicas autorais e versões de clássicos do rock. Fotógrafo não identificado.
UntitledO programa Viva o Campus edição ''Rock no laguinho'', da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), contou com as apresentações das bandas de rock “In coma” e “Brisocks”. No repertório, músicas autorais e versões de clássicos do rock. Fotógrafo não identificado.
UntitledFotógrafo Jonas Pôrto.
A Operação Elpídio Barbosa do Projeto Rondon aconteceu nas cidades de Joinvile, Barra Velha, Garuva, Guaramirim, Itapoá e São Francisco do Sul, estado de Santa Catarina no ano de 2015. Cerca de 250 rondonistas, sendo 170 da Udesc (alunos e servidores), realizaram atividades ligadas às oito áreas temáticas da Política Nacional de Extensão: comunicação; cultura; direitos humanos e justiça; educação; meio ambiente; saúde; tecnologia e produção; e trabalho. A ação teve participação de oito instituições: universidades federais da Fronteira Sul (UFFS), Integração Latino-Americana (Unila), Rio Grande do Sul (UFRGS) e Santa Maria (UFSM); Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC); Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas); e Instituto Fazer, do Distrito Federal e Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A abertura do evento foi realizada dia 15 de julho na Câmara Municipal de Joinville.
Fotógrafo Jonas Pôrto.
A Operação Elpídio Barbosa do Projeto Rondon aconteceu nas cidades de Joinvile, Barra Velha, Garuva, Guaramirim, Itapoá e São Francisco do Sul, estado de Santa Catarina no ano de 2015. Cerca de 250 rondonistas, sendo 170 da Udesc (alunos e servidores), realizaram atividades ligadas às oito áreas temáticas da Política Nacional de Extensão: comunicação; cultura; direitos humanos e justiça; educação; meio ambiente; saúde; tecnologia e produção; e trabalho. A ação teve participação de oito instituições: universidades federais da Fronteira Sul (UFFS), Integração Latino-Americana (Unila), Rio Grande do Sul (UFRGS) e Santa Maria (UFSM); Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC); Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas); e Instituto Fazer, do Distrito Federal e Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A abertura do evento foi realizada dia 15 de julho na Câmara Municipal de Joinville.
Fotografia de Kelen.
A Operação Elpídio Barbosa do Projeto Rondon aconteceu nas cidades de Joinvile, Barra Velha, Garuva, Guaramirim, Itapoá e São Francisco do Sul, estado de Santa Catarina no ano de 2015. Cerca de 250 rondonistas, sendo 170 da Udesc (alunos e servidores), realizaram atividades ligadas às oito áreas temáticas da Política Nacional de Extensão: comunicação; cultura; direitos humanos e justiça; educação; meio ambiente; saúde; tecnologia e produção; e trabalho. A ação teve participação de oito instituições: universidades federais da Fronteira Sul (UFFS), Integração Latino-Americana (Unila), Rio Grande do Sul (UFRGS) e Santa Maria (UFSM); Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC); Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas); e Instituto Fazer, do Distrito Federal e Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A abertura do evento foi realizada dia 15 de julho na Câmara Municipal de Joinville.
Fotógrafo Jonas Pôrto.
A Operação Elpídio Barbosa do Projeto Rondon aconteceu nas cidades de Joinvile, Barra Velha, Garuva, Guaramirim, Itapoá e São Francisco do Sul, estado de Santa Catarina no ano de 2015. Cerca de 250 rondonistas, sendo 170 da Udesc (alunos e servidores), realizaram atividades ligadas às oito áreas temáticas da Política Nacional de Extensão: comunicação; cultura; direitos humanos e justiça; educação; meio ambiente; saúde; tecnologia e produção; e trabalho. A ação teve participação de oito instituições: universidades federais da Fronteira Sul (UFFS), Integração Latino-Americana (Unila), Rio Grande do Sul (UFRGS) e Santa Maria (UFSM); Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC); Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas); e Instituto Fazer, do Distrito Federal e Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A abertura do evento foi realizada dia 15 de julho na Câmara Municipal de Joinville.
