Planetário – Prédio 45
202 Descrição arquivística resultados para Planetário – Prédio 45
Sala de projeção e equipamento do planetário. Ao lado do equipamento 2 servidores da UFSM.
Luz artificial, interna.
Placa de inauguração do planetário.
Luz artificial, interna.
Instalações e equipamentos do planetário.
Luz artificial, interna.
Sala de projeção e equipamento do planetário. Ao lado do equipamento 2 servidores da UFSM.
Luz artificial, interna.
Instalações e equipamentos do planetário.
Luz artificial, interna.
Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
Instalações internas.
Quarto Planetário a ser construído no Brasil, o oitavo na América Latina e o primeiro no Rio Grande do Sul.
Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
Instalações internas.
Quarto Planetário a ser construído no Brasil, o oitavo na América Latina e o primeiro no Rio Grande do Sul.
Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
Instalações internas.
Quarto Planetário a ser construído no Brasil, o oitavo na América Latina e o primeiro no Rio Grande do Sul.
Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
Instalações internas.
Quarto Planetário a ser construído no Brasil, o oitavo na América Latina e o primeiro no Rio Grande do Sul.
Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
Instalações internas.
Quarto Planetário a ser construído no Brasil, o oitavo na América Latina e o primeiro no Rio Grande do Sul.
Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
Quarto Planetário a ser construído no Brasil, o oitavo na América Latina e o primeiro no Rio Grande do Sul.
Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
Instalações internas.
Quarto Planetário a ser construído no Brasil, o oitavo na América Latina e o primeiro no Rio Grande do Sul.
Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
Instalações internas.
Quarto Planetário a ser construído no Brasil, o oitavo na América Latina e o primeiro no Rio Grande do Sul.
Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
Instalações internas.
Quarto Planetário a ser construído no Brasil, o oitavo na América Latina e o primeiro no Rio Grande do Sul.
Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
Quarto Planetário a ser construído no Brasil, o oitavo na América Latina e o primeiro no Rio Grande do Sul.
Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
Instalações internas.
Quarto Planetário a ser construído no Brasil, o oitavo na América Latina e o primeiro no Rio Grande do Sul.
Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
Instalações internas.
Quarto Planetário a ser construído no Brasil, o oitavo na América Latina e o primeiro no Rio Grande do Sul.
Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
Quarto Planetário a ser construído no Brasil, o oitavo na América Latina e o primeiro no Rio Grande do Sul.
Fotografia de Maria Luísa Viana.
O Planetário Professor José Mariano da Rocha Filho, fundado em 1971, é o 4º brasileiro, o 8º na América Latina, o 1º no Rio Grande do Sul, o 1º em uma cidade do interior do país e o 1º em um campus universitário no Brasil. Seu projeto arquitetônico foi elaborado pelo arquiteto Oscar Valdetaro, a partir de um esboço doado por Oscar Niemeyer em 1960. O Planetário tem capacidade para receber 100 pessoas por sessão, recebe por ano 20 mil visitantes de todo o país, de segunda a sexta-feira. As escolas também fazem visitas ao planetário, porém com o aviso de até dois dias de antecedência. Possui também programações especiais e é aberto aos domingos.
Fotografia de Maria Luísa Viana.
O Planetário Professor José Mariano da Rocha Filho, fundado em 1971, é o 4º brasileiro, o 8º na América Latina, o 1º no Rio Grande do Sul, o 1º em uma cidade do interior do país e o 1º em um campus universitário no Brasil. Seu projeto arquitetônico foi elaborado pelo arquiteto Oscar Valdetaro, a partir de um esboço doado por Oscar Niemeyer em 1960. O Planetário tem capacidade para receber 100 pessoas por sessão, recebe por ano 20 mil visitantes de todo o país, de segunda a sexta-feira. As escolas também fazem visitas ao planetário, porém com o aviso de até dois dias de antecedência. Possui também programações especiais e é aberto aos domingos.
Fotografia de Maria Luísa Viana.
