Militar, nascido na cidade de Bento Gonçalves, estado do Rio Grande do Sul, em 3 de agosto de 1908. Estudou no Colégio Militar de Porto Alegre, na Escola Militar de Realengo, na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Armada e na Escola de Estado-Maior. Apoiou a Revolução de 1930 e em 1932 aliou-se às forças que lutaram contra a Revolução Constitucionalista de São Paulo. Foi secretário-geral do Conselho de Segurança Nacional (1946-1947), adido militar junto à embaixada do Brasil no Uruguai (1947-1950), adjunto do Estado-Maior das Forças Armadas (1950-1952), subchefe do Gabinete Militar no governo Café Filho (1955), chefe da Seção de Informações do Estado-Maior do Exército (1957-1961), cargo que acumulou com o de representante do Ministério da Guerra no Conselho Nacional do Petróleo, e chefe do Gabinete Militar do presidente Ranieri Mazzilli (1961). Participou do movimento político-militar que originou o golpe de 1964, tendo sido nomeado chefe do Gabinete Militar do presidente Castelo Branco (1964-1967). Promovido a general-de-exército em 1966, foi ministro do Supremo Tribunal Militar (1967-1969) e presidente da Petrobras (1969-1973). Através de eleição indireta passou a exercer o cargo de presidente da República em 15 de março de 1974. Em junho de 1980 tornou-se presidente da Norquisa-Nordeste e, nessa qualidade, do Conselho de Administração da Companhia Petroquímica do Nordeste (Copene). Faleceu no Rio de Janeiro, em 12 de setembro de 1996.
Filho de Manoel Garibaldi Ramos e Paulina Gomes Ramos. Nasceu em Santa Maria no dia 15 de outubro de 1932. Foi casado com Regina Carter Ramos.
Admitido e empossado em 01/03/1962 no cargo de instrutor de ensino superior.
Em 30/12/1966 foi nomeado para Diretor “Pro Tempore” da Faculdade de Belas Artes, onde permaneceu no cargo até 06/03/1970.
Em 15/02/1967 foi designado para elaborar a implantação de cursos na Universidade.
Em 13/01/1970 foi designado para a comissão encarregada das festividades alusivas ao 10º aniversário da UFSM.
Em 06/1971 presidiu a comissão julgadora dos trabalhos sobre a letra do hino da UFSM.
Em 04/1972 participou da comissão sub-social cultural para as comemorações do Sesquicentenário da independência.
Em 06/1973 participou da comissão de festividades ao centenário a Santos Dumont.
Em 05/1974 foi designado para elaborar coral da Universidade.
Em 03/1981 foi designado para executor do convênio 2180 (UFSM e Secretaria de Indústria do Ministério da Indústria Comércio) e Coordenador do Projeto para desenvolvimento de design para indústria têxtil.
Aposentou-se em 29/05/1990 e faleceu em 20/08/2009.
<b>Fonte consultada</b>
UFSM. SIE – Sistema de Informações para o Ensino. Recursos Humanos (Módulo 4). Ocorrência por Matrícula (4.99.02.20.02) de Fernando Ramos. Acesso em: 04 out. 2011.
<b>Pesquisa Realizada por:</b>
Dhion Hedlund em 04/10/2011
Filho de João Martins Gervini e Lady Soares Gervini. Nasceu em Pelotas no dia 10/03/1948. Foi casado com Rejane Garcia Gervini.
Foi contratado para exercer as funções de auxiliar de ensino da disciplina de circuitos elétricos da Faculdade Politécnica a partir de 10/08/1966.
Em 18/01/1971 foi nomeado Professor Assistente lotado no Centro de Tecnologia.
Foi designado Coordenador do Curso de Engenharia Civil do CT no dia 18/03/1976.
Foi designado para chefia do Departamento de Engenharia Civil em 12/1973 com mandato de dois anos.
De 02/1972 a 03/1972 colaborou no PRODEM.
No período de janeiro a dezembro de 1967 exerceu a função de engenheiro lotado na Reitoria, no Departamento de Planejamento e Obras. Trabalhou durante o mês de novembro de 1969 em Roraima, fazendo o levantamento, estudos e projetos para a construção de um Colégio Agrícola Modelo no Campus de Roraima.
Figura importante no desenvolvimento do Campus Avançado de Roraima, demonstrando preocupação com o desenvolvimento e integração nacional, recebeu em 30 de abril de 1973 no Campus Central da UFSM na Cidade Universitária o Título de Doutor Honoris Causa, devido ao valioso apoio que sempre concedeu à Universidade.
José Costa Cavalcanti (Fortaleza, 6 de janeiro de 1918 — Rio de Janeiro, 10 de agosto de 1991) foi um militar e político brasileiro, primeiro diretor-geral da Usina Hidrelétrica de Itaipu, cargo que exerceu por onze anos.
Iniciou seus primeiros passos na carreira militar na antiga Escola Militar do Realengo, sendo declarado aspirante a oficial da arma de infantaria em 1937.
De 1946 a 1948 fez o curso de comando do Estado Maior do Exército. Em 1950 – 1951 fez o “Infantary Advanced Officers Course” no “Infantary School” em Fort Benning, nos Estados Unidos.
Em 1966 foi promovido a General de Brigada e transferido para a reserva, com o posto de General de Divisão. Durante dois e meio em Washington, nos Estados Unidos, foi secretário da Comissão Mista de Defesa Brasil-Estados Unidos e durante um ano serviu como oficial de gabinete do Ministro da Guerra.
Foi ainda, Secretário de Segurança Pública do Estado de Pernambuco e Deputado Federal pelo mesmo Estado, eleito em 1962 e reeleito em 1966.
Em 15 de Março de 1967, tomou posse como Ministro das Minas e Energia, cargo que ocupou até 30 de Janeiro de 1969, tendo a 31 de Janeiro de 1969 assumindo à convite do Presidente Emilio Garrastazu Médici, o Ministério do Interior.
Nasceu em 1927 na cidade do Rio de janeiro /RJ. Foi Coronel e Secretário da Educação e Cultura do Estado do Rio Grande do sul em 1973. Foi um dos mentores do Projeto Rondon (1969), tinha uma ligação estreita com o Reitor José Mariano da Rocha Filho.
