Fotografia de Nathalie Avila da Silva Martins.
Solenidade de inauguração da primeira edição da Polifeira do Agricultor, com presença de Gustavo Pinto da Silva, Coordenador da Polifeira; Paulo Afonso Burmann, reitor; Valmir Aita; Rodrigo Menna Barreto, Secretário Municipal de Desenvolvimento Rural; Alessandro Miola, Diretor do Departamento de Pesquisa e Extensão do Colégio Politécnico e André Geraldo Radatz, agricultor e representante de todos feirantes. A feira será realizada semanalmente, sempre nas segundas e quintas-feiras. A ideia de promover a feira surgiu de uma experiência desenvolvida pelo Politécnico em Santiago. A equipe apresentou resultados para a Universidade, que acolheu a proposta de desenvolver o projeto também em Santa Maria. Com o slogan “Do campo ao campus”, o objetivo da Polifeira do Agricultor é oferecer ao público consumidor uma alternativa saudável e acessível de alimentos. Com uma grande variedade de frutas, hortaliças e também produtos da agroindústria como panificados, derivados de leite e embutidos, somente podem ser comercializados alimentos produzidos pelos próprios agricultores, sendo vedada a intermediação.
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Fotografia de Nathalie Avila da Silva Martins.
Solenidade de inauguração da primeira edição da Polifeira do Agricultor, com presença de Gustavo Pinto da Silva, Coordenador da Polifeira; Paulo Afonso Burmann, reitor; Valmir Aita; Rodrigo Menna Barreto, Secretário Municipal de Desenvolvimento Rural; Alessandro Miola, Diretor do Departamento de Pesquisa e Extensão do Colégio Politécnico e André Geraldo Radatz, agricultor e representante de todos feirantes. A feira será realizada semanalmente, sempre nas segundas e quintas-feiras. A ideia de promover a feira surgiu de uma experiência desenvolvida pelo Politécnico em Santiago. A equipe apresentou resultados para a Universidade, que acolheu a proposta de desenvolver o projeto também em Santa Maria. Com o slogan “Do campo ao campus”, o objetivo da Polifeira do Agricultor é oferecer ao público consumidor uma alternativa saudável e acessível de alimentos. Com uma grande variedade de frutas, hortaliças e também produtos da agroindústria como panificados, derivados de leite e embutidos, somente podem ser comercializados alimentos produzidos pelos próprios agricultores, sendo vedada a intermediação.
Fotografia de Nathalie Avila da Silva Martins.
Solenidade de inauguração da primeira edição da Polifeira do Agricultor, com presença de Gustavo Pinto da Silva, Coordenador da Polifeira; Paulo Afonso Burmann, reitor; Valmir Aita; Rodrigo Menna Barreto, Secretário Municipal de Desenvolvimento Rural; Alessandro Miola, Diretor do Departamento de Pesquisa e Extensão do Colégio Politécnico e André Geraldo Radatz, agricultor e representante de todos feirantes. A feira será realizada semanalmente, sempre nas segundas e quintas-feiras. A ideia de promover a feira surgiu de uma experiência desenvolvida pelo Politécnico em Santiago. A equipe apresentou resultados para a Universidade, que acolheu a proposta de desenvolver o projeto também em Santa Maria. Com o slogan “Do campo ao campus”, o objetivo da Polifeira do Agricultor é oferecer ao público consumidor uma alternativa saudável e acessível de alimentos. Com uma grande variedade de frutas, hortaliças e também produtos da agroindústria como panificados, derivados de leite e embutidos, somente podem ser comercializados alimentos produzidos pelos próprios agricultores, sendo vedada a intermediação.
Fotografia de Nathalie Avila da Silva Martins.