Fotógrafo Jonas Pôrto.
A Operação Elpídio Barbosa do Projeto Rondon aconteceu nas cidades de Joinvile, Barra Velha, Garuva, Guaramirim, Itapoá e São Francisco do Sul, estado de Santa Catarina no ano de 2015. Cerca de 250 rondonistas, sendo 170 da Udesc (alunos e servidores), realizaram atividades ligadas às oito áreas temáticas da Política Nacional de Extensão: comunicação; cultura; direitos humanos e justiça; educação; meio ambiente; saúde; tecnologia e produção; e trabalho. A ação teve participação de oito instituições: universidades federais da Fronteira Sul (UFFS), Integração Latino-Americana (Unila), Rio Grande do Sul (UFRGS) e Santa Maria (UFSM); Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC); Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas); e Instituto Fazer, do Distrito Federal e Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A abertura do evento foi realizada dia 15 de julho na Câmara Municipal de Joinville.
Fotografia de Junior.
A Operação Elpídio Barbosa do Projeto Rondon aconteceu nas cidades de Joinvile, Barra Velha, Garuva, Guaramirim, Itapoá e São Francisco do Sul, estado de Santa Catarina no ano de 2015. Cerca de 250 rondonistas, sendo 170 da Udesc (alunos e servidores), realizaram atividades ligadas às oito áreas temáticas da Política Nacional de Extensão: comunicação; cultura; direitos humanos e justiça; educação; meio ambiente; saúde; tecnologia e produção; e trabalho. A ação teve participação de oito instituições: universidades federais da Fronteira Sul (UFFS), Integração Latino-Americana (Unila), Rio Grande do Sul (UFRGS) e Santa Maria (UFSM); Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC); Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas); e Instituto Fazer, do Distrito Federal e Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A abertura do evento foi realizada dia 15 de julho na Câmara Municipal de Joinville.
Fotógrafo Jonas Pôrto.
A Operação Elpídio Barbosa do Projeto Rondon aconteceu nas cidades de Joinvile, Barra Velha, Garuva, Guaramirim, Itapoá e São Francisco do Sul, estado de Santa Catarina no ano de 2015. Cerca de 250 rondonistas, sendo 170 da Udesc (alunos e servidores), realizaram atividades ligadas às oito áreas temáticas da Política Nacional de Extensão: comunicação; cultura; direitos humanos e justiça; educação; meio ambiente; saúde; tecnologia e produção; e trabalho. A ação teve participação de oito instituições: universidades federais da Fronteira Sul (UFFS), Integração Latino-Americana (Unila), Rio Grande do Sul (UFRGS) e Santa Maria (UFSM); Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC); Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas); e Instituto Fazer, do Distrito Federal e Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A abertura do evento foi realizada dia 15 de julho na Câmara Municipal de Joinville.
Fotógrafo Renata Perry.
A Operação Elpídio Barbosa do Projeto Rondon aconteceu nas cidades de Joinvile, Barra Velha, Garuva, Guaramirim, Itapoá e São Francisco do Sul, estado de Santa Catarina no ano de 2015. Cerca de 250 rondonistas, sendo 170 da Udesc (alunos e servidores), realizaram atividades ligadas às oito áreas temáticas da Política Nacional de Extensão: comunicação; cultura; direitos humanos e justiça; educação; meio ambiente; saúde; tecnologia e produção; e trabalho. A ação teve participação de oito instituições: universidades federais da Fronteira Sul (UFFS), Integração Latino-Americana (Unila), Rio Grande do Sul (UFRGS) e Santa Maria (UFSM); Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC); Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas); e Instituto Fazer, do Distrito Federal e Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A abertura do evento foi realizada dia 15 de julho na Câmara Municipal de Joinville.
Fotógrafo Jonas Pôrto.
