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Nota(s) de âmbito
Praça Santos Dumont
Praça Santos Dumont
Paulo Afonso Burmann após receber o colar reitoral.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Transferência do colar reitoral do ex-reitor Felipe Martins Muller a Paulo Afonso Burmann.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Assinatura do termo de posse de pró-reitor(a) de Planejamento a Martha Bohrer Adaime.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Assinatura do termo de posse de pró-reitor de Assuntos Estudantis a João Batista Dias de Paiva.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Assinatura do termo de posse de pró-reitor de Administração a José Carlos Segalla.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Assinatura do termo de posse de pró-reitor de Graduação a Albertinho Luiz Gallina.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Assinatura do termo de posse de vice-reitor a Paulo Bayard Dias Gonçalves.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Cumprimentos após Paulo Afonso Burmann receber o colar reitoral.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotógrafo desconhecido.
Dia 4 de setembro de 2012, no Largo do Planetário no Campus UFSM, foi realizada a Solenidade Cívica da UFSM com apresentação da banda da Base Aérea de Santa Maria.
Fotógrafo desconhecido.
Dia 4 de setembro de 2012, no Largo do Planetário no Campus UFSM, foi realizada a Solenidade Cívica da UFSM com apresentação da banda da Base Aérea de Santa Maria.
Fotógrafo desconhecido.
Dia 4 de setembro de 2012, no Largo do Planetário no Campus UFSM, foi realizada a Solenidade Cívica da UFSM com apresentação da banda da Base Aérea de Santa Maria.
Fotógrafo desconhecido.
Dia 4 de setembro de 2012, no Largo do Planetário no Campus UFSM, foi realizada a Solenidade Cívica da UFSM com apresentação da banda da Base Aérea de Santa Maria.
Fotógrafo desconhecido.
Dia 4 de setembro de 2012, no Largo do Planetário no Campus UFSM, foi realizada a Solenidade Cívica da UFSM com apresentação da banda da Base Aérea de Santa Maria.
Fotógrafo desconhecido.
Dia 4 de setembro de 2012, no Largo do Planetário no Campus UFSM, foi realizada a Solenidade Cívica da UFSM com apresentação da banda da Base Aérea de Santa Maria.
Fotógrafo desconhecido.
Dia 4 de setembro de 2012, no Largo do Planetário no Campus UFSM, foi realizada a Solenidade Cívica da UFSM com apresentação da banda da Base Aérea de Santa Maria.
Fotógrafo desconhecido.
Dia 4 de setembro de 2012, no Largo do Planetário no Campus UFSM, foi realizada a Solenidade Cívica da UFSM com apresentação da banda da Base Aérea de Santa Maria.
Fotógrafo desconhecido.
Dia 4 de setembro de 2012, no Largo do Planetário no Campus UFSM, foi realizada a Solenidade Cívica da UFSM com apresentação da banda da Base Aérea de Santa Maria.
Fotógrafo desconhecido.
Dia 4 de setembro de 2012, no Largo do Planetário no Campus UFSM, foi realizada a Solenidade Cívica da UFSM com apresentação da banda da Base Aérea de Santa Maria.
Fotógrafo desconhecido.
Dia 4 de setembro de 2012, no Largo do Planetário no Campus UFSM, foi realizada a Solenidade Cívica da UFSM com apresentação da banda da Base Aérea de Santa Maria.
Fotógrafo desconhecido.
Estudantes comparecem na UFSM para a realização do vestibular de 2012.
Fotógrafo desconhecido.
Estudantes comparecem na UFSM para a realização do vestibular de 2012.
Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Franciele Oliveira.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Franciele Oliveira.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Franciele Oliveira.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes.Fotografia de Franciele Oliveira.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)