<b>Fonte consultada:</b>
DAG
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Neiva Pavezi
Filho de Leopoldo Mombach e Elisabeth Werlang, nasceu a 26 de setembro de 1913, no município de Montenegro, hoje, São Pedro da Serra. Recebeu formação Pedagógica no Instituto Champagnat, de Porto Alegre. Realizou os cursos de Bacharel em Direito pela Faculdade de Pelotas/RS (05/12/1942); Atualização em Educação, pela Faculdade de Educação da PUCRS (1979); Especialização em Metodologia do Ensino Jurídico, pela UFSM (1979); Especialização na Escola de Comunicação Social (ECOS), da PUCGS (1981); Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG) (1971);
Especialização em Filosofia do Direito, Erlangen, Alemanha (1964); Goethe Institut, Grafing Bei München, Alemanha; Cursos de Aperfeiçoamento Religioso em Saint Quentin, Fallavier, na França (1951); CEMAR, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, e CERNE, em Brasília, DF.
Foi admitido na UFSM no dia 16/05/1965.
Em março de 1969 foi Presidente da comissão responsável pelo anteprojeto de Reformulação do estatuto UFSM. No dia 12/12/1969 assumiu a Coordenação do Curso de Direito, onde foi reconduzido e permaneceu até 1975.
Exerceu o magistério Ginásio Cristo Redentor de Cruz Alta de 1934 a 1937; Ginásio Santanense de Livramento de 1937 a 1941; Colégio Rosário, em Porto Alegre, de 1941 a 1947; Colégio Santa Maria, 1947 a 1954; Colégio Conceição, em Passo Fundo, de 1954 a 1960; Faculdade de Direito de Santa Maria, de 1960 a 1974. Foi co-fundador de 05(cinco) Universidades: PUCRS, Passo Fundo, UFSM, UNISC e UNIFRA.
Em junho de 1970 integrou a comissão representante da Reitoria da Universidade no Conselho Administrativo das C. do Estado e Rest. da UFSM.
Presidiu a Câmara de Estudos Brasileiros em 21/12/1971.
Em 1977 integrou a comissão para elaboração do ante-projeto do Regimento Geral da UFSM e, em 1981, a Comissão que elaborou ante-projeto de Reforma dos Estatutos da UFSM. Foi Diretor (Decano) do Centro de Ciências Sociais e Humanas, da UFSM (1975-1979); Diretor do Departamento de Educação e Cultura (DEC) da UFSM.
Também foi Representante (RS) da Comissão Nacional de Moral e Civismo, 1976 (seis anos); Fundador e Presidente, por 14 anos, do Conselho Municipal de educação, de Santa Maria; Fundador em 1969 e Presidente do Instituto Cultural Brasileiro-Alemão, de Santa Maria, por 14 anos; Sócio-Fundador do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Maria, em 30/05/1960; Secretário da Sociedade Meridional de Educação (SOME), de 1951 a dezembro de 2002; Conselheiro Provincial durante 26 anos; Assessor da Federação Gaúcha dos Ex-Alunos Maristas, desde 1978; Secretário da Associação Brasileira de Escolas Superiores Católicas (ABESC), na gestão do Irmão Otão, de 1964 a 1969; Fundador e Secretário do Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Maria. Lei Municipal nº 3297 de 1991; Secretário e Conselheiro do Núcleo Diocesano dos Religiosos de Santa Maria; Membro do Instituto dos Advogados do Rio Grande do Sul, desde 1971 e, membro da Diretoria de 1971 a 1973.
Recebeu vários títulos e homenagens: Cidadão Santa-mariense (Lei nº 1250 de 1966), por unanimidade dos vereadores, “pelos relevantes serviços prestados à comunidade”; Paraninfo da 1ª Turma de Bacharéis da Faculdade de Direito de Santa Maria, em 1964; Homenagem de Gratidão da Turma de Formandos em Pedagogia pela FIC, em 1974, “para testemunhar o reconhecimento de sua capacidade e amigo, ministrando, além do conhecimento, a segurança e o exemplo de uma vida dedicada ao nobre ideal de educador e religioso”; Troféu Educação de Santa Maria em 25/09/1991 em “reconhecimento do grande mérito de seu longo trabalho na área educacional”; Diploma de Sócio Benemérito da Confederação Brasileira dos Ex-Alunos Maristas, em 23/03/1995, “pelos relevantes serviços prestados à causa dos Ex-Alunos Maristas”; Troféu Rotary Club Nordeste de Santa Maria em 02/12/1999 por “reconhecimento profissional”, excelência em suas atividades profissionais e exemplos de ética e humanidade”; Cruz do Mérito de 1ª Classe, da Ordem do Mérito, do Governo da República Federal da Alemanha, em 29/09/1976 “em reconhecimento de seu empenho no intercâmbio cultural entre o Brasil e a República Federal da Alemanha”; Medalha do Mérito Universitário da UFSM; Medalha “Osvaldo Vergara” da OAB/RS em 09/09/1974; Patrono do Diretório Acadêmico do Curso de Direito da UNIFRA, em Santa Maria, que leva o nome do Centro acadêmico Irmão Gelásio; Honra ao Mérito da Diocese de Santa Maria “pela colaboração inestimável e alto espírito comunitário de amor ao próximo e pelo seu generoso apoio a serviço da causa comum”, em 07/12/1989; Honra ao Mérito e Hóspede Oficial do Município de São Pedro da Serra, RS, em 20/03/1996; Homenagem Especial na 6ª Edição do Prêmio Líderes e Vencedores, da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, em “Éticas Históricas de Líderes e Vencedores”: o norte dos necessitados (irmão Gelásio”, páginas 36 a 41; Diploma Gesto de Gratidão da Província Marista de Santa Maria “pelo seu comprometimento em colaborar na missão de educar crianças e jovens”, em 09/06/2002.
Escreveu seis biografias de Irmãos Maristas: Cláudio Rohr, Vendelino, Pedro Atabílio Weschenfelder, Carlos Oswino Mombach (Genésio), José Stadler (Godofredo) e José Luis Martini (Jacinto). Biografia de Dom José Ivo Lorscheiter, Bispo de Santa Maria, em 2002.
