Fotografia de Rafael Happke.
UntitledTrânsito
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Fotografia de Rafael Happke.
UntitledFotografia de Rafael Happke.
UntitledTerminal de ônibus em obra na UFSM.
Fotografia de Rafael Happke.
Fotografia de Rafael Happke.
UntitledNovos espaços para estacionamento na UFSM.
Fotografia de Germano Molardi.
Novos espaços para estacionamento na UFSM.
Fotografia de Germano Molardi.
Campanha alusiva ao Dia do Combate ao mosquito Aedes Aegypti
Fotografia de Tainara Liesenfeld.
Campanha alusiva ao Dia do Combate ao mosquito Aedes Aegypti
Fotografia de Tainara Liesenfeld.
Campanha alusiva ao Dia do Combate ao mosquito Aedes Aegypti
Fotografia de Tainara Liesenfeld.
Fotografia de Rafael Happke.
UntitledFotografia de Rafael Happke.
UntitledEm 1970 o Serviço de Transporte da UFSM já possuía uma estrutura com garagem, oficina e posto de lubrificação e abastecimento e uma frota com 13 ônibus, 2 automóveis e 21 utilitários, além de 29 motoristas, 4 mecânicos e 3 funcionários do posto de gasolina. Os estudantes eram favorecidos com o transporte gratuito, ação estimulada pelo governo federal. Desde o planejamento da cidade universitária, o transporte de alunos e servidores para o futuro campus foi preocupação da Reitoria. A linha regular de ônibus cidade-campus-cidade saía diariamente, das 7 às 21horas, no Garajão, situado na Rua Astrogildo de Azevdeo (contíguo ao prédio da Antiga Reitoria da Rua Floriano Peixoto), conforme a programação dos cursos em funcionamento. Houve a tentativa da administração central de introduzir uma linha ferroviária que facilitasse o transporte de servidores e estudantes, mas devido as dificuldades alegadas pela direção da Rede Ferroviária o pedido não obteve sucesso; assim a solução foi investir no transporte rodoviário.
UntitledEm 1970 o Serviço de Transporte da UFSM já possuía uma estrutura com garagem, oficina e posto de lubrificação e abastecimento e uma frota com 13 ônibus, 2 automóveis e 21 utilitários, além de 29 motoristas, 4 mecânicos e 3 funcionários do posto de gasolina. Os estudantes eram favorecidos com o transporte gratuito, ação estimulada pelo governo federal. Desde o planejamento da cidade universitária, o transporte de alunos e servidores para o futuro campus foi preocupação da Reitoria. A linha regular de ônibus cidade-campus-cidade saía diariamente, das 7 às 21horas, no Garajão, situado na Rua Astrogildo de Azevdeo (contíguo ao prédio da Antiga Reitoria da Rua Floriano Peixoto), conforme a programação dos cursos em funcionamento. Houve a tentativa da administração central de introduzir uma linha ferroviária que facilitasse o transporte de servidores e estudantes, mas devido as dificuldades alegadas pela direção da Rede Ferroviária o pedido não obteve sucesso; assim a solução foi investir no transporte rodoviário.
UntitledFotografia de Rafael Happke.
UntitledFotografia de Rafael Happke.
UntitledFotografia de Rafael Happke.
UntitledMás condições da estrada de acesso ao Pains.Fotografia de Rafael Happke.
UntitledFotografia de Rafael Happke.
UntitledFotografia de Rafael Happke.
UntitledMás condições da estrada de acesso ao Pains.Fotografia de Rafael Happke.
UntitledFotografia de Rafael Happke.
UntitledFotografia de Rafael Happke.
UntitledMás condições da estrada de acesso ao Pains.Fotografia de Rafael Happke.
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UntitledFotografia de Rafael Happke.
UntitledTerminal de ônibus em obra na UFSM.
Fotografia de Rafael Happke.
Terminal de ônibus em obra na UFSM.
Fotografia de Rafael Happke.
Fotografia de Felippe Richardt.
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