Solenidade de inauguração da primeira edição da Polifeira do Agricultor, com presença de Gustavo Pinto da Silva, Coordenador da Polifeira; Paulo Afonso Burmann, reitor; Valmir Aita; Rodrigo Menna Barreto, Secretário Municipal de Desenvolvimento Rural; Alessandro Miola, Diretor do Departamento de Pesquisa e Extensão do Colégio Politécnico e André Geraldo Radatz, agricultor e representante de todos feirantes. A feira será realizada semanalmente, sempre nas segundas e quintas-feiras. A ideia de promover a feira surgiu de uma experiência desenvolvida pelo Politécnico em Santiago. A equipe apresentou resultados para a Universidade, que acolheu a proposta de desenvolver o projeto também em Santa Maria. Com o slogan “Do campo ao campus”, o objetivo da Polifeira do Agricultor é oferecer ao público consumidor uma alternativa saudável e acessível de alimentos. Com uma grande variedade de frutas, hortaliças e também produtos da agroindústria como panificados, derivados de leite e embutidos, somente podem ser comercializados alimentos produzidos pelos próprios agricultores, sendo vedada a intermediação.
Fotografia de Nathalie Avila da Silva Martins.
Solenidade de inauguração da primeira edição da Polifeira do Agricultor, com presença de Gustavo Pinto da Silva, Coordenador da Polifeira; Paulo Afonso Burmann, reitor; Valmir Aita; Rodrigo Menna Barreto, Secretário Municipal de Desenvolvimento Rural; Alessandro Miola, Diretor do Departamento de Pesquisa e Extensão do Colégio Politécnico e André Geraldo Radatz, agricultor e representante de todos feirantes. A feira será realizada semanalmente, sempre nas segundas e quintas-feiras. A ideia de promover a feira surgiu de uma experiência desenvolvida pelo Politécnico em Santiago. A equipe apresentou resultados para a Universidade, que acolheu a proposta de desenvolver o projeto também em Santa Maria. Com o slogan “Do campo ao campus”, o objetivo da Polifeira do Agricultor é oferecer ao público consumidor uma alternativa saudável e acessível de alimentos. Com uma grande variedade de frutas, hortaliças e também produtos da agroindústria como panificados, derivados de leite e embutidos, somente podem ser comercializados alimentos produzidos pelos próprios agricultores, sendo vedada a intermediação.
Fotografia de Nathalie Avila da Silva Martins.
Solenidade de inauguração da primeira edição da Polifeira do Agricultor, com presença de Gustavo Pinto da Silva, Coordenador da Polifeira; Paulo Afonso Burmann, reitor; Valmir Aita; Rodrigo Menna Barreto, Secretário Municipal de Desenvolvimento Rural; Alessandro Miola, Diretor do Departamento de Pesquisa e Extensão do Colégio Politécnico e André Geraldo Radatz, agricultor e representante de todos feirantes. A feira será realizada semanalmente, sempre nas segundas e quintas-feiras. A ideia de promover a feira surgiu de uma experiência desenvolvida pelo Politécnico em Santiago. A equipe apresentou resultados para a Universidade, que acolheu a proposta de desenvolver o projeto também em Santa Maria. Com o slogan “Do campo ao campus”, o objetivo da Polifeira do Agricultor é oferecer ao público consumidor uma alternativa saudável e acessível de alimentos. Com uma grande variedade de frutas, hortaliças e também produtos da agroindústria como panificados, derivados de leite e embutidos, somente podem ser comercializados alimentos produzidos pelos próprios agricultores, sendo vedada a intermediação.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
O projeto Letra & Música foi idealizada e ministrada pela dupla de compositores e cantores gaúchos Kleiton & Kledir. Alunos, professores, músicos e o público em geral puderam aprender e participar da criação coletiva de uma música.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
O projeto Letra & Música foi idealizada e ministrada pela dupla de compositores e cantores gaúchos Kleiton & Kledir. Alunos, professores, músicos e o público em geral puderam aprender e participar da criação coletiva de uma música.
Fotografia de Melissa Taís Konzen.
O projeto Letra & Música foi idealizada e ministrada pela dupla de compositores e cantores gaúchos Kleiton & Kledir. Alunos, professores, músicos e o público em geral puderam aprender e participar da criação coletiva de uma música.
Primeira sessão de lançamento da coletânea Recontando Contos.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem.