Realizou a tradução das obras: ”Avis, Lecons, Sentences” pensamentos de Champagnat, em parceira com o Irmão Demetrio; Biografia de Champagnat – Edição do Centenário, em parceria com o Irmão Irineu Martim; Basílio Rueda Guzmán – Outro Champagnat; Traduções avulsas do Francês e Espanhol.
Faleceu em 21 de setembro de 2005.
A Casa do Estudante Universitário I (CEU-I) Está localizada na Rua Professor Braga, nº 79 no centro de Santa Maria/RS. Oferece moradia gratuita a 230 acadêmicos da UFSM dos cursos de graduação. Destaca-se pela sua grande diversidade cultural, com acadêmicos das mais diversas áreas provenientes de todas as regiões do estado e de várias regiões do país.
Na parte física conta com: 56 apartamentos com 4 pessoas cada, 6 apartamentos com 1 pessoa cada, 7 salas de estudos sendo uma por andar, quartos mistos, femininos e masculinos. No Hall de entrada você encontra: Biblioteca, Coordenação CEU I, LanHouse, Sala de estar com televisão, Laboratório de informática(LABINFO), Diretório Central do Estudante(DCE). Conta também com uma pequena área de lazer no subsolo: Quadra de vôlei, salão de festa (Catacumba), Churrasqueira.
Assim que foi inaugurada a Casa do Estudante, em outubro de 1963, um movimento das jovens fez chegar à Reitoria um pedido do Diretório Central dos Estudantes da UFSM, solicitando que fosse criada a Casa da Estudante. O pedido foi para o DAC – Departamento de Administração Central, que localizou um imóvel onde a parte superior do prédio estava disponível para alugar. O imóvel na Rua Floriano Peixoto n. 1244 foi alugado diretamente com o proprietário e a partir de março de 1967, as estudantes já dispunham do apartamento, com entrada pela Rua Floriano Peixoto, que chegou a acolher até oito meninas.
Em 1968, foi criada, no campus de Camobi, a CEU II. Surgiu da necessidade dos estudantes de baixa renda provenientes de toda a região em manter-se estudando. Inicialmente, resumia-se ao Bloco 11. Porém a crescente demanda por moradia estudantil evidenciava a necessidade de ampliação das vagas disponíveis para um contingente cada vez maior de jovens, o que aliado a presença das estruturas dos “escombros” inacabados pela velha “falta” de verbas, desde o inicio fez com que estes questionassem os “por quês” de tão poucas vagas.Acirradas discussões precederam a conquista da moradia feminina na CEU II. Até fins da década de 70 só rapazes podiam morar na Casa. Mas a partir do momento em que 4 gurias que não tinham onde morar para estudar na UFSM, superaram o preconceito vigente e resolveram ocupar um quarto no Bloco 12, de lá não saindo mais, acende-se uma polêmica na Casa: houve resistência por parte da reitoria e alguns moradores, mas a maioria questionava “por que só os machos precisam de assistência?”. Assim, graças a estas 4 pioneiras, de lá pra cá as mulheres tem permanência garantida na CEU II.
Em meados da década de 70 os moradores se organizam, mudam a linha política da Diretoria da Casa, encabeçam o Movimento Resistência, que culminou com as eleições diretas para o DCE (antes disso, o DCE era “eleito” pelo Reitor e seus Pró-Reitores), e participam ativamente da reorganização da UNE em 1979.
A partir da década de 80 avança-se na luta pela ampliação da Casa, que na época era constituída apenas pelos Blocos 11 ao 14. Em 1983, sob o mote “Moradia não se adia! Ocupação é a solução”, os pretendentes a vagas na Casa, já cansados de esperar, se organizam e ocupam o Bloco 15 por um semestre inteiro, com grande visibilidade na mídia local, forçando a reitoria a iniciar a sua conclusão. Já em 87, com a ocupação do Bloco 25, houve maior tensão e, de forma autoritária, o Reitor autorizou a Brigada a entrar lá alguns estudantes tiveram prisão decretada. Mas deu resultado: os estudantes foram libertados e o 25 concluído.
Como a cada inicio de semestre chegavam cada vez mais estudantes para morar na Casa, o pessoal tinha que se virar do jeito que desse, se amontoando nas salinhas dos blocos ou no apartamento de algum conhecido até conseguir a carência e uma vaga na CEU. Porém, em 1989 a situação passou dos limites: eram mais de 100 estudantes necessitando moradia! A solução encontrada não foi a de ocupar provisoriamente outro bloco de escombros, mas sim organizar uma ocupação permanente na União Universitária, que de um mero espaço recreativo para os mais abonados da universidade, passa a ser o principal meio de pressão para a conclusão da CEU II, um alojamento provisório. Na década de 90, sob a gestão do Reitor Odilon do Canto, após algumas mobilizações, reuniões e cobranças, consegue-se o término dos Blocos 24, 23, 22 e 21. O seu sucessor, o Reitor Paulo Jorge Sarkis, “eleito” por duas vezes, apesar de ter prometido em campanha terminar todos os blocos, foi apenas ante a pressão constante dos moradores da Casa e da União que se conquistou o término dos Blocos 40 e dos 31 e 32. Em 2006 tivemos o término do Bloco 33 e a maquiada externa dos Blocos 11 ao 15, que agora até parecem novos, mas é só por fora mesmo.Em 2007 o término dos Blocos 34 e 35 até fim de 2008 a reforma dos banheiros dos blocos 14 e 25, e a abertura de mais 2 laboratórios de informática na CEU.
A Biblioteca Central da UFSM é um órgão suplementar da Reitoria e está vinculada à Pró-Reitoria de Administração. Coordena tecnicamente as doze bibliotecas setoriais da UFSM. O objetivo da Biblioteca Central é colocar à disposição da comunidade universitária a informação bibliográfica atualizada, de forma organizada, favorecendo o desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da extensão.
Com a criação da Universidade Federal de Santa Maria, pela Lei 3.834-C, de 14 de dezembro de 1960, fundou-se a Biblioteca Central, que reuniu as coleções bibliográficas das Faculdades de Farmácia, Medicina, Odontologia, Veterinária, Agronomia, Belas Artes, Politécnica, Filosofia, Ciências e Letras. A Biblioteca Central funcionou, até 1971, no prédio da Administração Central, na Rua Floriano Peixoto, 1.184, no centro da cidade.
