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              Projeto de Extensão Ateliê de Textos
              BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.030.011.PRE · · 2015.12.11
              Parte de Universidade Federal de Santa Maria

              Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
              Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
              Terceira Sessão de Lançamento da 5ª coletânea.
              O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
              A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.ufsm.br/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017).

              Sem título
              Projeto de Extensão Ateliê de Textos
              BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.030.017.PRE · · 2015.11.09
              Parte de Universidade Federal de Santa Maria

              Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
              Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
              VII Mostra Pedagógica da Escola Municipal de Ensino Fundamental Santos Dumont.
              O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
              A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.ufsm.br/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017).

              Sem título
              Projeto de Extensão Ateliê de Textos
              BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.030.016.PRE · · 2015.11.09
              Parte de Universidade Federal de Santa Maria

              Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
              Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
              VII Mostra Pedagógica da Escola Municipal de Ensino Fundamental Santos Dumont.
              O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
              A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.ufsm.br/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017).

              Sem título
              Projeto de Extensão Ateliê de Textos
              BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.030.013.PRE · · 2015-05-05
              Parte de Universidade Federal de Santa Maria

              Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
              Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
              42ª Feira do Livro .
              O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
              A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.ufsm.br/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017). Fotografia de Paola Brum.

              Sem título
              Projeto de Extensão Ateliê de Textos
              BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.030.015.PRE · · 2015.05.05
              Parte de Universidade Federal de Santa Maria

              Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
              Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
              42ª Feira do Livro .
              O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
              A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.ufsm.br/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017). Fotografia de Paola Brum.

              Sem título
              Projeto de Extensão Ateliê de Textos
              BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.030.002.PRE · · 2015.12.03
              Parte de Universidade Federal de Santa Maria

              Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
              Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
              Primeira Sessão de Lançamento da 5ª coletânea.
              O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
              A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.ufsm.br/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017).

              Sem título
              Projeto de Extensão Ateliê de Textos
              BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.030.012.PRE · · 2015.12.11
              Parte de Universidade Federal de Santa Maria

              Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
              Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
              Terceira Sessão de Lançamento da 5ª coletânea.
              O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
              A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.ufsm.br/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017).

              Sem título
              BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.031.001.PRE · · 2015
              Parte de Universidade Federal de Santa Maria

              Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
              Curso de Piscicultura.
              Programa de Extensão (PROGEAQUA - Programa de Geração de Renda e Qualidade do PEscado), encerrado em 2016. Este programa foi aprovado pelo edital PROEXT 2015, desenvolvido na região de Palmeira das Missões e Frederico Westphalen. Este projeto visa, prioritariamente, contemplar ações de extensão na linha de pesca e aquicultura, por meio de treinamentos e capacitações visando a geração de renda e melhoria da qualidade do pescado.(Programa de geração de Renda e qualidade do pescado - PROJEAQUA, disponível em: http://coral.ufsm.br/piscicultura/index.php/2015-10-08-14-14-59/projetos-em-andamento/18-programa-de-geracao-de-renda-e-qualidade-do-pescado-progeaqua). Acesso em 04/07/2017.

              Sem título
              Diálogos - Saberes Indígenas e Educação
              BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.022.028.PRE · · 2015.05.30
              Parte de Universidade Federal de Santa Maria

