Fotografia de Germano Rama Molardi.
Foram construídos quiosques para os moradores da Casa do Estudante Universitário (CEU), cada um contendo dois módulos de churrasqueiras pré-moldadas, balcão com pia, bancos e uma mesa fixa de concreto.
Fotografia de Germano Rama Molardi.
Foram construídos quiosques para os moradores da Casa do Estudante Universitário (CEU), cada um contendo dois módulos de churrasqueiras pré-moldadas, balcão com pia, bancos e uma mesa fixa de concreto.
Fotografia de Germano Rama Molardi.
UntitledFotografia de Germano Rama Molardi.
UntitledFotografia de Andressa Canova Motter.
Foram feitas reformas para a implantação do projeto de acessibilidade na calçada paralela à Avenida Roraima. O intuito foi de adequar os passeios da UFSM a todos os seus usuários.
Fotografia de Gabriela Martins Pagel.
O programa de extensão Reanima é uma realização do Departamento de Saúde da Comunidade do Centro de Ciências da Saúde que começou em 2013 e tem como objetivo capacitar a população sobre como realizar a reanimação cardiopulmonar (RCP).
Fotografia de Gabriela Martins Pagel.
O programa de extensão Reanima é uma realização do Departamento de Saúde da Comunidade do Centro de Ciências da Saúde que começou em 2013 e tem como objetivo capacitar a população sobre como realizar a reanimação cardiopulmonar (RCP).
Fotografia de Paola Nascimento Brum.
A Comissão Pré-Estatuinte da UFSM realizou um ciclo de reuniões públicas, seguidas de inscrições para candidatos a delegado estatuinte, nas comunidades nas quais a Universidade tem presença física. Foram definidos 11 delegados, número equivalente às vagas destinadas a Santa Maria.
Fotografia de Paola Nascimento Brum.
A Comissão Pré-Estatuinte da UFSM realizou um ciclo de reuniões públicas, seguidas de inscrições para candidatos a delegado estatuinte, nas comunidades nas quais a Universidade tem presença física. Foram definidos 11 delegados, número equivalente às vagas destinadas a Santa Maria.
Fotografia de José Marcos Graciano Marin Júnior.
Numa parceria entre a UFSM, a Prefeitura de São João do Polêsine e a University of Georgia, dos Estados Unidos, o evento contou com oficinas de música, concertos e recitais, além de atividades voltadas para crianças. Nesta edição, o festival recebeu 15 músicos do exterior, provenientes de sete países.
Fotografia de Luis Fernando Filho.
Foi aprovada em sessão extraordinária, a gratuidade nas refeições nos Restaurantes Universitários (RUs) da Instituição para os alunos com Benefício Socioeconômico (BSE).
Fotografia de Paola Nascimento Brum.
A Semana da Calourada é um evento que proporciona orientação e confraternização para os ingressantes. O novo modelo de recepção aos novos acadêmicos, promovido pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae), junto a Pró-Reitoria de Extensão (PRE), o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e a diretoria da Casa do Estudante Universitário, contou com diversas atividades de recepção aos alunos, como shows musicais, atividades esportivas, teatrais, entre outras.
Fotografia de Paola Nascimento Brum.
A Semana da Calourada é um evento que proporciona orientação e confraternização para os ingressantes. O novo modelo de recepção aos novos acadêmicos, promovido pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae), junto a Pró-Reitoria de Extensão (PRE), o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e a diretoria da Casa do Estudante Universitário, contou com diversas atividades de recepção aos alunos, como shows musicais, atividades esportivas, teatrais, entre outras.
Fotografia de Paola Nascimento Brum.
A Semana da Calourada é um evento que proporciona orientação e confraternização para os ingressantes. O novo modelo de recepção aos novos acadêmicos, promovido pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae), junto a Pró-Reitoria de Extensão (PRE), o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e a diretoria da Casa do Estudante Universitário, contou com diversas atividades de recepção aos alunos, como shows musicais, atividades esportivas, teatrais, entre outras.
Fotografia de Paola Nascimento Brum.
A Semana da Calourada é um evento que proporciona orientação e confraternização para os ingressantes. O novo modelo de recepção aos novos acadêmicos, promovido pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae), junto a Pró-Reitoria de Extensão (PRE), o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e a diretoria da Casa do Estudante Universitário, contou com diversas atividades de recepção aos alunos, como shows musicais, atividades esportivas, teatrais, entre outras.
O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.
UntitledO 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.
UntitledO 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.
UntitledO 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.
UntitledO 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.
UntitledO 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.
UntitledO 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.
UntitledO 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.
UntitledO 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.
UntitledO 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.
UntitledO 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.
UntitledFotografia de Diana Sampaio.