Em 1972 a Biblioteca Central mudou-se para o prédio próprio no Campus. Com capacidade para um milhão de volumes, temperatura ambiente estável com ar condicionado central, aparelhos de micro-filmagens e reprodução de documentos, com locais especiais para arquivo de filmes. O prédio possui três pavimentos, com área total de 7.080 m². No subsolo está situado o depósito de livros, fotografias, microfilmes, restauração, reparação e encadernação, embalagem e desembalagem e sanitários. No pavimento térreo situa-se o hall de entrada, exposição, catálogos, catalogação e preparação, sala do diretor, secretaria, periódicos e demais dependências. O 2° pavimento é ocupado por amplos salões de leitura, existindo ainda um mezanino. Internamente o prédio possui uma área aberta, com dimensões 12x18m. Há dois elevadores sociais. A Antiga sede no prédio do centro da cidade se tornou o Anexo da Biblioteca Central, que mais tarde se transformou na Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Sociais e Humanas, atendendo aos cursos de graduação e pós-graduação que funcionam no Centro da cidade, tendo como responsável um bibliotecário lotado na Biblioteca Central. Até 1978, os trabalhos técnicos e administrativos eram exercidos por pessoas sem formação biblioteconômica.
A partir de 1978 diversas melhorias foram sendo incrementadas, tais como: empréstimo a domicílio a toda a comunidade universitária, substituindo o empréstimo exclusivo para professores e funcionários, livre acesso às estantes substituindo o sistema de “acervo fechado”, mudanças na ocupação do espaço físico proporcionando melhor distribuição do acervo nas estantes, separação do catálogo dicionário em catálogo dividido por autor, por título e por assunto.
Acompanhando a tendência nacional,em 1979, houve a implantação de novos serviços e outras melhorias, tais como: comutação bibliográfica, empréstimo entre bibliotecas, crescimento do acervo bibliográfico, publicação de material de divulgação e informação, permuta de periódicos com outras instituições, reforma do prédio, com a expansão e melhor aproveitamento do espaço físico, instalação de cabines de estudo individual e em grupos, elaboração de organograma e regimento interno, orientação e treinamento de usuários.
Em 1991 a Biblioteca Central adotou o sistema SAB2, iniciando assim, a informatização do acervo.
A Biblioteca Central adotou o Sistema Bibliotech em 1999, transferindo os dados de sua base bibliográfica para o novo sistema.
Foi instalada na Biblioteca Central, em 2001, a ilha de atendimento aos usuários do Portal de Periódicos CAPES, constituída por quatro computadores e duas impressoras.
O convênio para a implantação da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações foi assinado em 2003.
Em 2004 as bibliotecas da UFSM adotaram o Sistema Integrado para o Ensino (SIE), transferindo os dados de sua base bibliográfica para o novo sistema. Esse sistema foi desenvolvido pelo Centro de Processamento de Dados (CPD) da UFSM e integra os módulos Acadêmicos, Recursos Humanos, Execução orçamentária e Biblioteca entre outros. Nesse ano também houve o ingresso de uma bibliotecária designada para incluir o material das Letras na Biblioteca Setorial da Educação e Letras.
A ilha de inclusão digital doada pelo governo federal foi instalada na BC em 2005. Essa ilha visa a aproximar os usuários da informática, seu uso é livre, com algumas restrições. É constituída por cinco computadores.
Em 2006 ocorreu o lançamento da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFSM.
Saída do Setor de Microfilmagem do prédio da Biblioteca Central, que passou a ocupar uma sala no segundo pavimento do prédio 74.
Em 2007 ocorreu a reforma de parte do subsolo e parte externa em frente à biblioteca. Aproveitamento do espaço antes ocupado pela microfilmagem para redistribuição do acervo.
O ingresso de quatro bibliotecárias para a Biblioteca Central em 2008 possibilitou o serviço de assessoramento técnico nas nove bibliotecas setoriais da UFSM. Aquisição de novo sistema anti-furto para a Biblioteca Central e para a BSCAL e BSCT.
Em 2009 aconteceu o lançamento da página da Biblioteca Central da UFSM. Início da obra de restauração das paredes do pátio interno da biblioteca. Início do projeto para um anexo.
O Centro de Tecnologia (CT) teve sua origem no Centro Politécnico, fundado em 30 de junho de 1960, pela Associação Santa-mariense Pró-Ensino Superior (ASPES). Em dezembro do mesmo ano, foi criada a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), surgia assim o Instituto Politécnico do Centro Politécnico, como unidade pertencente à estrutura da UFSM.
A partir da criação da Nova Universidade, pretendia-se naquele instante, iniciar com a implantação do Curso de Engenharia Elétrica, que posteriormente evoluiu para a instalação conjunta do Curso de Engenharia Civil. Em 13 de setembro de 1961, passou a chamar-se Faculdade Politécnica, sendo que em fevereiro de 1962 foi realizado o primeiro vestibular.
Com a aprovação, em 12 de fevereiro de 1970, do plano de reestruturação da UFSM a Faculdade Politécnica foi então transformada em Centro de Tecnologia.
Hoje, agrega seis Cursos de Graduação, cinco Programas de Pós-Graduação, onze departamentos, que atendem aos Cursos de Graduação e aos Programas de Pós-Graduação, inclusive prestando serviços para outros Centros de Ensino, doze grupos de pesquisa, dois grupos de Programas de Ensino Tutorial (PET) e a Incubadora Tecnológica de Santa Maria (ITSM), tendo como missão promover ensino, pesquisa e extensão, formando lideranças capazes de auxiliar no desenvolvimento da sociedade.
Para dar suporte às atividades desenvolvidas, o Centro de Tecnologia conta ainda com Assessoria de Comunicação, Biblioteca Setorial, Gabinete de Projetos, Salas Informatizadas e dezesseis laboratórios.