O Planetário Professor José Mariano da Rocha Filho, fundado em 1971, é o 4º brasileiro, o 8º na América Latina, o 1º no Rio Grande do Sul, o 1º em uma cidade do interior do país e o 1º em um campus universitário no Brasil. Seu projeto arquitetônico foi elaborado pelo arquiteto Oscar Valdetaro, a partir de um esboço doado por Oscar Niemeyer em 1960. O Planetário tem capacidade para receber 100 pessoas por sessão, recebe por ano 20 mil visitantes de todo o país, de segunda a sexta-feira. As escolas também fazem visitas ao planetário, porém com o aviso de até dois dias de antecedência. Possui também programações especiais e é aberto aos domingos.
Fotografia de Maria Luísa Viana.
O Planetário Professor José Mariano da Rocha Filho, fundado em 1971, é o 4º brasileiro, o 8º na América Latina, o 1º no Rio Grande do Sul, o 1º em uma cidade do interior do país e o 1º em um campus universitário no Brasil. Seu projeto arquitetônico foi elaborado pelo arquiteto Oscar Valdetaro, a partir de um esboço doado por Oscar Niemeyer em 1960. O Planetário tem capacidade para receber 100 pessoas por sessão, recebe por ano 20 mil visitantes de todo o país, de segunda a sexta-feira. As escolas também fazem visitas ao planetário, porém com o aviso de até dois dias de antecedência. Possui também programações especiais e é aberto aos domingos.
Fotografia de Maria Luísa Viana.
O Planetário Professor José Mariano da Rocha Filho, fundado em 1971, é o 4º brasileiro, o 8º na América Latina, o 1º no Rio Grande do Sul, o 1º em uma cidade do interior do país e o 1º em um campus universitário no Brasil. Seu projeto arquitetônico foi elaborado pelo arquiteto Oscar Valdetaro, a partir de um esboço doado por Oscar Niemeyer em 1960. O Planetário tem capacidade para receber 100 pessoas por sessão, recebe por ano 20 mil visitantes de todo o país, de segunda a sexta-feira. As escolas também fazem visitas ao planetário, porém com o aviso de até dois dias de antecedência. Possui também programações especiais e é aberto aos domingos.
Fotografia de Maria Luísa Viana.
O Planetário Professor José Mariano da Rocha Filho, fundado em 1971, é o 4º brasileiro, o 8º na América Latina, o 1º no Rio Grande do Sul, o 1º em uma cidade do interior do país e o 1º em um campus universitário no Brasil. Seu projeto arquitetônico foi elaborado pelo arquiteto Oscar Valdetaro, a partir de um esboço doado por Oscar Niemeyer em 1960. O Planetário tem capacidade para receber 100 pessoas por sessão, recebe por ano 20 mil visitantes de todo o país, de segunda a sexta-feira. As escolas também fazem visitas ao planetário, porém com o aviso de até dois dias de antecedência. Possui também programações especiais e é aberto aos domingos.
Fotografia de Maria Luísa Viana.
O Planetário Professor José Mariano da Rocha Filho, fundado em 1971, é o 4º brasileiro, o 8º na América Latina, o 1º no Rio Grande do Sul, o 1º em uma cidade do interior do país e o 1º em um campus universitário no Brasil. Seu projeto arquitetônico foi elaborado pelo arquiteto Oscar Valdetaro, a partir de um esboço doado por Oscar Niemeyer em 1960. O Planetário tem capacidade para receber 100 pessoas por sessão, recebe por ano 20 mil visitantes de todo o país, de segunda a sexta-feira. As escolas também fazem visitas ao planetário, porém com o aviso de até dois dias de antecedência. Possui também programações especiais e é aberto aos domingos.
Fotografia de Maria Luísa Viana.
O Planetário Professor José Mariano da Rocha Filho, fundado em 1971, é o 4º brasileiro, o 8º na América Latina, o 1º no Rio Grande do Sul, o 1º em uma cidade do interior do país e o 1º em um campus universitário no Brasil. Seu projeto arquitetônico foi elaborado pelo arquiteto Oscar Valdetaro, a partir de um esboço doado por Oscar Niemeyer em 1960. O Planetário tem capacidade para receber 100 pessoas por sessão, recebe por ano 20 mil visitantes de todo o país, de segunda a sexta-feira. As escolas também fazem visitas ao planetário, porém com o aviso de até dois dias de antecedência. Possui também programações especiais e é aberto aos domingos.
Fotografia de Ítalo de Holanda Padilha Vieira.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotografia de Rafael Happke.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotografia de Rafael Happke.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)Fotografia de Rafael Happke.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)