A Pró-Reitoria de Extensão Profª. Teresinha Heck Weiller foi mediadora da mesa redonda, com as seguintes palestrantes: Débora Aparecida Dias, delegada de Polícia, titular da Delegacia da Mulher de Santa Maria; Luciana Rambo, advogada e Maria Celeste Landerdahl, professora da UFSM, líder do Núcleo de Estudos sobre Mulheres, Gênero e Políticas Públicas (NEMGeP). A mesa integrou a programação do Dia Internacional da Mulher promovido pela Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep).
Fotografia de Diana Sampaio.
A Pró-Reitoria de Extensão Profª. Teresinha Heck Weiller foi mediadora da mesa redonda, com as seguintes palestrantes: Débora Aparecida Dias, delegada de Polícia, titular da Delegacia da Mulher de Santa Maria; Luciana Rambo, advogada e Maria Celeste Landerdahl, professora da UFSM, líder do Núcleo de Estudos sobre Mulheres, Gênero e Políticas Públicas (NEMGeP). A mesa integrou a programação do Dia Internacional da Mulher promovido pela Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep).
O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.
O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.
Fotografia de Jaciele Carine Sell.
Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes.
O Viva o Campus é uma ação da Pró-Reitoria de Extensão e do Gabinete do Reitor que elabora estratégias de abertura do campus nos finais de semana com atividades diversas, construindo uma universidade cidadã, promotora de sociabilidades. Foi um domingo de muita música para lembrar os The Beatles e seu famoso projeto de 1967, o “The magical mistery tour”, que tornou-se álbum e filme. A banda MagicalMistery é de Santa Maria e teve sua origem no segundo semestre de 2011. O projeto artístico da banda visa homenagear os The Beatles, apresentando para o seu público um espetáculo divertido e bem elaborado musicalmente, firmando-se assim como uma banda referência por sua disciplina, talento e respeito à música de qualidade. Fotografia de André Borba e Franciele Oliveira.
UntitledA última apresentação foi o espetáculo "Dançando na noite: um casal e a pandemia", dos músicos Daiane Diniz e Rodrigo Cunha trouxe ao público algumas músicas compostas pelos artistas ao longo da quarentena. A ação faz parte dos esforços da UFSM para promover atividades culturais no município e auxiliar os profissionais das artes durante o período de distanciamento social imposto pela pandemia de Covid-19, além de celebrar os 60 anos da instituição. Ao todo, foram selecionadas 10 ações culturais de grupos artísticos de Santa Maria (RS), que realizaram apresentações de teatro, dança e música ao longo de julho, agosto e setembro de 2020. As ações performativas foram desenvolvidas no palco do Centro de Convenções da UFSM sem a presença do público, apenas com os artistas e a equipe de apoio para a transmissão ao vivo, com os devidos equipamentos de proteção. A realização do projeto conta com apoio da TV Campus UFSM, do Centro de Processamento de Dados (CPD) e do Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE). Fotografia de André Borba e Franciele Oliveira.
UntitledFotografia de Priscila Aguiar.
UntitledEm comemoração aos 55 anos da UFSM, a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) em parceria com a Assessoria Esportiva Ideia Fixa, promoveram a 1ª Corrida Rústica de Aniversário da UFSM. O evento ocorreu no campus da universidade e foi uma corrida pedestre, de única etapa, com duração de até 1 hora e 30 minutos. Este evento teve como objetivo promover o bem-estar da comunidade de Santa Maria e região. Fotógrafo não identificado.
UntitledEm comemoração aos 55 anos da UFSM, a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) em parceria com a Assessoria Esportiva Ideia Fixa, promoveram a 1ª Corrida Rústica de Aniversário da UFSM. O evento ocorreu no campus da universidade e foi uma corrida pedestre, de única etapa, com duração de até 1 hora e 30 minutos. Este evento teve como objetivo promover o bem-estar da comunidade de Santa Maria e região. Fotógrafo não identificado.
UntitledEm comemoração aos 55 anos da UFSM, a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) em parceria com a Assessoria Esportiva Ideia Fixa, promoveram a 1ª Corrida Rústica de Aniversário da UFSM. O evento ocorreu no campus da universidade e foi uma corrida pedestre, de única etapa, com duração de até 1 hora e 30 minutos. Este evento teve como objetivo promover o bem-estar da comunidade de Santa Maria e região. Fotógrafo não identificado.
UntitledEm comemoração aos 55 anos da UFSM, a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) em parceria com a Assessoria Esportiva Ideia Fixa, promoveram a 1ª Corrida Rústica de Aniversário da UFSM. O evento ocorreu no campus da universidade e foi uma corrida pedestre, de única etapa, com duração de até 1 hora e 30 minutos. Este evento teve como objetivo promover o bem-estar da comunidade de Santa Maria e região. Fotógrafo não identificado.
UntitledEm comemoração aos 55 anos da UFSM, a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) em parceria com a Assessoria Esportiva Ideia Fixa, promoveram a 1ª Corrida Rústica de Aniversário da UFSM. O evento ocorreu no campus da universidade e foi uma corrida pedestre, de única etapa, com duração de até 1 hora e 30 minutos. Este evento teve como objetivo promover o bem-estar da comunidade de Santa Maria e região. Fotógrafo não identificado.