              No intuito de discutir a importância da cultura indígena e da própria recuperação dessas histórias e vivências, o Diálogos do mês convidou todas e todos a participarem da conversa “Saberes Indígenas e a Educação”. Participantes da atividade: Genício Borges Timóteo (Karai Papa) - Membro do Conselho local do SEPIR RS, Conselho Estadual dos povos indígenas do RS, liderança guarani, Membro do Gapin, conselho local CTL FUNAI, professor da Escola Estadual Indígena Guaviratã; Jorge Garcia - Kujá Kaigang (Líder Espiritual) da aldeia indígena de Nonoai - RS; Natanael Claudino - Cacique Kaingang da Ẽmã Kẽtỹjug Tẽgtũ (Aldeia Três Soitas) na cidade de Santa Maria - RS, professor da Escola Estadual Indígena Augusto Opẽ da Silva, membro representante das escolas indígenas na Comissão de Educação do Campo do estado, liderança membro do Movimento Indígena Nacional, coordenador da CIAPFFAI - Comissão de Ações Afirmativas para o Acesso e Permanência de Universitários Indígenas na Universidade Federal de Santa Maria, membro integrante da Comissão de Construção da Moradia Estudantil Indígena na UFSM, membro da Comissão de Construção do Projeto Parfor interdisciplinar indígena na UFSM; Sandro Luckmann - Assessor do COMIN (Conselho de Missão entre Povos Indígenas) com os povos Kaingang e Guarani e sociedade não-indígena na região noroeste e norte do Estado do Rio Grande do Sul. Atua nas áreas temáticas de Direitos Humanos (Terra/territorialidade indígena; Educação Escolar Indígena, Organização e Autodeterminação Indígena); e Diálogo Intercultural e Inter-religioso. Integrante das Comissões de ações afirmativas para o acesso e permanência de universitários indígenas na Universidade Federal de Santa Maria (CIAPFFAI/UFSM) e na Universidade Federal da Fronteira Sul - Campus Cerro Largo/RS (PIN/UFFS-CL). Moderação do chat: Marcelo Rauber - Mestrando em Extensão Rural na UFSM, pesquisador da interculturalidade nas políticas públicas voltadas para os povos indígenas, integrante da CIAPFFAI, membro da Comissão de Construção da Moradia Estudantil Indígena na UFSM e Coordenador Geral da Associação de Pós-Graduandos da UFSM. Mediação da conversa: Marina Martinuzzi - Jornalista e Assessora de Comunicação do Núcleo de Tecnologia Educacional (Diálogos: Saberes Indígenas e Educação. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-saberes-indigenas-e-educacao). Fotografia de Priscila Aguiar.

              Sem título
              Diálogos - Saberes Indígenas e Educação
              BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.022.013.PRE · · 2015.05.30
              Parte de Universidade Federal de Santa Maria

              No intuito de discutir a importância da cultura indígena e da própria recuperação dessas histórias e vivências, o Diálogos do mês convidou todas e todos a participarem da conversa “Saberes Indígenas e a Educação”. Participantes da atividade: Genício Borges Timóteo (Karai Papa) - Membro do Conselho local do SEPIR RS, Conselho Estadual dos povos indígenas do RS, liderança guarani, Membro do Gapin, conselho local CTL FUNAI, professor da Escola Estadual Indígena Guaviratã; Jorge Garcia - Kujá Kaigang (Líder Espiritual) da aldeia indígena de Nonoai - RS; Natanael Claudino - Cacique Kaingang da Ẽmã Kẽtỹjug Tẽgtũ (Aldeia Três Soitas) na cidade de Santa Maria - RS, professor da Escola Estadual Indígena Augusto Opẽ da Silva, membro representante das escolas indígenas na Comissão de Educação do Campo do estado, liderança membro do Movimento Indígena Nacional, coordenador da CIAPFFAI - Comissão de Ações Afirmativas para o Acesso e Permanência de Universitários Indígenas na Universidade Federal de Santa Maria, membro integrante da Comissão de Construção da Moradia Estudantil Indígena na UFSM, membro da Comissão de Construção do Projeto Parfor interdisciplinar indígena na UFSM; Sandro Luckmann - Assessor do COMIN (Conselho de Missão entre Povos Indígenas) com os povos Kaingang e Guarani e sociedade não-indígena na região noroeste e norte do Estado do Rio Grande do Sul. Atua nas áreas temáticas de Direitos Humanos (Terra/territorialidade indígena; Educação Escolar Indígena, Organização e Autodeterminação Indígena); e Diálogo Intercultural e Inter-religioso. Integrante das Comissões de ações afirmativas para o acesso e permanência de universitários indígenas na Universidade Federal de Santa Maria (CIAPFFAI/UFSM) e na Universidade Federal da Fronteira Sul - Campus Cerro Largo/RS (PIN/UFFS-CL). Moderação do chat: Marcelo Rauber - Mestrando em Extensão Rural na UFSM, pesquisador da interculturalidade nas políticas públicas voltadas para os povos indígenas, integrante da CIAPFFAI, membro da Comissão de Construção da Moradia Estudantil Indígena na UFSM e Coordenador Geral da Associação de Pós-Graduandos da UFSM. Mediação da conversa: Marina Martinuzzi - Jornalista e Assessora de Comunicação do Núcleo de Tecnologia Educacional (Diálogos: Saberes Indígenas e Educação. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-saberes-indigenas-e-educacao). Fotografia de Priscila Aguiar.