A área física do Centro de Tecnologia, onde estão localizados as coordenações de cursos, departamentos, grupos de pesquisas, laboratórios, e outros órgãos auxiliares está distribuída nos prédios 7 e 10, além do prédio da Biblioteca Central (onde está o Curso de Arquitetura e Urbanismo) e o prédio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE (onde está o Laboratório de Ciências Espaciais de Santa Maria - LACESM) e o prédio específico onde funciona a Incubadora Tecnológica de Santa Maria (ITSM).
Em dezembro de 1970, o Conselho Universitário aprovou a instalação e funcionamento do Curso junto ao Centro de Ciências Rurais. A aprovação ocorreu por solicitação e explanação de motivos do Engenheiro Florestal José Sales Mariano da Rocha que encaminhou ao Reitor o pedido de criação do Curso, que teve início em 1971.
De acordo com Isaia (2006), o Reitor da UFSM esteve com o Ministro da Educação, Tarso Dutra em fins de 1967. Na oportunidade, solicitou ao Ministro equipamento para montagem de um Planetário no campus da UFSM, pois tivera notícia que o MEC estava importando três equipamentos para instalação de planetários. O Ministro Tarso informou ao Reitor que estava para chegar mais um equipamento vindo do Leste Europeu e que deveria providenciar, com urgência, na construção da obra. Ainda na Capital Federal, Mariano buscou apoio do arquiteto Oscar Niemayer. Em uma rápida visita, Niemayer fez um singelo esboço da parte externa da obra. No rio de Janeiro, o Reitor entregou o esboço ao arquiteto Oscar Valderato, que elaborou a planta arquitetônica que daria origem ao Planetário da UFSM. O cálculo estrutural foi realizado por engenheiros da UFSM que atuavam nas obras do campus.
Situado junto à praça e zona administrativa da Cidade Universitária, com uma área construída de 1.550 m², foi construído com uma estrutura especial de concreto em formato de cúpula parabolóide, com diâmetro de 36 m e flecha de 10 m, formando dois pavimentos. No 1° pavimento, estão: a sala de projeção em forma circular e 12,60 m de diâmetro, hall principal, administração, sala de aparelhagem, sala para ar condicionado, bar e sanitários. O 2° pavimento, em forma de anel, encontra-se a galeria de exposição escura. Sob a cúpula externa de concreto, há uma cúpula especial esférica, para projeção dos filmes demonstrativos dos espaços celestes.
Inaugurado em 14 de Dezembro de 1971, o Planetário da Universidade Federal de Santa Maria está localizado no Município de Santa Maria RS, com as coordenadas geográficas 53º17' de Longitude Oeste e 29º28' de Latitude Sul. Foi o primeiro no Rio Grande do Sul, e a UFSM foi a primeira Universidade brasileira a ser planejada com um Planetário em seu campus universitário.
Foi pintado um grande quadro no interior do Planetário pelo renomado artista santa-mariense Eduardo Trevisan, representando “ A conquista do espaço”. O conjunto de Instrumentos Zeiss que compunham o Planetário conseguido através de doação do MEC foi montado por técnicos vindos da Alemanha, que proporcionaram indispensável ensinamento ao pessoal designado para operar a aparelhagem. Entre outros recursos o equipamento possibilitava a projeção de até 8.900 estrelas fixas, até 6ª magnitude, projeção especial para Sirius, projeção da Via Láctea, Sol com possibilidades de demonstração de eclipses parciais, anulares e totais, planetas em diferentes cores: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, saturno com anéis e Urano.
O Planetário através do ensino não formal participa na difusão da cultura astronômica. Em uma cúpula circular hemisférica, se simula um céu artificial através de um sistema de projeção de estrelas. Projeções adicionais e efeitos especiais são realizados por diversos projetores complementares, proporcionando-se uma viagem pelo Universo, através dos planetas, satélites e cometas do sistema solar.
Em julho de 1998 foi inaugurado no segundo piso do prédio do Planetário o Museu Interativo de Astronomia, um local destinado a interatividade com a ciência astronômica, para que melhor compreendamos suas principais teorias, as explicações dos movimentos de rotação e translação da Terra, as conseqüentes alternâncias dos dias e noites, das estações do ano, até mesmo a ocorrência dos eclipses.
Em 2011 inaugurou o Digistar 4, equipamento digital que coloca o Planetário da UFSM em uma nova fase tecnológica. A projeção é feita no teto, em uma cúpula que circunda a sala e faz o público se ver dentro do filme. Não é exatamente cinema 3D, mas a platéia tem a sensação de acompanhar os movimentos dentro das cenas. É um sistema de projeção dupla. Dentro do equipamento, há duas telas que projetam imagens que passam por um prisma e depois na cúpula. Com isso, nós temos um 3D em seu princípio inicial. A grande inovação com relação ao antigo equipamento analógico (eletro-ótico-mecânico) é que as projeções deixam de ser estáticas.
<b>Fontes Consultada:</b>
UFSM, Universidade Federal de Santa Maria. Relatório 1970, p. 210 - 211. Planetário. Disponível em:http://www.ufsm.br/planeta/indexx.htm. Acesso em: 23 ago. 2011
DALCOL, Francisco. Zero Hora. Planetário da UFSM. Disponível em: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local
=1§ion=Geral&newsID=a3401475.xml. Acesso em 23 ago. 2011.
ISAIA, Luiz Gonzaga. UFSM Memórias. Santa Maria: 2006. 400p.
<b>Pesquisa realizada por:</b>
Fabiana Fagundes Fontana em 25 ago. 2011.
A Rádio Universidade 800 AM é a terceira mais antiga do Brasil, fundada em 1968, quando havia apenas a Rádio Universidade da UFRGS (1960) e a Rádio Unifei (1963), da Universidade Federal de Itajubá
Foi instalada oficialmente em 27 de maio de 1968, no oitavo andar do prédio da antiga reitoria no centro da cidade, sendo sintonizada na freqüência dos 1.320 khz e 1 kW de potência. Os transmissores e antena foram instalados em Boca do Monte, no haras de Domingos Crosseti. Depois, o parque de transmissão foi transferido para a sede da APUSM (Associação dos Professores Universitários de Santa Maria) e hoje está em local ainda mais próximo ao campus.