Última sessão de lançamento da coletânea Recontando Contos.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem.
Diário de Santa Maria.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem.
Jornalista por 1 dia FEISMA.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem.
Jornalista por 1 dia FEISMA.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem.
Fotografia de Victória Lopes.
O projeto Circulação aconteceu dia 30 de outubro de 2018 e tem por objetivo incentivar a doação de sangue entre a comunidade acadêmica. É desenvolvido pelos Programas de Educação Tutorial (PETs) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com o Hemocentro Regional De Santa Maria, a Prograd e no ano de 2018 contou com o apoio da Empresa de Consultoria, Inovações Tecnológicas em Engenharia de Processos (ITEP Jr).
Fotografia de Victória Lopes.
O projeto Circulação aconteceu dia 30 de outubro de 2018 e tem por objetivo incentivar a doação de sangue entre a comunidade acadêmica. É desenvolvido pelos Programas de Educação Tutorial (PETs) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com o Hemocentro Regional De Santa Maria, a Prograd e no ano de 2018 contou com o apoio da Empresa de Consultoria, Inovações Tecnológicas em Engenharia de Processos (ITEP Jr).
Fotografia de Jaciele Carine Sell.
O projeto, que é liderado pela UFSM em conjunto com a Polícia Federal e Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe), visa aproximar famílias separadas pelas condenações das mães, que cumprem pena no Presídio Municipal de Santa Maria, através de ações educativas, pedagógicas, atendimento psicossocial e de saúde, auxiliando as crianças a manterem o vínculo com suas mães. Nesse encontro, a festa de Natal, participaram 15 mães e 35 crianças. Em 2018 foi a 8ª edição.
Fotografia de Jaciele Carine Sell.
O projeto, que é liderado pela UFSM em conjunto com a Polícia Federal e Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe), visa aproximar famílias separadas pelas condenações das mães, que cumprem pena no Presídio Municipal de Santa Maria, através de ações educativas, pedagógicas, atendimento psicossocial e de saúde, auxiliando as crianças a manterem o vínculo com suas mães. Nesse encontro, a festa de Natal, participaram 15 mães e 35 crianças. Em 2018 foi a 8ª edição.
Fotografia de Jaciele Carine Sell.
O projeto, que é liderado pela UFSM em conjunto com a Polícia Federal e Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe), visa aproximar famílias separadas pelas condenações das mães, que cumprem pena no Presídio Municipal de Santa Maria, através de ações educativas, pedagógicas, atendimento psicossocial e de saúde, auxiliando as crianças a manterem o vínculo com suas mães. Nesse encontro, a festa de Natal, participaram 15 mães e 35 crianças. Em 2018 foi a 8ª edição.
Fotografia de Jaciele Carine Sell.
O projeto, que é liderado pela UFSM em conjunto com a Polícia Federal e Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe), visa aproximar famílias separadas pelas condenações das mães, que cumprem pena no Presídio Municipal de Santa Maria, através de ações educativas, pedagógicas, atendimento psicossocial e de saúde, auxiliando as crianças a manterem o vínculo com suas mães. Nesse encontro, a festa de Natal, participaram 15 mães e 35 crianças. Em 2018 foi a 8ª edição.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX). Programa de Extensão (PROGEAQUA - Programa de Geração de Renda e Qualidade do Pescado), teve como objetivo de contribuir para formação complementar de alunos de graduação dos cursos Piscicultura, Zootecnia, Biologia, Nutrição e demais cursos relacionados a produção de alimentos, encerrado em 2016. Este programa foi aprovado pelo edital PROEXT 2015, desenvolvido na região de Palmeira das Missões e Frederico Westphalen. Propondo, prioritariamente, contemplar ações de extensão na linha de pesca e aquicultura, por meio de treinamentos e capacitações visando a geração de renda e melhoria da qualidade do pescado. Fotógrafo não identificado.
Sem títuloFotografia de Rossano Villagram Dias.