              Sem título
              Diálogos - Saberes Indígenas e Educação
              BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.022.042.PRE · · 2015.05.30
              Parte de Universidade Federal de Santa Maria

              No intuito de discutir a importância da cultura indígena e da própria recuperação dessas histórias e vivências, o Diálogos do mês convidou todas e todos a participarem da conversa “Saberes Indígenas e a Educação”. Participantes da atividade: Genício Borges Timóteo (Karai Papa) - Membro do Conselho local do SEPIR RS, Conselho Estadual dos povos indígenas do RS, liderança guarani, Membro do Gapin, conselho local CTL FUNAI, professor da Escola Estadual Indígena Guaviratã; Jorge Garcia - Kujá Kaigang (Líder Espiritual) da aldeia indígena de Nonoai - RS; Natanael Claudino - Cacique Kaingang da Ẽmã Kẽtỹjug Tẽgtũ (Aldeia Três Soitas) na cidade de Santa Maria - RS, professor da Escola Estadual Indígena Augusto Opẽ da Silva, membro representante das escolas indígenas na Comissão de Educação do Campo do estado, liderança membro do Movimento Indígena Nacional, coordenador da CIAPFFAI - Comissão de Ações Afirmativas para o Acesso e Permanência de Universitários Indígenas na Universidade Federal de Santa Maria, membro integrante da Comissão de Construção da Moradia Estudantil Indígena na UFSM, membro da Comissão de Construção do Projeto Parfor interdisciplinar indígena na UFSM; Sandro Luckmann - Assessor do COMIN (Conselho de Missão entre Povos Indígenas) com os povos Kaingang e Guarani e sociedade não-indígena na região noroeste e norte do Estado do Rio Grande do Sul. Atua nas áreas temáticas de Direitos Humanos (Terra/territorialidade indígena; Educação Escolar Indígena, Organização e Autodeterminação Indígena); e Diálogo Intercultural e Inter-religioso. Integrante das Comissões de ações afirmativas para o acesso e permanência de universitários indígenas na Universidade Federal de Santa Maria (CIAPFFAI/UFSM) e na Universidade Federal da Fronteira Sul - Campus Cerro Largo/RS (PIN/UFFS-CL). Moderação do chat: Marcelo Rauber - Mestrando em Extensão Rural na UFSM, pesquisador da interculturalidade nas políticas públicas voltadas para os povos indígenas, integrante da CIAPFFAI, membro da Comissão de Construção da Moradia Estudantil Indígena na UFSM e Coordenador Geral da Associação de Pós-Graduandos da UFSM. Mediação da conversa: Marina Martinuzzi - Jornalista e Assessora de Comunicação do Núcleo de Tecnologia Educacional (Diálogos: Saberes Indígenas e Educação. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-saberes-indigenas-e-educacao). Fotografia de Priscila Aguiar.

              Sem título
              Diálogos - Saberes Indígenas e Educação
              BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.022.007.PRE · · 2015.05.30
              Parte de Universidade Federal de Santa Maria