A Operação Elpídio Barbosa do Projeto Rondon aconteceu nas cidades de Joinvile, Barra Velha, Garuva, Guaramirim, Itapoá e São Francisco do Sul, estado de Santa Catarina no ano de 2015. Cerca de 250 rondonistas, sendo 170 da Udesc (alunos e servidores), realizaram atividades ligadas às oito áreas temáticas da Política Nacional de Extensão: comunicação; cultura; direitos humanos e justiça; educação; meio ambiente; saúde; tecnologia e produção; e trabalho. A ação teve participação de oito instituições: universidades federais da Fronteira Sul (UFFS), Integração Latino-Americana (Unila), Rio Grande do Sul (UFRGS) e Santa Maria (UFSM); Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC); Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas); e Instituto Fazer, do Distrito Federal e Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A abertura do evento foi realizada dia 15 de julho na Câmara Municipal de Joinville.
A festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.
UntitledA festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.
UntitledA festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.
UntitledA festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.
UntitledA festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.
UntitledA festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.
UntitledA festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.
UntitledFotografia de Camila Aguiar.
UntitledFotografia de Camila Aguiar.
UntitledFotografia de Camila Aguiar.
UntitledFotografia de Camila Aguiar.
UntitledFotografia de Camila Aguiar.
UntitledFotografia de Camila Aguiar.
UntitledFotografia de Camila Aguiar.
UntitledFotografia de Camila Aguiar.
UntitledCom o tema em discussão “Drogas no Âmbito Educacional: Redução de Danos”, o Projeto Ítaca - ERD – Escola de Redução de Danos, juntamente com Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM e a Pró-reitoria de Extensão, realizaram mais uma edição do evento Diálogos. A conversa trouxe a apresentação do conceito de Redução de Danos construído pelo Projeto ÍTACA, de Santa Maria. Além disso, houve a contextualização da forma com a qual os usuários de droga são tratados: sempre à margem da sociedade. O encontro também proporcionou a socialização de experiências pessoais e foi introduzido com a intervenção apresentada por Gabit box, integrante do Coletivo de Resistência Artística e Periférica (Co-rap Santa Maria). Dentre os convidados estavam: Deni Ladi - Educador em redução de danos e Produtor cultural; Douglas Casarotto de Oliveira – Psicólogo, Mestre em Educação e integrante Coordenação da Escola de Redução de Danos Ítaca; Elisandra Gimenez – Licenciada em Ciências Sociais, Especialização em dependência química e agente redutora de danos; Guilherme Corrêa, professor da UFSM licenciado em Química, antigo coordenador do Projeto Ítaca, mestre em Educação e doutor em Ciências Sociais. Fotografia de Priscila Aguiar.
UntitledCom o tema em discussão “Drogas no Âmbito Educacional: Redução de Danos”, o Projeto Ítaca - ERD – Escola de Redução de Danos, juntamente com Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM e a Pró-reitoria de Extensão, realizaram mais uma edição do evento Diálogos. A conversa trouxe a apresentação do conceito de Redução de Danos construído pelo Projeto ÍTACA, de Santa Maria. Além disso, houve a contextualização da forma com a qual os usuários de droga são tratados: sempre à margem da sociedade. O encontro também proporcionou a socialização de experiências pessoais e foi introduzido com a intervenção apresentada por Gabit box, integrante do Coletivo de Resistência Artística e Periférica (Co-rap Santa Maria). Dentre os convidados estavam: Deni Ladi - Educador em redução de danos e Produtor cultural; Douglas Casarotto de Oliveira – Psicólogo, Mestre em Educação e integrante Coordenação da Escola de Redução de Danos Ítaca; Elisandra Gimenez – Licenciada em Ciências Sociais, Especialização em dependência química e agente redutora de danos; Guilherme Corrêa, professor da UFSM licenciado em Química, antigo coordenador do Projeto Ítaca, mestre em Educação e doutor em Ciências Sociais. Fotografia de Priscila Aguiar.