Alunos preparam lançamento na classificatória do CTISM para a XII Mostra Brasileira de Foguetes, onde as equipes de alunos lançaram seus foguetes de garrafa PET, movidos a vinagre e bicarbonato de sódio.
Fotografia de Rossano Villagram Dias.
Aluna e bolsista preparam foguete na classificatória do CTISM para a XII Mostra Brasileira de Foguetes, onde as equipes de alunos lançaram seus foguetes de garrafa PET, movidos a vinagre e bicarbonato de sódio.
Fotografia de Rossano Villagram Dias.
Alunos preparam lançamento na classificatória do CTISM para a XII Mostra Brasileira de Foguetes, onde as equipes de alunos lançaram seus foguetes de garrafa PET, movidos a vinagre e bicarbonato de sódio.
Fotografia de Rossano Villagram Dias.
Sorteio da ordem das equipes na classificatória do CTISM para a XII Mostra Brasileira de Foguetes, onde as equipes de alunos lançaram seus foguetes de garrafa PET, movidos a vinagre e bicarbonato de sódio.
Fotografia de Rossano Villagram Dias.
Lançamento de foguete na classificatória do CTISM para a XII Mostra Brasileira de Foguetes, onde as equipes de alunos lançaram seus foguetes de garrafa PET, movidos a vinagre e bicarbonato de sódio.
Fotografia de Rossano Villagram Dias.
Medição de alcance de lançamento na classificatória do CTISM para a XII Mostra Brasileira de Foguetes, onde as equipes de alunos lançaram seus foguetes de garrafa PET, movidos a vinagre e bicarbonato de sódio.
Fotografia de Rossano Villagram Dias.
Bolsista prepara base de lançamento na classificatória do CTISM para a XII Mostra Brasileira de Foguetes, onde as equipes de alunos lançaram seus foguetes de garrafa PET, movidos a vinagre e bicarbonato de sódio.
Fotografia de Rossano Villagram Dias.
Lançamento de foguete na classificatória do CTISM para a XII Mostra Brasileira de Foguetes, onde as equipes de alunos lançaram seus foguetes de garrafa PET, movidos a vinagre e bicarbonato de sódio.
Oficina de criação musical da dupla Kleiton e Kledir com o projeto "Letra e Música”, no teatro caixa preta.
Fotografia de Rafael Happke.
Oficina de criação musical da dupla Kleiton e Kledir com o projeto "Letra e Música”, no teatro caixa preta.
Fotografia de Rafael Happke.
Oficina de criação musical da dupla Kleiton e Kledir com o projeto "Letra e Música”, no teatro caixa preta.
Fotografia de Rafael Happke.
Oficina de criação musical da dupla Kleiton e Kledir com o projeto "Letra e Música”, no teatro caixa preta.
Fotografia de Rafael Happke.
Oficina de criação musical da dupla Kleiton e Kledir com o projeto "Letra e Música”, no teatro caixa preta.
Fotografia de Rafael Happke.
Oficina de criação musical da dupla Kleiton e Kledir com o projeto "Letra e Música”, no teatro caixa preta.
Fotografia de Rafael Happke.
Placas do Projeto Zelo.
Fotografia de Tainara Liesenfeld.
Fotografia de Tainara Liesenfeld.
Sem títuloO Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o Campus Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a idéia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.ufsm.br/memorialrondon/. Acesso em 01/06/2017. Dia na praça reúne população de Solânea.
O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o Campus Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a idéia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.ufsm.br/memorialrondon/. Acesso em 01/06/2017. Diagnóstico de problemas ambientais - olho d'água.
O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o Campus Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a ideia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.ufsm.br/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017.
O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o Campus Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a ideia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.ufsm.br/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017. Visita ao Curimataú.
O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol de 2015 ocorreu em Solânea - PB. Foi financiado pelo Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX). Coordenador do projeto nesta edição foi o Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. Fotógrafo não identificado.
Sem títuloO Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o Campus Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a idéia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.ufsm.br/memorialrondon/. Acesso em 01/06/2017. Divulgação das atividades do Projeto Rondon na cidade de Solânea.