Na data de 26 de novembro de 1981, transferiu-se para o Campus Universitário. Em 1994, a torre de transmissão foi derrubada por um
problema de infiltração na sua base, o que tirou a emissora do ar por duas semanas. Mas voltou ao ar e operou precariamente até novembro de 1995, quando foi inaugurado um novo parque de transmissões e o sinal foi ampliado de Santa Maria para toda a região centro-oeste do
Estado. A nova antena, com 77 metros de altura, dobrou a capacidade de alcance, melhorando a qualidade de som. No ano de 1997 a emissora ganhou seu primeiro site da internet. Em junho de 1998, pela primeira vez em sua história, a Universidade AM passa a transmitir 24 horas diárias e, em 1999, inaugurou o sistema de transmissão pela internet. A partir dos anos 2000, a modernização tecnológica dos equipamentos e estúdios avança em direção à digitalização, com a inauguração de site específico e reformulação da programação. Em 2013, a direção assina em Brasília a adesão da Rádio Universidade à Rede Pública de Rádio, iniciativa da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) e ARPUB (Associação das Rádios Públicas do Brasil). Em maio de 2005, a Radio Universidade comemorou 37 anos de funcionamento, transferida desde 1981 para o 10° andar do Prédio da Administração central, no campus da UFSM, operando na freqüência de 800 khz e 10 kW de potência.
José Mariano da Rocha Filho convidou para ser o primeiro diretor o jornalista Antonio Abelin, que formou sua equipe de trabalho que levou ao ar uma programação diferente dos moldes tradicionais do rádio naquela época, estava no ar a rádio educativa. A visão do reitor era integrar, num mesmo órgão administrativo: a Divisão de Imprensa, que abrigava a Rádio e a TV Educativa (DIRTVE). A emissora não veiculava propaganda e o estilo sóbrio da programação, no início criticada, passou a ser bem aceita pelo público e a alcançar bons índices de audiência. A Rádio priorizava, em seus noticiários, os principais fatos e eventos promovidos pela UFSM. Seus estúdios eram freqüentados por alunos e professores que apresentavam programas educativos, mesclando boa música e informação cultural. Transmitia em convênio, os programas de ensino à distância produzidos pela FEPLAM (Fundação Educacional Padre Landel de Moura. Também à noite, veiculava programas de alfabetização de adultos através do MOBRAL e manteve intercâmbios com emissoras internacionais como a BBC de Londres e Radio France, entre outras.
Sucederam Abelin como diretor da rádio: Paulo Carús juliani (1971-1974), Saulo Sérgio Dalfollo (1974-1977), Roberto Bisogno (1977-1078), Nicola Chiarelli Garofallo (1978-1983), Roberto Montagner (1983- 1987) (1997-2004) (2018-2019), Sérgio de Assis Brasil (1987-1990), Cezar Hamilton Saccol dos Santos (1990-1993), Aurea Evelise Fonseca (1993-1997), Celso Augusto Fontoura Franzen (2004-2011) (2012-2013), Rejane da Silva Miranda (2011) (2017-2018), Elisângela Carlosso Machado Mortari (2011-2012), Renato Leonardo Bezerra Molina (2013-2017), Marcelo de Franceschi dos Santos (2020-2022), Jonathan Ferreira (2022-presente).
Em 1963 o Rotary Clube de Itaqui iniciou um movimento visando credenciar-se junto à UFSM para capacitar técnicos para atuarem na região.
Em agosto de 1967 ocorreu em Itaqui a reunião de José Mariano da Rocha Filho com os professores José Barbas Guerra, Arthur Primavesi e Leopoldo Silva para entabular os entendimentos iniciais para a realização do Projeto.
A reunião realizou-se no salão nobre da Escola Normal Santa Teresa de Jesus e contou com a presença do ex-secretário da economia do estado, Dr. Olimpio Tabajara.
Em 13 de Agosto de 1967 a comitiva esteve reunida na Prefeitura Municipal de Itaqui para fazer o levantamento das condições econômico-sociais do município. Nesta oportunidade o Conselho de desenvolvimento de Itaqui estudou a possibilidade de doação à UFSM uma área de aproximadamente 1.000 ha de terras para a criação da Fundação educacional.O intuito do projeto foi a criação de um Instituto de Experimentação Agropecuária para o desenvolvimento da região que preparou e capacitou técnicos para trabalhar na região carente desses profissionais.
Em 25 de janeiro de 1969 foi firmado convênio entre a Universidade e a Prefeitura Municipal de Itaqui para estágio prático e atendimento científico por parte dos alunos das Faculdades e Institutos à população.
Nasceu em Rio Grande/RS. Foi contratado para exercer o cargo de fotógrafo, lotado na Reitoria da UFSM a partir de 15/08/1963. Esse contrato foi prorrogado anualmente até ser reconduzido em 01/01/1966. Esta situação perdurou até a nomeação dos habilitados no concurso para provimento do cargo de fotógrafo, quando em 1967, quando tomou posse e assumiu o cargo. Seu contrato foi retificado para exercer a função de cine técnico até ser rescindido em 08/02/1967. Faleceu em 2004. Caneda é considerado o primeiro cinegrafista
profissional de Santa Maria. Ele trabalhou para a TV Imembuí, hoje RBS TV. Seu filme A Ilha Misteriosa, filme em 16 mm, teria sido o 14° rodado no Estado nesse formato considerado este período de tempo e seria o único de ficção no interior do Rio Grande do Sul.
"Nasceu no dia 12/04/1929, em Santa Maria/RS. Ingressou na UFSM como auxiliar de bibliotecário em 01/03/1964. Passou a ocupar o cargo de fotógrafo em 31/12/1965. Nessa época participou do grupo do projeto para montar o laboratório fotográfico central. Em 01/01/1973 foi transferido para o Departamento Fotográfico do DEMASA e em 01/11/1974 passou a exercer funções do cargo de agente de cinefotografia e microfilmagem. Foi chefe da Seção de Fotografioa da Divisão de Serviços Auxiliares do Departamento de Administração (DISA/DA). Em 01/08/1979 esteve lotado no Departamento de Divulgação, vinculado à Reitoria e, em 11/07/1983, passou para a Administração do CCR. Seu cargo foi atualizado para técnico de audiovisual em 01/04/1987 até a sua aposentadoria em 18/05/1989. Faleceu em 14/08/1999."