              No intuito de discutir a importância da cultura indígena e da própria recuperação dessas histórias e vivências, o Diálogos do mês convidou todas e todos a participarem da conversa “Saberes Indígenas e a Educação”. Participantes da atividade: Genício Borges Timóteo (Karai Papa) - Membro do Conselho local do SEPIR RS, Conselho Estadual dos povos indígenas do RS, liderança guarani, Membro do Gapin, conselho local CTL FUNAI, professor da Escola Estadual Indígena Guaviratã; Jorge Garcia - Kujá Kaigang (Líder Espiritual) da aldeia indígena de Nonoai - RS; Natanael Claudino - Cacique Kaingang da Ẽmã Kẽtỹjug Tẽgtũ (Aldeia Três Soitas) na cidade de Santa Maria - RS, professor da Escola Estadual Indígena Augusto Opẽ da Silva, membro representante das escolas indígenas na Comissão de Educação do Campo do estado, liderança membro do Movimento Indígena Nacional, coordenador da CIAPFFAI - Comissão de Ações Afirmativas para o Acesso e Permanência de Universitários Indígenas na Universidade Federal de Santa Maria, membro integrante da Comissão de Construção da Moradia Estudantil Indígena na UFSM, membro da Comissão de Construção do Projeto Parfor interdisciplinar indígena na UFSM; Sandro Luckmann - Assessor do COMIN (Conselho de Missão entre Povos Indígenas) com os povos Kaingang e Guarani e sociedade não-indígena na região noroeste e norte do Estado do Rio Grande do Sul. Atua nas áreas temáticas de Direitos Humanos (Terra/territorialidade indígena; Educação Escolar Indígena, Organização e Autodeterminação Indígena); e Diálogo Intercultural e Inter-religioso. Integrante das Comissões de ações afirmativas para o acesso e permanência de universitários indígenas na Universidade Federal de Santa Maria (CIAPFFAI/UFSM) e na Universidade Federal da Fronteira Sul - Campus Cerro Largo/RS (PIN/UFFS-CL). Moderação do chat: Marcelo Rauber - Mestrando em Extensão Rural na UFSM, pesquisador da interculturalidade nas políticas públicas voltadas para os povos indígenas, integrante da CIAPFFAI, membro da Comissão de Construção da Moradia Estudantil Indígena na UFSM e Coordenador Geral da Associação de Pós-Graduandos da UFSM. Mediação da conversa: Marina Martinuzzi - Jornalista e Assessora de Comunicação do Núcleo de Tecnologia Educacional (Diálogos: Saberes Indígenas e Educação. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-saberes-indigenas-e-educacao). Fotografia de Priscila Aguiar.

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              Diálogos - Saberes Indígenas e Educação
              BR RSUFSM UFSM-0-1-1-2-ICO-2015.022.027.PRE · · 2015.05.30
              Parte de Universidade Federal de Santa Maria

              No intuito de discutir a importância da cultura indígena e da própria recuperação dessas histórias e vivências, o Diálogos do mês convidou todas e todos a participarem da conversa “Saberes Indígenas e a Educação”. Participantes da atividade: Genício Borges Timóteo (Karai Papa) - Membro do Conselho local do SEPIR RS, Conselho Estadual dos povos indígenas do RS, liderança guarani, Membro do Gapin, conselho local CTL FUNAI, professor da Escola Estadual Indígena Guaviratã; Jorge Garcia - Kujá Kaigang (Líder Espiritual) da aldeia indígena de Nonoai - RS; Natanael Claudino - Cacique Kaingang da Ẽmã Kẽtỹjug Tẽgtũ (Aldeia Três Soitas) na cidade de Santa Maria - RS, professor da Escola Estadual Indígena Augusto Opẽ da Silva, membro representante das escolas indígenas na Comissão de Educação do Campo do estado, liderança membro do Movimento Indígena Nacional, coordenador da CIAPFFAI - Comissão de Ações Afirmativas para o Acesso e Permanência de Universitários Indígenas na Universidade Federal de Santa Maria, membro integrante da Comissão de Construção da Moradia Estudantil Indígena na UFSM, membro da Comissão de Construção do Projeto Parfor interdisciplinar indígena na UFSM; Sandro Luckmann - Assessor do COMIN (Conselho de Missão entre Povos Indígenas) com os povos Kaingang e Guarani e sociedade não-indígena na região noroeste e norte do Estado do Rio Grande do Sul. Atua nas áreas temáticas de Direitos Humanos (Terra/territorialidade indígena; Educação Escolar Indígena, Organização e Autodeterminação Indígena); e Diálogo Intercultural e Inter-religioso. Integrante das Comissões de ações afirmativas para o acesso e permanência de universitários indígenas na Universidade Federal de Santa Maria (CIAPFFAI/UFSM) e na Universidade Federal da Fronteira Sul - Campus Cerro Largo/RS (PIN/UFFS-CL). Moderação do chat: Marcelo Rauber - Mestrando em Extensão Rural na UFSM, pesquisador da interculturalidade nas políticas públicas voltadas para os povos indígenas, integrante da CIAPFFAI, membro da Comissão de Construção da Moradia Estudantil Indígena na UFSM e Coordenador Geral da Associação de Pós-Graduandos da UFSM. Mediação da conversa: Marina Martinuzzi - Jornalista e Assessora de Comunicação do Núcleo de Tecnologia Educacional (Diálogos: Saberes Indígenas e Educação. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-saberes-indigenas-e-educacao). Fotografia de Priscila Aguiar.

              Sem título