UntitledCom o tema em discussão “Drogas no Âmbito Educacional: Redução de Danos”, o Projeto Ítaca - ERD – Escola de Redução de Danos, juntamente com Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM e a Pró-reitoria de Extensão, realizaram mais uma edição do evento Diálogos. A conversa trouxe a apresentação do conceito de Redução de Danos construído pelo Projeto ÍTACA, de Santa Maria. Além disso, houve a contextualização da forma com a qual os usuários de droga são tratados: sempre à margem da sociedade. O encontro também proporcionou a socialização de experiências pessoais e foi introduzido com a intervenção apresentada por Gabit box, integrante do Coletivo de Resistência Artística e Periférica (Co-rap Santa Maria). Dentre os convidados estavam: Deni Ladi - Educador em redução de danos e Produtor cultural; Douglas Casarotto de Oliveira – Psicólogo, Mestre em Educação e integrante Coordenação da Escola de Redução de Danos Ítaca; Elisandra Gimenez – Licenciada em Ciências Sociais, Especialização em dependência química e agente redutora de danos; Guilherme Corrêa, professor da UFSM licenciado em Química, antigo coordenador do Projeto Ítaca, mestre em Educação e doutor em Ciências Sociais. Fotografia de Priscila Aguiar.
UntitledCom o tema em discussão “Drogas no Âmbito Educacional: Redução de Danos”, o Projeto Ítaca - ERD – Escola de Redução de Danos, juntamente com Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM e a Pró-reitoria de Extensão, realizaram mais uma edição do evento Diálogos. A conversa trouxe a apresentação do conceito de Redução de Danos construído pelo Projeto ÍTACA, de Santa Maria. Além disso, houve a contextualização da forma com a qual os usuários de droga são tratados: sempre à margem da sociedade. O encontro também proporcionou a socialização de experiências pessoais e foi introduzido com a intervenção apresentada por Gabit box, integrante do Coletivo de Resistência Artística e Periférica (Co-rap Santa Maria). Dentre os convidados estavam: Deni Ladi - Educador em redução de danos e Produtor cultural; Douglas Casarotto de Oliveira – Psicólogo, Mestre em Educação e integrante Coordenação da Escola de Redução de Danos Ítaca; Elisandra Gimenez – Licenciada em Ciências Sociais, Especialização em dependência química e agente redutora de danos; Guilherme Corrêa, professor da UFSM licenciado em Química, antigo coordenador do Projeto Ítaca, mestre em Educação e doutor em Ciências Sociais. Fotografia de Priscila Aguiar.
UntitledCom o tema em discussão “Drogas no Âmbito Educacional: Redução de Danos”, o Projeto Ítaca - ERD – Escola de Redução de Danos, juntamente com Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM e a Pró-reitoria de Extensão, realizaram mais uma edição do evento Diálogos. A conversa trouxe a apresentação do conceito de Redução de Danos construído pelo Projeto ÍTACA, de Santa Maria. Além disso, houve a contextualização da forma com a qual os usuários de droga são tratados: sempre à margem da sociedade. O encontro também proporcionou a socialização de experiências pessoais e foi introduzido com a intervenção apresentada por Gabit box, integrante do Coletivo de Resistência Artística e Periférica (Co-rap Santa Maria). Dentre os convidados estavam: Deni Ladi - Educador em redução de danos e Produtor cultural; Douglas Casarotto de Oliveira – Psicólogo, Mestre em Educação e integrante Coordenação da Escola de Redução de Danos Ítaca; Elisandra Gimenez – Licenciada em Ciências Sociais, Especialização em dependência química e agente redutora de danos; Guilherme Corrêa, professor da UFSM licenciado em Química, antigo coordenador do Projeto Ítaca, mestre em Educação e doutor em Ciências Sociais. Fotografia de Priscila Aguiar.
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