Filho de Alberto Forte Aita e Corona Sorio Aita, nasceu a 18/12/1917, em Santa Maria/RS. EM 27/03/1968, foi nomeado, admitido e empossado no cargo de professor do Departamento de Sociologia e Política do Centro de Ciências Sociais e Humanas da UFSM.
No tempo em que permaneceu na instituição, desenvolveu várias funções, trabalhando no gabinete do Reitor e passando por diversos departamentos, como o Departamento de Educação Física e Desportos, o Departamento de Estudos e Problemas Brasileiros e o Departamento de Estudos Políticos e Sociais. Foi um dos idealizados do Centro de Educação Física e Desportos.
O cel. Milo Darci Aita, ex-combatente da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na 2ª Guerra Mundial, aposentado do Exército, foi convidado, em 1968, pelo reitor da UFSM, José Mariano da Rocha Filho, para atuar como oficial de gabinete. Um ano após integrar a equipe da universidade, Aita foi chamado pelo reitor e comunicado da intenção de criar um centro de Educação Física.
Aposentou-se em 13/01/1988 e faleceu em 25/07/2010.
Concluiu a graduação em Farmácia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), no campus de Santa Maria (1958). Foi nomeado auxiliar de ensino pela Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) na disciplina de Química Toxicológica e Bromatologia (1960) e nomeado professor (1961). Foi bolsista CAPES na USP, orientado pela professora M.A. Pourchet Campos (1961-1962). Foi nomeado o mais jovem livre docente do Brasil pela UFSM, sendo conferido também o título de Doutor em Química Toxicológia e Bromatologia (1962-10-03). Como professor, lecionou para os cursos de Agronomia, Medicina Veterinária, Zootecnia, Química e Química Industrial. Foi idealizador, fundador e coordenador da Usina Escola de Laticínios da UFSM (1963) e em operação (1977). Foi membro do Egrégio Conselho Universitário (1965). Como pró-reitor de ensino e extensão – atualmente, PROGRAD – foi presidente da comissão destinada a implementação de diversos cursos de graduação vinculados à UFSM (Faculdade Direito, Centro de Educação Física e Desportos, etc). Também foi presidente da comissão responsável pela implementação da pós-graduação e doutorado da Universidade de Farmácia (1970). Foi especialista em Indústria Pecuária – Leite e seus Derivados pela FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), em oficina realizada na Universidade de Mayaguez (1973 -1974), em Porto Rico. Realizou especialização na área de Ciências da Alimentação e Nutrição pela Universidade Estadual de Ohio - Columbus, Estados Unidos (1974-1975). Foi eleito Chefe de Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos (1975-1990). Aposentou-se como Professor Titular (1990).
Ingressou na Universidade Federal de Santa Maria em março de 1963 através do professor José Mariano da Rocha, onde trabalhou inicialmente no antigo Instituto de Microbiologia e Parasitologia ajudando Mariano na fundação dos cursos de Agronomia e Medicina Veterinária. Em seguida atuou como professor nos cursos de Medicina, Odontologia, Enfermagem, Medicina Veterinária, Agronomia, Farmácia e Zootecnia.
Durante sua jornada nesta Instituição Vallando assumiu por um longo período a diretoria da Faculdade de Medicina Veterinária (que hoje é apenas curso), e também a vice-direção do Centro de Ciências Rurais. Em seguida, no ano de 1978 até final de 1981 tornou-se vice-reitor da UFSM ao lado do atual Reitor na época, o professor Derblay Galvão. Em 10 de dezembro de 1981 assumiu a Reitoria da UFSM onde permaneceu por quatro anos, até dezembro de 1985, quando foi sucedido pelo professor Gilberto Aquino Benetti.
Além disso, Vallandro foi responsável pela criação do Plano de Assistência Social (PAS), pelo incentivo à pecuária e à agricultura, inclusive ao Hospital Veterinário, pela transferência do Hospital Universitário de Santa Maria para o campus universitário. Com o pensamento voltado ao estudante, impulsionou a criação das bolsas de assistência, de trabalho, de pesquisa e de alimentação, através de contatos com o Ministério da Cultura e Educação (MEC). Também colaborou com a organização do Restaurante Universitário (RU) na UFSM.
O Professor Vallandro dedicou 30 (trinta) anos de sua vida a esta universidade, seja como professor, reitor, vice-reitor, aprendiz e mentor até sua aposentadoria em 1990.
Formou-se em dezembro de 1953, na 25ª Turma do Curso de Formação de Oficiais: Aspirantes.
Foi responsável pela Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Sargentos da Brigada Militar de Santa Maria (ESFAS) até 1971.
Foi presidente do Clube Farrapos dos Oficiais da Brigada Militar de 1977 a 1978.
A Sociedade Concórdia Caça e Pesca (SOCEPE) é uma sociedade civil fundada mediante a fusão do Clube Caça e Pesca de Santa Maria e da Sociedade Concórdia no dia 7 de julho de 1966.
Filho de Aurora da Graça Soares, nasceu em 04/07/1931, em Santa Maria/RS. Foi admitido e empossado no cargo de motorista da UFSM em 17/03/1962. Trabalhou na instituição até se aposentar, em 22/05/1990. Faleceu em 07/09/1992.
Nascido em 21/11/1937, em Santa Maria/RS, filho de Anna Bella Moreira. Foi admitido e empossado, em 01/03/1963, no cargo de motorista da UFSM.
Em 13/03/1989, aposentou-se, vindo a falecer em 02/10/1993.
Nasceu em Cacequi/RS, em 06/09/1932, filho de Artur Carlos de Souza e Iracema Badaraco de Souza. Foi admitido e empossado, em 01/03/1964, no cargo de motorista da UFSM.
No ano de 1970, recebeu elogio coletivo de Alberto H. Schmidt por concorrer ao bom andamento do serviço. Em 1974, recebeu elogio coletivo por louvar pelo zelo e pelo elevado senso de responsabilidade em suas tarefas.
Trabalhou no cargo até se aposentar em 01/06/1986.
Nasceu em Santa Maria/RS, em 17/07/1942, filho de Antonio Benjamin Barin e Tereza Guidolin Barin. Em 16/03/1967, foi nomeado, admitido e empossado no cargo de professor da UFSM.