UntitledNa última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2014, num universo de 8.721.946 de inscritos, apenas 95, se identificaram enquanto pessoas trans e reivindicaram o uso de seu nome social. Esse dado leva a um questionamento pouco feito durante o cotidiano: onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, promoveu o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”. Fotografia de Priscila Aguiar.
UntitledO 33º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul – SEURS foi realizado pela Universidade Federal do Pampa na cidade de Bagé, Rio Grande do Sul, entre os dias 5 e 7 de agosto de 2015. Consolidado como o principal evento da extensão universitária no sul do país, o SEURS proporciona uma intensa troca de experiências e saberes, além de ser um espaço destinado às manifestações artístico-culturais desenvolvidas por essas instituições. A UNIPAMPA trabalhou na organização do 33º SEURS, buscando realizar um evento diferenciado, mas atendendo às expectativas dos extensionistas. Todas as atividades foram pensadas no âmbito do tema: Extensão e Cidade – Caminhos de interação, desenvolvimento e visibilidades. Fotografia de Marcos Machado Paulo.
UntitledO 33º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul – SEURS foi realizado pela Universidade Federal do Pampa na cidade de Bagé, Rio Grande do Sul, entre os dias 5 e 7 de agosto de 2015. Consolidado como o principal evento da extensão universitária no sul do país, o SEURS proporciona uma intensa troca de experiências e saberes, além de ser um espaço destinado às manifestações artístico-culturais desenvolvidas por essas instituições. A UNIPAMPA trabalhou na organização do 33º SEURS, buscando realizar um evento diferenciado, mas atendendo às expectativas dos extensionistas. Todas as atividades foram pensadas no âmbito do tema: Extensão e Cidade – Caminhos de interação, desenvolvimento e visibilidades. Fotografia de Marcos Machado Paulo.
UntitledO 33º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul – SEURS foi realizado pela Universidade Federal do Pampa na cidade de Bagé, Rio Grande do Sul, entre os dias 5 e 7 de agosto de 2015. Consolidado como o principal evento da extensão universitária no sul do país, o SEURS proporciona uma intensa troca de experiências e saberes, além de ser um espaço destinado às manifestações artístico-culturais desenvolvidas por essas instituições. A UNIPAMPA trabalhou na organização do 33º SEURS, buscando realizar um evento diferenciado, mas atendendo às expectativas dos extensionistas. Todas as atividades foram pensadas no âmbito do tema: Extensão e Cidade – Caminhos de interação, desenvolvimento e visibilidades. Fotografia de Marcos Machado Paulo.
UntitledO 33º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul – SEURS foi realizado pela Universidade Federal do Pampa na cidade de Bagé, Rio Grande do Sul, entre os dias 5 e 7 de agosto de 2015. Consolidado como o principal evento da extensão universitária no sul do país, o SEURS proporciona uma intensa troca de experiências e saberes, além de ser um espaço destinado às manifestações artístico-culturais desenvolvidas por essas instituições. A UNIPAMPA trabalhou na organização do 33º SEURS, buscando realizar um evento diferenciado, mas atendendo às expectativas dos extensionistas. Todas as atividades foram pensadas no âmbito do tema: Extensão e Cidade – Caminhos de interação, desenvolvimento e visibilidades. Fotografia de Marcos Machado Paulo.
UntitledO 33º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul – SEURS foi realizado pela Universidade Federal do Pampa na cidade de Bagé, Rio Grande do Sul, entre os dias 5 e 7 de agosto de 2015. Consolidado como o principal evento da extensão universitária no sul do país, o SEURS proporciona uma intensa troca de experiências e saberes, além de ser um espaço destinado às manifestações artístico-culturais desenvolvidas por essas instituições. A UNIPAMPA trabalhou na organização do 33º SEURS, buscando realizar um evento diferenciado, mas atendendo às expectativas dos extensionistas. Todas as atividades foram pensadas no âmbito do tema: Extensão e Cidade – Caminhos de interação, desenvolvimento e visibilidades. Fotografia de Marcos Machado Paulo.
UntitledO 33º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul – SEURS foi realizado pela Universidade Federal do Pampa na cidade de Bagé, Rio Grande do Sul, entre os dias 5 e 7 de agosto de 2015. Consolidado como o principal evento da extensão universitária no sul do país, o SEURS proporciona uma intensa troca de experiências e saberes, além de ser um espaço destinado às manifestações artístico-culturais desenvolvidas por essas instituições. A UNIPAMPA trabalhou na organização do 33º SEURS, buscando realizar um evento diferenciado, mas atendendo às expectativas dos extensionistas. Todas as atividades foram pensadas no âmbito do tema: Extensão e Cidade – Caminhos de interação, desenvolvimento e visibilidades. Fotografia de Marcos Machado Paulo.
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