Passou pelos Departamentos de Engenharia Elétrica e de Eletromecânica e Sistemas de Potência, onde ainda atua.
Nasceu em Santa Maria, em 23 de abril de 1946. Filho de Genaro Henriques da Costa e Praxedes Vasconcelos Costa. Possui graduação em Odontologia pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM (1971) e especialização em Administração Pública pela Fundação Ciência e Cultura de Roraima (1985). Foi admitido como professor do Magistério Superior pela UFSM (1977), onde aposentou-se (2015). Foi Diretor do Campus Avançado de Boa Vista/RR (1977 a 1983). Foi Chefe da 152ª Equipe de Estágio do Curso de Odontologia da UFSM, junto ao Campus Avançado da UFSM, no Território Federal de Roraima, Boa Vista, designado pelo Reitor da UFSM (1983). Foi Delegado Regional da FUNAI no Território Federal de Roraima, Boa Vista, designado pelo Decreto nº 84.033/79 do Ministro Chefe do Gabinete Civil da Presidência da República (1983 a 1985). Foi Assessor do Gabinete do Secretário de Educação e Cultura do Território Federal de Boa Vista - Roraima, designado pleo Governador do Território Federal de Roraima (1984 a 1986). Foi Chefe da Divisão de Assistência ao Educando, do Departamento de Educação Especial e Assistência ao Educando da Secretaria de Educação e Cultura, do Território Federal de Boa Vista, Roraima, designado pelo Governador do Território Federal de Roraima (1985 a 1987). Foi Chefe da Divisão de Assistência ao Educando, do Estabelecimento de Ensino, do Departamento de Ensino - Escola de 1º Grau, 1ª a 4ª Séries, da Secretaria de Educação e Cultura, designado pelo Governador do Território Federal de Roraima (1987 a 1989). Foi Responsável Técnico pela Clínica Extra-Muros Irmão Otão (1991 a 1993). Foi Vice-Coordenador do Curso de Odontologia (1995 a 1997). Foi Coordenador Substituto do Colegiado do Curso de Odontologia (1995 a 1998). Foi Coordenador Presidente do Colegiado do Curso de Odontologia (1998-1999). Foi Coordenador da Equipe da Universidade Federal de Santa Maria no Município de Antônio Cardoso na Bahia - Programa Universidade Solidária (1999). Foi Coordenador do Curso de Odontologia (1997 a 1999). Foi Coordenador do Programa de Extensão da UFSM - 4ª Colônia (1999-2001). Foi Coordenador e membro de equipe da UFSM no município de Laranjeiras/CE - Programa Universidade Solidária - Módulo Nacional (2000). Foi Coordenador e membro de equipe da UFSM no município de Caroebe/RR - Programa Universidade Solidária - Módulo Nacional (2001). Foi Coordenador da Equipe do Programa Universidade Solidária em Jatobá, PE (2001). Foi Coordenador da Coordenadoria de Ações Regionais da Pró-Reitoria de Extensão/UFSM (2001). Foi Pró-reitor Adjunto de Extensão (2001 a 2005). Foi Coordenador e integrante da Equipe da UFSM no Município de Nina Rodrigues, MA - Universidade Solidária - UNISOL - Módulo Nacional (2003). Foi Coordenador do Projeto Inovador de Cursos (PIC) - Curso Pré-Vestibular Popular Alternativo da UFSM (2003). Foi Pró-reitor Adjunto de Assuntos Estudantis (2006 a 2011).
Possui graduação em Odontologia pela Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC (1959), especialização em Especialização Em Microbiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ (1962) e doutorado em Odontologia pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM (1968).
Foi admitido como professor do Magistério Superior pela UFSM (1962), onde aposentou-se (1998).
Em agosto de 1970 prestou concurso para professor assistente na disciplina de Microbiologia da Faculdade de Medicina.
Foi Reitor da UFSM de 23 de dezembro de 1989 a 22 de dezembro de 1993.
José Haidar Farret é um médico dermatologista, professor universitário e político brasileiro. Líder estudantil na juventude, foi vereador no município de Santa Maria, por uma legislatura (1968 - 1972), sendo posteriormente eleito vice-prefeito (1972 - 1976) e duas vezes prefeito (nos mandatos entre 1983 - 1988 e 1993 - 1997). Exerceu ainda o mandato de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, por duas legislaturas. Foi filiado à ARENA e ao seu sucessor, o Partido Progressista Brasileiro, atual Progressistas, do qual se encontra desligado. Nos dois mandatos de Cezar Schirmer do MDB (2009-2016) serviu como vice-prefeito e foi Secretário Municipal de Saúde, tendo assumido a prefeitura pela terceira vez, quando da renúncia do titular, para ocupar a Secretaria de Segurança Pública gaúcha
Jornal Correio do Povo.
A primeira sede da Universidade Federal de Santa Maria - Administração Central centro (antiga reitoria), localizada na Rua Floriano Peixoto, centro de Santa Maria. O prédio 47 - Administração Central na Cidade Universitária teve início no ano de 1966, com a sua ocupação ocorrendo em 1975 e finalizada em 1976, com exceção do subsolo o qual somente foi finalizado em 1983.
Em 03 de outubro de 1968, Wilson Aita foi designado para assessorar tecnicamente a implantação da TV Educativa. Antonio Abelin participou da comissão. A TV Campus entrou no ar em 30 de julho de 1995, tornando a UFSM a 1ª universidade a veicular programação no canal universitário destinado as instituições de ensino superior.
Sua programação está voltada à divulgação do ensino, pesquisa e extensão da instituição. Diante de sua característica de mídia universitária, a TV Campus serve como instrumento para compartilhar conhecimentos entre professores, alunos, servidores e comunidade em geral.
A TV Campus mantém sua programação no ar com o envolvimento de seus servidores técnico-administrativos e com acadêmicos dos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas e Engenharia da Computação da UFSM.
A Televisão Universitária da UFSM leva o nome de TV Campus e é transmitida pelo Canal 15, da NET Santa Maria, além de armazenar e disponibilizar seu conteúdo na íntegra em seu canal no YouTube.